Inflação da Capital fica acima da nacional no mês de abril

No ano, inflação da capital acumula alta de 2,75%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril em Campo Grande foi de 0,89%, 0,21% acima da taxa de março (0,68%). No ano, o índice de Campo Grande acumula alta de 2,75% e nos últimos 12 meses, 3,21%. Em abril de 2022, a inflação de Campo Grande foi de 1,21%.

A maior alta, para o mês de abril veio do subitem energia elétrica residencial (6,11%)

No Brasil, o IPCA foi de 0,61% em abril. No ano, acumula alta de 2,72% e, nos últimos 12 meses, de 4,18%. Em abril de 2022, a variação nacional havia sido de 1,06%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados em Campo Grande, oito tiveram alta em abril. A maior variação veio da Habitação (1,97%). A maior alta, para o mês de abril veio do subitem energia elétrica residencial (6,11%) devido ao reajuste de 9,80%. As outras altas vieram dos subitens mudança (4,24%), tinta (1,68%) e gás de botijão (0,41%).

Inflação de fevereiro na Capital teve alta de 0,54%

A inflação do mês de fevereiro em Campo Grande teve alta de 0,54%. No ano, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumula alta de 1,15% e nos últimos 12 meses, 4,61%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa abrangeu nove grupos de produtos e serviços pesquisados na Capital, sendo que oito tiveram alta no mês passado.

O maior impacto ocorreu na educação, com variação de 6,04%, sendo 0,25 pontos percentuais

O maior impacto ocorreu na educação, com variação de 6,04%, sendo 0,25 pontos percentuais. Essa é a taxa mais alta desde fevereiro de 2020, quando foi registrada taxa de 5,25%.

O crescimento foi impulsionado pelo aumento do Ensino Fundamental (11,47%); Ensino Médio (10,15%) e cursos regulares (7,25%).

“Fevereiro é sempre muito marcado pela educação, pois os reajustes efetuados pelos estabelecimentos de ensino na virada do ano são contabilizados nesse mês. Normalmente, essa alta de educação fica indexada ao próprio IPCA, ou seja, o reajuste das mensalidades é baseado na inflação do ano anterior”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Outros grupos – Em seguida está o grupo da saúde e cuidados pessoais, com aumento de 1,27%, sendo influenciado pela alta dos itens de higiene pessoal (2,86%); perfumes (5,81%); os preços dos produtos para pele subiram 5,39%. O plano de saúde teve alta de 1,12%.

O setor da habitação subiu 0,73%. O destaque ficou por conta da taxa de água e esgoto (1,27%), que teve reajuste de 6,89% desde 3 de janeiro, apresentando o segundo maior impacto no grupo.

O aluguel residencial apresentou índice de 1,00%. As maiores altas de subitens são do sabão em pó (2,69%) e tinta (2,29%). Por outro lado, as quedas são dos subitens: material hidráulico (2,19%); condomínio (1,11%); e cimento (0,34%).

IPCA de Campo Grande fica em 0,60% em janeiro

Sete de nove grupos de produtos e serviços pesquisados na capital tiveram elevação em janeiro

Campo Grande registrou em janeiro uma inflação de 0,60%. Foi o segundo mês consecutivo em que a capital contabilizou uma inflação dos preços medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos últimos 12 meses, entretanto, o IPCA acumula uma alta de 5,15%, abaixo dos 5,16% observados nos 12 meses imediatamente anteriores, na capital de Mato Grosso do Sul.

Em janeiro, a habitação registrou a maior variação (2,14%), após já ter registrado deflação de -0,29% em dezembro de 2022.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados em Campo Grande, sete tiveram alta de preços em janeiro. Veja abaixo:

  • Alimentação e bebidas: 0,08 %
  • Habitação: 2,14%
  • Artigos de residência: 0,96%
  • Transportes: 0,59%
  • Despesas pessoais: 0,43%
  • Educação: 0,21%
  • Comunicação: 1,64%

No lado das quedas, estão os seguintes grupos:

  • Vestuário: -0, 66%
  • Saúde e cuidados pessoais: -0, 03%

Inflação de 2022 em Campo Grande fechou com alta de 5,16%

Os únicos setores que recuaram na inflação da Capital em um ano foram transportes, com -3,74%, e comunicação, com -2,48%

Publicada na manhã desta terça-feira (10), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aponta que Campo Grande fechou o ano de 2022 com inflação em 5,16%.

