Deputado viabiliza ida da UEMS para Chapadão do Sul

O deputado federal Dagoberto Nogueira (PSDB), tem trabalhado pelo Estado intermediando importantes demandas e viabilizando recursos para que projetos se tornem realidade

Na noite da última segunda-feira (18), ele participou da Audiência Pública na Câmara de Chapadão do Sul para que seja instalado um polo da UEMS.

Audiência Pública na Câmara de Chapadão do Sul para que seja instalado um polo da UEMS.

“O futuro da universidade federal em Chapadão se aproxima, já investimos R$600 mil reais na Saúde e agora temos que pensar na educação e dar a possibilidade de fazer um curso de direito, que estamos lutando por isto para que as pessoas tenham acesso ao curso superior sem ter que locomover para outras cidades para estudar. Já estive com o Governador e ele tem investido em cursos no interior e também na Capital. Fico feliz em participar desta Audiência” defendeu Dagoberto Nogueira.

Dagoberto convidou o reitor da UEMS, Laércio Alves de Carvalho que também participou do evento na Câmara juntamente com autoridades locais. Estiveram também o presidente da Assembleia Paulo Corrêa e o prefeito João Carlos krug que falou sobre a possibilidade da ida da UEMS para o município.

Foi estabelecido que haverá uma comissão que fará um estudo dos cursos de interesse da comunidade da cidade e região, além do curso de direito que já tem sido solicitado.

“Está se tornando possível este sonho que começou em 2019 com uma ligação pessoal do deputado para mim sobre em ter o interesse em ter um polo da UEMS aqui, e prontamente abracei a oportunidade. Logo o Dagoberto me mandou a documentação dentre ela a carta de intenção. Tivemos o deputado sempre presente e intermediando este sonho. Um empreendimento de sucesso é feito por várias mãos, e estamos felizes com a possibilidade de trazer o curso de direito para este pólo regional em formação. André dos Anjos, presidente da Câmara.

Antes da Audiência Pública na cidade, o deputado esteve em uma rádio local e falou sobre o desafio de viabilizar a educação no Estado. “Temos trabalhado em levar polos universitários nos municípios, na Capital consegui um nas Moreninhas com o apoio do governador Azambuja. O intuito é levar a UEMS a crescer no interior. O Governador tem olhado para esta necessidade. Eu conversei com o reitor e ele vai propor que seja criada uma comissão para verificar quais as vontades da população e cursos de interesse na região. A comissão irá fazer um estudo, vamos arrumar um recurso para que seja possível implementar os primeiros cursos iniciando pelo do Direito. Eu vejo esta disposição do reitor Laércio e do próprio Governador e intermediarei este projeto”, afirmou o deputado.

A audiência contou com a presença da população e jovens interessados na ida da universidade para a cidade. O presidente da Casa de Leis também enfatizou a necessidade em ter cursos profissionalizantes para que haja mão de obra qualificada para atender a demanda de novas empresas que estão chegando para ficar e tornar Chapadão uma região industrial.

Senado apreciará projeto de Dagoberto Nogueira que torna idioma indígena cooficial

Parlamentar aliado da causa indígena defende idioma original em suas comunidades

Foi aprovada na última quarta-feira (6), e segue para o Senado, o Projeto de Lei 3074/19 de autoria do Deputado Dagoberto Nogueira (PSDB), que torna os idiomas indígenas, línguas cooficiais nos municípios que têm comunidades indígenas no país.

Legenda   O projeto de Lei significa a valorização da pluralidade cultural e linguística do país Foto Divulgação

A iniciativa visa, por meio do processo da cooficialização das línguas indígenas nos municípios brasileiros que possuem as comunidades ampliar a todos esses povos a garantia de utilização das respectivas línguas e preservar as particularidades socioculturais de cada etnia, fundamentais para a manutenção da organização social, costumes, línguas, crenças e tradições de cada grupo.

“O projeto de Lei de minha autoria aprovado ontem na CCJ configura como um dos mecanismos possíveis para alcançar os propósitos tanto da legislação nacional quanto internacional de proteção das línguas originárias dos povos indígenas, contribuindo, consequentemente, para a valorização da pluralidade cultural e linguística do país.”, explicou o deputado.

A diversidade linguística e cultural é uma riqueza que precisa ser melhor conhecida, documentada e preservada. Apenas no Mato Grosso do Sul são aproximadamente 61 mil indígenas. O projeto propõe que nos locais que haja povos indígenas o dialeto seja considerado o idioma originário, independente do português.

Conforme Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), temos 274 línguas indígenas faladas por indivíduos pertencentes a 305 etnias diferentes.

 

“É um absurdo os bancos tomarem as casas das pessoas, votei contra isso”, afirma Dagoberto

Dos 360 parlamentares que participaram da votação, 206 votaram a favor do projeto de lei e 153 foram contrários à proposta. Não houve abstenções

“Isso é um absurdo, os bancos tomarem as casas das pessoas, não foi com meu voto”, diz Dagoberto ao informar que sempre esteve em 4 mandatos sempre atentos as causas populares. ‘Cumpri todas as minhas promessas, consegui com o trânsito que tenho na Câmara dos Deputados liberar recursos para todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul”, calculou.

Dagoberto falou que aqui em MS, dos 8 deputados federais apenas 2 são progressistas

Sobre o cenário nas eleições estaduais, Dagoberto afirmou que além de ser seu amigo pessoal, Eduardo Riedel (PSDB), é o mais preparado. “Nas duas eleições do Reinaldo Azambuja não estive com ele, quando soube que Riedel seria o nome escolhido pelo governador, me decidi na hora”, comentou.

Tranquilo no PSDB, Dagoberto falou que aqui em MS, dos 8 deputados federais apenas 2 são progressistas, e que os trabalhadores vem perdendo todas as votações no Congresso, “perdemos com a Reforma Trabalhista, da Previdência, com a Reforma Sindical, nós não passamos de 140 deputados progressistas, então o eleitor tem que se atentar em votar, o que culminou com o benefício as instituições que mais ganham dinheiro no país, os bancos”, finalizou.