Câmara vai discutir vínculo entre motoristas de aplicativos

Debate levanta pautas sobre os direitos trabalhistas, de saúde e previdência

Vereadora Luiza Ribeiro convoca Audiência Pública para discutir a regulamentação do trabalho dos profissionais de aplicativos, Audiência Pública desta segunda-feira (3), na Câmara Municipal de Campo Grande, vai discutir o vínculo entre motoristas e aplicativos de transportes, na Capital.
O debate acontece a partir das 9h no Plenário Oliva Enciso, na sede da Casa de Leis, com transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube.

A audiência foi solicitada pelo Sindicato dos Motoristas de Mobilidade Urbana (SINDIMOB/MS) com o objetivo da classe ser ouvida, pois esse tema já está sendo debatido no cenário nacional.

Participam também o Procurador Paulo Douglas do MPT, o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego Jaber Candido, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Vereadores e representantes sindicais da classe (SINDIMOB/MS; SIMPROMES/MS; FETRAMOTO/Nacional; CUT/MS).

“Sabemos que no Brasil as empresas de aplicativos exploraram os trabalhadores que não têm direitos trabalhistas, de saúde e de previdência garantidos. Precisamos regulamentar isso”, afirmou a vereadora

Com nome de solteira, Elize Matsunaga vira motorista de app no interior de SP

Elize já cumpriu 10 dos 16 anos da pena pelo assassinato de Marcos Matsunaga, herdeiro do grupo Yoki Alimentos

Elize Matsunaga, condenada por matar e esquartejar o marido em 2012, está fora da prisão desde maio do ano passado, quando passou a cumprir liberdade condicional. Na nova fase, Elize agora trabalha como motorista de aplicativo na cidade de Franca, a cerca de 400 km da capital São Paulo.

Elize Matsunaga cumpriu 10 anos de prisão Foto: Reprodução/Netflix

A informação foi divulgada pelo jornalista Ullisses Campbell, que escreveu a biografia Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido. Segundo Campbell, Elize é avaliada com nota 4,80 pelos usuários do serviço em uma das plataformas. Ela optou por deixar de lado o nome de casada, passando a usar o sobrenome Araújo Giacomini.

Elize já cumpriu 10 dos 16 anos da pena pelo assassinato de Marcos Matsunaga, herdeiro do grupo Yoki Alimentos. Atualmente, ela dirige um Honda Fit prata e busca dificultar ser identificada pelos passageiros.

Além disso, Elize também abriu um ateliê de costura para venda de produtos para pets. A situação se assemelha à vivida por Suzane von Richthofen, que passou para o regime aberto após 20 anos na prisão. Suzane usou os conhecimentos adquiridos nos cursos oferecidos na prisão para começar a vender sandálias personalizadas.

Motorista de aplicativo é sequestrado quando finalizava corrida em Campo Grande

Um motorista de aplicativo, de 49 anos, foi sequestrado quando finalizava uma corrida, no Bairro Universitário, em Campo Grande, na madrugada desta quinta-feira (27). O passageiro que havia acabado de descer do carro, presenciou toda a ação e acionou a Polícia Militar.

Conforme registro policial, o homem havia deixado o passageiro na região do terminal rodoviário da capital, quando foi abordado pelos suspeitos, que colocaram objetos na via, obrigando o motorista a parar o carro.

A vítima foi rendida pelos homens, que estavam armados com facas, amarrada e presa no porta malas.
A polícia, o motorista disse que foi ameaçado de morte e que ficou rodando com os suspeitos, preso no porta-malas, por pelo menos 2 horas, sendo liberado no Bairro Jardim Noroeste.

De acordo com boletim de ocorrência, os criminosos deixaram o carro do motorista, mas fugiram levando a carteira da vítima, três celulares e R$ 500.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol, como roubo qualificado e será investigado.

Vídeo: Mulher nega pagar mais pela corrida e apanha de motorista de aplicativo

Uma câmera de segurança registrou uma briga entre um motorista de aplicativo e uma passageira, no último domingo (29), no bairro José Geraldo da Cruz, em Juazeiro do Norte, na Região do Cariri. Segundo a mulher, o homem ficou irritado ao observá-la tentar capturar a imagem da placa do veículo, após ela se recusar a pagar um valor acima do estipulado pela plataforma de transporte.

Nas imagens, é possível constatar o momento em que ambos discutem após a passageira ter desembarcado do automóvel. Em seguida, o condutor se aproxima e parece tomar o celular das mãos dela, que tentar recuperá-lo e os dois iniciam uma briga corporal.

Em entrevista à TV Verdes Mares, a autônoma Camila Andrade, relatou que, ao embarcar no veículo, o motorista a informou que o valor da corrida seria acima da informada no aplicativo. Por descordar da abordagem e ter considerado a postura do homem rude, ela decidiu sair do carro.

Em seguida, a mulher tentou registrar a placa do automóvel, com intuito de denunciá-lo à plataforma de transporte. Nesse momento, ela disse que o condutor bateu na mão dela e pegou o celular que ela segurava. Para recuperar o aparelho, Camila afirmou ter tentado retirá-lo da mão do homem, além de pedir ajuda aos vizinhos.

A autônoma relatou que verificou que o celular estava no calção do homem e, ao tentar pegá-lo, o condutor a agrediu, com tapas, arranhões e puxões de cabelo.

À emissora do Sistema Verdes Mares, o homem, que preferiu não ser identificado, negou que tenha sido rude ao solicitar o valor a mais. Ele confirmou que bateu na mão da mulher e pegou o celular dela após constatar que ela estava o filmando.

Ainda conforme a versão do condutor, quem iniciou as agressões foi a passageira e ele teria revidado e que se arrepende dessa atitude. O motorista ainda disse que não seguirá trabalhando como motorista de aplicativo e está recebendo ameaças nas redes sociais após o caso.O motorista de aplicativo que agrediu uma passageira durante uma discussão foi banido da plataforma 99 e de apps que atuam em Juazeiro do Norte. A 99 disse que “lamenta profundamente o caso e repudia veementemente o ato de violência contra a passageira Camila”. A empresa baniu o motorista e mantém contato com a passageira para prestar suporte, além de estar disponível para colaborar com as investigações. Em nota, a 99 destacou o respeito mútuo como “base de tudo e obrigatório para utilização do app”.