Dados do IBGE mostram que no mês de dezembro a inflação da Capital ficou em 0,38%.

Os dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no mês de dezembro a inflação da Capital ficou em 0,38%.

Segundo o levantamento, no último mês do ano, o setor que mais impulsionou a inflação foi o de saúde e cuidados pessoais, com variação de 1,46%.

Em seguida, vem o setor de vestuário, com inflação de 0,99%; transportes, com 0,71%; despesas pessoais, com 0,55%; comunicação, com 0,41%, e educação, com 0,08%.

Já os setores em desaceleração no mês de dezembro foram: habitação (-0,29%), artigos de residência (-0,17%) e alimentação e bebidas (-0,12%).

Com relação ao acumulado do ano todo, os setores com maior inflação acumulada foram vestuário, com 13,67%; alimentação e bebidas, com 10,72%); e saúde e cuidados pessoais (10,40%).

Já os setores com recuo da inflação no acumulado do ano foram transportes, com -3,74%, e comunicação, com -2,48%.

Inflação da construção sobe 0,27% em dezembro e 9,40% no ano

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,27% em dezembro, acumulando alta de 9,40% de janeiro a dezembro de 2022. Em dezembro de 2021, o índice subiu 0,30%, com alta de 14,03%, em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

A taxa relativa a materiais, equipamentos e serviços passou de -0,23% em novembro para 0,38% em dezembro, com a taxa correspondente a materiais e equipamentos registrando alta de 0,37% no mês, após cair 0,35% no mês anterior. Entre os quatro subgrupos desse componente, dois subiram: materiais para estrutura passou de -0,98% para 0,62% e equipamentos para transporte de pessoas foi de 0,04% para 0,64%.

Confiança do setor tem queda de 0,3 ponto – Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil

A taxa dos serviços passou de 0,35% para 0,43% em dezembro, com destaque para o avanço de 0,35% para 1,35% na taxa da refeição pronta no local de trabalho.

O índice referente à mão de obra passou de 0,53% em novembro para 0,16% em dezembro, com alta acumulada de 11,76% em 12 meses.

Confiança da Construção
O FGV Ibre também divulgou hoje o Índice de Confiança da Construção (ICST), que se manteve relativamente estável, com variação de -0,3 ponto em dezembro, para 95,3 pontos. Este é o menor nível desde março de 2022 (92,9 pontos). Em médias móveis trimestrais, houve queda de 2,1 pontos.

Para a coordenadora de Projetos da Construção do instituto, Ana Maria Castelo, a confiança do empresário ao longo do ano acompanhou a retomada do setor, que teve um “crescimento expressivo” em números de PIB e geração de empregos em 2022.

“A desaceleração do ritmo de alta dos custos representou um alívio – nos quesitos de limitação à melhoria dos negócios, o custo da matéria-prima perdeu o protagonismo até para as assinalações de Nenhuma Dificuldade.”

No entanto, ela ressalta que em novembro e dezembro o cenário passou a refletir pessimismo quanto à evolução da demanda.

“O Indicador de Expectativas alcançou dezembro abaixo de 100, o que representa um pessimismo maior do que há um ano. Ou seja, os empresários já antecipam um arrefecimento da retomada. Vale notar que a atividade ainda deverá refletir esse ciclo recente por algum tempo, mas deve perder força com a queda na demanda”.

Componentes
Segundo o FGV Ibre, a leve queda no indicador reflete a piora na percepção dos empresários sobre o momento atual. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) recuou 0,4 ponto, para 96,6 pontos, com influência do volume de carteira de contratos, que caiu 0,7 ponto, para 98,1 pontos, e da situação atual dos negócios, que teve queda de 0,2 ponto, para 95 pontos.

O Índice de Expectativas (IE-CST) ficou estável, com queda de 0,1 ponto, para 94,3 pontos. O indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses caiu 1,1 ponto, para 92,3 pontos, e o indicador de demanda prevista nos próximos três meses subiu 0,9 ponto, para 96,3 pontos.

O nível de utilização da capacidade (Nuci) da construção registrou queda de 0,9 ponto percentual em dezembro, para 78,3%, com -0,8 ponto percentual em mão de obra (79,6%) e -2 pontos percentuais em máquinas e equipamentos (71,9%).

