O menino de 8 anos andava pela Avenida dos Cafezais quando foi atingindo pelo transporte coletivo
Um menino, de 8 anos, ficou gravemente ferido ao ser atropelado por um ônibus no início da tarde desta sexta-feira (14), no cruzamento da Rua Engenheiro Paulo Frontin com a Avenida dos Cafezais, na região do Bairro Jardim Los Angeles, em Campo Grande.
O menino estava pedalando sozinho, quando foi parar debaixo do veículo. A bicicleta ficou completamente destruída.
Testemunhas disseram à polícia que um passageiro que estava no transporte público chegou a gritar para o motorista, mas não deu tempo de parar.
Segundo a nota encaminhada pela assessoria de imprensa do Consórcio Guaicurus, o garoto foi atendido e a empresa continua acompanhando a evolução dele e disse que, no momento do acidente, ele não queria ser atendido, mas o motorista insistiu e acionou o socorro.
A criança foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada consciente e orientada para o hospital da Cassems.
Ventos de 75 km/h foram registrados em Campo Grande nesta sexta-feira (24), de acordo com a meteorologia
Câmeras de segurança flagraram o momento em que uma rajada de vento destrói completamente a faixada de uma lanchonete Rua Afonso Celso. – no Jardim Los Angeles, em Campo Grande, nesta sexta-feira (24). Duas mulheres foram arrastadas pelo vento.
Em questão de segundos, mesas de plásticos, placas, toldo e várias estufas cheias de salgados que estavam prestes a serem vendidos foram destruídos. Todos os itens e instrumentos de trabalho foram arrastados pelo vendaval.
A empresária Jessika Faria, dona da lanchonete atingida pelos ventos, que disse ter ficado com um prejuízo de mais de R$ 5 mil.
“Estamos bem sim. Vento muito forte. Livramento Deus nos deu”, declarou Jessika.
Além da empresária, a filha dela, de 11 anos, também foi arrastada pelo vendaval. A mulher e menina ficaram com arranhões pelo corpo. Ventos de 75 km/h foram registrados em Campo Grande nesta sexta-feira, de acordo com o meteorologista Natálio Abrahão.
Campanha na internet pede doações a empresária que teve o prejuízo após o vendaval, por meio do PIX 67 99133-9243.
Por volta das 6h da manhã desta quarta-feira (8), um homem foi morto na Rua Laucídio Coelho, bairro Los Angeles. Segundo informações da polícia, a vítima foi morta com sete facadas no pescoço.
A vítima foi morta com sete facadas no pescoço
Informações passadas por moradores a polícia é de que, o homem que estava sem documentos, chegou a casa que é frequentada por usuários de drogas e começou uma briga com um grupo que já estava no local.
No decorrer da briga o homem acabou sendo morto a facadas.
A polícia investiga o caso e até o momento não foi encontrada a arma do crime.
As 70 famílias que ocupavam uma área pública no Jardim Los Angeles, foram retiradas do local nesta segunda-feira (13). Na manhã de hoje, fiscais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) e da Agência de Habitação foram ao local acompanhar a destruição dos barracos.
Retroescaveira, destruíu barracos com tudo dentro, comida, móveis e roupas
De acordo com a Guarda Civil Metropolitana, durante a abordagem das famílias, os fiscais esclareceram que o local se trata de uma área pública e de preservação, sendo que não é permitida a construção de casas ou barracos.
Além disso, as famílias já haviam sido informadas que caso insistissem em montar quaisquer estruturas, poderiam perder todo o material. Dessa forma, tudo o que já havia sido montado foi desfeito. Os barracos foram destruídos com o que havia dentro.
“A gente não tem onde morar. O que vamos fazer agora?” disse um dos moradores ao contar que a esposa está grávida e que eles não têm para onde ir. “Com a retroescavadeira, destruíram comida, roupas, a gente nem tem onde ficar hoje”, informou.
“Nossa casa está no chão. Era a única moradia que eu tinha, destruída”, disse uma moradora. “E agora, o que a gente vai fazer se a única comida que a gente tinha destruíram? A única cama que a gente tinha, destruíram! A única coberta que a gente tinha, destruíram!”, lamentou a moradora.
“Quem tem casa e tem como pagar, estamos dispensando”, comenta o autônomo Alisson Reis de Souza, de 19 anos, um dos organizadores da invasão. No início do ano, conforme o jovem, outras famílias começaram a invadir o terreno, mas foram expulsos no mesmo dia pela Semadur.
Da outra vez que o terreno foi desocupado, ela conta que os funcionários da prefeitura, levaram machados, enxada, facões e foices, usados na limpeza do terreno. Bem como outros poucos móveis adquiridos pelos moradores com muito custo.
Mai uma vez a prefeitura mostra seu lado mais perverso. Só sabe desocupar, mas encaixar esse moradores em algum programa social, não. Não é tão difícil de entender que quem monta barraco, não tem outra escolha senão a sarjeta. Contudo a administração municipal usa a lei de forma ríspida para jogar fora os menos favorecidos. Sem se preocupar com crianças, velhos e doentes.
Entre 2010 e 2019, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de favelas em Campo Grande saltou de apenas três para 38. Atualmente, são cerca de 23 entre áreas em estudo e em processo de regularização. Em 2019, mapeamento específico sobre os Aglomerados Subnormais, foram identificados pelo IBGE 38 localidades com 4.516 domicílios em condições precárias e com cerca de 8.050 pessoas.
O avanço dessas áreas mostra o aumento das dificuldades financeiras e de políticas públicas que não dão conta das demandas dos considerados sem-teto. Isso, depois de Campo Grande ter, em 2012, sido considerada a primeira capital sem favelas no Brasil.