O Estado registrou as três primeiras mortes por Influenza neste ano, segundo boletim divulgado nesta manhã (10), pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).
No ano passado, 113 pessoas morreram no Estado por complicações de saúde atribuídas a Influenza
Trata-se de um bebê que tinha menos de um ano de vida, uma criança com idade entre 1 e 9 anos, além de um idoso com idade acima de 80 anos.
Mato Grosso do Sul contabiliza atualmente 1.640 casos notificados de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em 2023.
Deste total, após testes em laboratório, 44 foram confirmados para Influenza, sendo oito do tipo “A” e 36 do tipo “B”.
No ano passado, 113 pessoas morreram no Estado por complicações de saúde atribuídas a Influenza. Uma das vítimas morreu diagnosticada com Influenza tipo “B”, três por Influenza tipo “A” H1N1, 105 por Influenza tipo “A” H3N2, além de quatro casos não “subtipados”.
O Boletim Epidemiológico da Influenza é elaborado pela Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.
O crime aconteceu há um mês, na área rural de Anaurilândial, leste de Mato Grosso do Sul
A Polícia Civil de Anaurilândia, a 372 km de Campo Grande, indiciou três pessoas, de 24, 33 e 50 anos, por triplo homicídio. O crime contra três vítimas aconteceu em fevereiro deste ano, na zona rural do município.
Três homens morrem esfaqueados e a tiros em MS após briga de bar por causa de arma — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Segundo a polícia, três homens, sendo um de 57 anos e dois com 36 anos, foram mortos após uma briga envolvendo familiares em um bar.
Crime Conforme apurado pela Polícia Civil, Naldo, de 36 anos, se desentendeu com João Valdecir Gomes Dias, de 57 anos, que tentou pegar a arma dizendo que iria entregá-la a polícia. Momento em que a esposa de Naldo, de 24 anos, tentou impedir e foi para cima de João.
Nesse momento começou uma briga generalizada e um outro homem, conhecido como Paulo, de 36 anos, se envolveu. Em seguida, houve um disparo da arma e Naldo iniciou as agressões violentas.
A polícia conta que, não satisfeito com as graves lesões, Naldo foi até a cozinha do bar e pegou duas facas. Com uma em cada mão, o suspeito desferiu diversos golpes nos homens, com a ajuda da esposa, autuada em flagrante.
Após as facadas, o irmão de João Valdecir, de 50 anos, chegou ao local com uma espingarda e viu o irmão caído. Momento em que efetuou vários disparos, atingindo Naldo na barriga e no tórax. O suspeito foi autuado por Homicídio e Porte Ilegal de Arma de Fogo.
Terceiro suspeito Durante a investigação, a polícia identificou a participação de um terceiro envolvido no homicídio de João, uma vez que as graves lesões identificadas na cabeça da vítima não foram praticada por Naldo e nem por sua esposa.
Conforme a polícia, o suspeito, de 33 anos, teria se aproveitado do momento para pisar em João, o que causou traumatismo cranioencefálico na vítima e, segundo o exame necroscópico, foi a causa da morte.
Pecuarista foi morta em MS após se negar a fazer pix de R$ 50 mil para funcionárias
Andreia Aquino Flores, de 38 anos, foi encontrada morta em sua casa, em um condomínio de luxo em Campo Grande. Além das duas funcionárias, mãe e filha, também foi indiciado pelo crime um cunhado da mulher mais velha.
Andreia, pecuarista morta durante assalto a condomínio em área nobre de Campo Grande. — Foto: Redes Sociais
A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) indiciou, nesta segunda-feira (8), Lucimara Rosa Neves, de 43 anos, Jéssica Neves Antunes, de 24 anos, e Pedro Ben Hur Ciardulo, de 21 anos, pela morte de Andreia Aquino Flores. Os três são acusados de matar a pecuarista depois dela se negar a fazer uma transferência de R$ 50 mil.
Pedro Ben Hur acusado de matar pecuarista em Campo Grande – Crédito: Osvaldo Duarte / Dourados News
Andreia, de 38 anos, foi asfixiada e morta em sua casa, dentro de um condomínio de luxo, em Campo Grande. Entre os suspeitos, estão mãe e filha, ambas funcionárias da vítima, que planejaram assalto.