O Indicador de Demanda Prevista (DP) subiu 0,9 ponto em dezembro e não compensou a forte queda de 7,4 pontos do mês anterior. As edificações residenciais, setor de destaque na retomada recente da construção, a DP subiu 4,5 pontos, depois da queda de 10,9 pontos em novembro.

Inflação volta a subir em Campo Grande após três meses de deflação

Após três meses de deflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA ) em Campo Grande teve variação de 0,47% em outubro. O IPCA é o indicador oficial de inflação do país.

De acordo com o levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (10), os principais responsáveis pelo aumento do índice foram alimentos e bebidas (1,18%) e também vestuário (1,07%), também houve alteração em saúde e cuidados pessoais (0,85%), transportes (0,28%), habitação (0,21%). A única retração foi comunicação (-1,10%).

Com o resultado, o IPCA chegou a 6,52% no acumulado de 12 meses e no ano 4,49% na capital sul-mato-grossense.

Nos últimos meses, houve três índices de deflação consecutivos após três anos. Em julho foi registrado -0,95%, agosto -0,39% e setembro -0,22%, esses índices em queda, conforme já divulgado pela FOLHA DE CAMPO GRANDE, teve forte influência da queda dos valores dos combustíveis.

Já com o aumento perceptível dos valores dos combustíveis e com os últimos acontecimentos causados pelos bloqueios das rodovias federais após as Eleições Gerais, afetando a distribuição de frutas, verduras e legumes, podem ser os itens responsáveis por um possível aumento da inflação em novembro.

Inflação sobe 0,64% na Capital e preços estão 12,06% mais caros nos últimos 12 meses

Vestuário, saúde e cuidados pessoais, e habitação foram os principais fatores que impulsionaram a inflação em Campo Grande, no mês de junho. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta sexta-feira (08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em Campo Grande, o IPCA de junho ficou em 0,64%, também acima da taxa de 0,27%, registrada no mês anterior. Nos últimos 12 meses, a inflação acumula, na Capital, alta de 12,06%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados em Campo Grande, oito tiveram alta de preços em junho.

Segundo o levantamento, o grupo de vestuário foi o principal fator para o aumento da inflação, com uma aceleração de 1,91%.

Na sequência vieram os grupos saúde e cuidados pessoais, com 1,67%, habitação, com 1,22%, e despesas pessoais, com 0,48%.

Os demais grupos tiveram uma aceleração menos significativa, ficando na seguinte ordem: comunicação (0,43%), alimentação e bebidas (0,35%), educação (0,16%) e transportes (0,13%).

Percebe-se que transportes registrou uma das menores acelerações, após ter sido o principal grupo inflacionado em maio.

A alta no setor de transportes, anteriormente, foi devida ao item veículo próprio, que representou 1,35% de variação em maio.

Enquanto a queda no mês de maio é justificada pela queda no preço dos combustíveis (-1,55%).

Nesse setor, nos últimos 12 meses, foi registrado um total de 21,92% de aumento.

Prévia da inflação oficial é de 0,69% em junho

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, teve alta de preços de 0,69% em junho deste ano. O percentual é maior que o de maio (0,59%), mas menor que o de junho de 2021 (0,83%). A pesquisa foi divulgada hoje (24), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Economia, Moeda Real,Dinheiro, Calculadora

Com o resultado, o IPCA-15 acumula 5,65% no ano e 3,04% no trimestre. O IPCA-15 trimestral também é chamado de IPCA-E.

No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 é de 12,04%, abaixo dos 12,20% acumulados na prévia de maio.

Na prévia de junho, todos os grupos de despesas tiveram inflação, com destaque para os transportes (0,84%) e saúde e cuidados pessoais (1,27%). Também se destacaram os grupos habitação (0,66%) e vestuário (1,77%).

Planos de saúde
Um dos principais responsáveis pela inflação na prévia de junho foi o reajuste de 15,50% dos planos de saúde, autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 26 de maio.

Entre os transportes, os principais responsáveis pela alta de preços foram itens como óleo diesel (2,83%), passagens aéreas (11,36%) e seguro voluntário de veículos (4,30%). Ao mesmo tempo, houve quedas nos preços do etanol (-4,41%) e da gasolina (-0,27%).

Na habitação, houve altas nos custos da água e esgoto (4,29%) e no gás encanado (2,04%).