Elizeu Borges tinha 60 anos e era guarda municipal
Elizeu Borges, 60 anos, foi encontrado morto esta manhã (24) na sala da Gedoc (Gestão de Documentos e Arquivos de Campo Grande) da prefeitura, na Vila Progresso., na Capital.
Peritos da Polícia Civil foi ao local (Foto: Bruna Marques)
Ele era guarda municipal e foi encontrado pelo colega que chegou ao local às 7h para a troca do plantão.
Elizeu encontrado caído no sofá da guarita, no terreno onde ficam o almoxarifado e o Gedoc da prefeitura, localizado na rua Dona Dorinha de Figueiredo.
A delegada Joilce Silveira Ramos, da Depac/Cepol (Delegacia Especializada de Pronto Atendimento Comunitário), disse que, inicialmente, trata-se de morte natural, já que não há vestígios de crime ou marcas de violência, mas será registrado como morte a esclarecer.
O corpo será encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) para se determinar a causa da morte.
Caso ocorreu em São Carlos (SP) e suspeito fugiu após o crime; segundo a polícia, ele e a vítima tiveram um desentendimento
Um homem de 41 anos morreu após ser atropelado por uma retroescavadeira, conduzida por um colega de trabalho, na manhã de quarta-feira, 22, no município de São Carlos, no interior de São Paulo. Vídeos de câmeras de monitoramento flagraram o crime (veja abaixo, imagens são fortes).
O caso ocorreu rua Georg Ptak, no bairro Vila Lutfalla. Policiais militares foram acionados, via Copom, para atender a ocorrência. No local, foi constatado que a vítima e o autor trabalhavam na mesma empresa e tiveram um desentendimento.
Segundo a Polícia Civil, o autor estava na condução de um trator e atingiu propositalmente a vítima, que conduzia uma motocicleta. Com a vítima caída, o homem ainda atingiu o rapaz novamente e fugiu do local. A retroescavadeira foi localizada e apreendida.
Ambos eram funcionários do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de São Carlos. A vítima foi identificada como Iebel Garcia Silva e o suspeito como Milton César Magalhães, de 44 anos.
Na foto, vítima do atropelamento e momento em que foi atingida pelo colega de trabalho Foto: Reprodução/EPTV/Redes Sociais
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado após o atropelamento. O obito da vítima foi constatado no local.
O caso foi registrado como homicídio na Delegacia Seccional de São Carlos. “Diligências prosseguem, visando a localização do autor”, informou a Polícia Civil.
Por volta das 10h desta quinta-feira (04), uma equipe da Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência de esfaqueamento na Escola Estadual Fernando Saldanha. O autor foi indiciado por lesão corporal dolosa.
De acordo com informações policiais, dois adolescentes brigaram na escola e um menor, de 17 anos, esfaqueou o outro aluno, de 15 anos, com um golpe na região das costas. A vítima foi encaminhada para o Hospital Regional para atendimento médico.
Foto Divulgação
No local, a Polícia Militar averiguou que os menores iniciaram uma discussão no corredor da escola por motivos fúteis, até que entraram em luta corporal.
Até que o menor infrator pegou o canivete que estava no seu bolso e atingiu a vítima com um golpe no lado esquerdo das costas, tentando ainda desferir um segundo golpe.
Entretanto, a vítima relatou que teria conseguido impedir o segundo golpe ao segurar o canivete com a própria mão, o que também lhe causou um corte no dedão da mão direita.
Os outros alunos conseguiram intervir e separar a briga, levando ao conhecimento da direção da escola.
Diante dos fatos, o menor infrator foi encaminhado juntamente com o canivete utilizado no ato para a delegacia de Polícia Civil.
A procuradora geral do município de Registro, no interior de São Paulo, foi agredida por um colega de trabalho, – também procurador -, nesta segunda-feira, 20. Um vídeo obtido pelo Terra mostra o momento em que Gabriela Samadello, de 39 anos, sofre agressões e xingamentos por parte do profissional Demétrius Oliveira de Macedo, de 34 anos. A ocorrência é acompanhando pela Polícia Civil.
O caso ocorreu na Rua José Antônio de Campos, no Centro, em uma repartição pública da Prefeitura de Registro, por volta das 16h50 desta segunda. Conforme registrado no boletim de ocorrência, a vítima compareceu à delegacia com sangramento e ferimentos no rosto, relatando que foi ofendida e agredida com socos e chutes pelo procurador.
À polícia, a procuradora contou que trabalha no mesmo local que o agressor e que estava em sua sala de trabalho, próxima a outra funcionária, a qual havia comentado que havia procurado por Demétrius e que ele aparentava não estar bem.
Segundo a procuradora, em seguida, Demétrius saiu da sala dele, foi em direção a ela e desferiu uma cotovelada que acertou sua cabeça, sendo arremessada contra a parede. Após isso, ela afirma que ele continuou a espancá-la com socos e chutes.
A vítima contou que caiu no chão em meio às agressões, mas, ainda assim, o colega continuou batendo nela. A outra funcionária tentou contê-lo, mas ele também a empurrou em direção à porta.
Ainda segundo Gabriela relatou à polícia, ela continuou a ser agredida e xingada pelo procurador, apesar de mais funcionárias tentarem contê-lo. Após levar diversos socos e chutes, a vítima caiu no interior da sala de outra profissional, que no intuito de protegê-la fechou e trancou a porta. Foi nesse momento que, conforme conta, outros dois colegas de traballho conseguiram conter o agressor.
A vítima foi socorrida ao pronto-socorro e o caso registrado como lesão corporal pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Registro. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informa que a equipe da unidade já ouviu a vítima e o agressor e aguarda o resultado dos exames periciais para análises e elucidação dos fatos. Detalhes serão preservados para garantir a autonomia ao trabalho policial.
Vítima teve ferimentos no rosto após ser agredida por procurador em SP Foto: Arquivo Pessoal
Processo disciplinar contra o agressor
A procuradora relatou à polícia que recentemente solicitou à Secretaria de Administração a abertura de processo disciplinar contra o procurador, devido ao comportamento ríspido que ele estava tendo com outros colegas de trabalho. E que na data da agressão havia saído no Diário Oficial que foi formada uma comissão para apurar os fato, motivo pelo qual acredita que foi agredida.
Para a procuradora, ele não se confirmou pelo fato dela, sendo mulher, ter tomado uma providência sobre as atitudes dele.