• Campo Grande MS, 31 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 31 de agosto de 2026

Alerta:PMMA é proibido pelo CFM após morte de maquiadora

  • 30 de maio, 2026
  • Saúde
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Resolução nº 2.461/2026 veta uso da substância em procedimentos estéticos e reparadores em todo o Brasil. A única exceção é para tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV/Aids no SUS.

A morte da maquiadora sul-mato-grossense Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira de 48 anos, 24h após a aplicação de 300ml de PMMA retomou a discussão sobre os perigos da substância e provocou reação do Conselho Federal de Medicina.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu, nesta sexta-feira (29/05), o uso de PMMA (polimetilmetacrilato) como substância preenchedora em procedimentos estéticos e reparadores em todo o Brasil.
A medida, que entra em vigor na próxima terça-feira (02/06), foi anunciada três dias após a morte da maquiadora sul-mato-grossense Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira, de 48 anos, que passou mal e faleceu após aplicação do produto em clínica de São Paulo.

A proibição está prevista na Resolução nº 2.461/2026, que será publicada no Diário Oficial da União no dia 2 de junho.

A nova norma impede médicos de utilizarem PMMA tanto para fins estéticos quanto reparadores. A única exceção vale para pacientes com HIV/Aids que necessitam de tratamento para lipodistrofia — condição caracterizada pela perda anormal de gordura corporal — e apenas em unidades de alta complexidade credenciadas pelo SUS, seguindo protocolos do Ministério da Saúde.

Morte de mulher após aplicação de PMMA: entenda os riscos da substância

O que é PMMA e por que é perigoso
O PMMA é formado por microesferas sintéticas permanentes suspensas em gel. Diferentemente de preenchedores reabsorvíveis, como o ácido hialurônico, o material não é absorvido pelo organismo e permanece no local da aplicação indefinidamente. Por isso, quando ocorrem complicações, a retirada costuma ser complexa e muitas vezes exige novas cirurgias.

Especialistas alertam há anos que o uso de PMMA para fins estéticos pode provocar infecções graves e choque séptico, embolias (obstrução de vasos por partículas do material), inflamações crônicas e granulomas, deformações permanentes na região aplicada e até morte, em casos de complicações sistêmicas como parada cardiorrespiratória.

O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, afirmou em nota que a medicina dispõe atualmente de alternativas consideradas mais seguras e que estudos e relatos acumulados ao longo dos anos demonstraram que os riscos do PMMA superam seus possíveis benefícios.

Hall do prédio em SP onde fica a clínica que realizou o procedimento estético em Roseli, inserindo  300 ml de PMMA nos glúteos. Roseli chegou desacordada ao local e morreu ali.

Morte de Roseli reacende debate e acelera decisão
Roseli Fernandes viajou de Jardim, Mato Grosso do Sul, para São Paulo e realizou procedimento estético nos glúteos e na parte posterior das coxas em clínica no bairro Brooklin, zona sul da capital. Segundo a imprensa paulista, ela teria pago cerca de R$ 50 mil pela intervenção.

Aplicados 300 ml de PMMA nas regiões, no dia seguinte Roseli começou a sentir dores intensas, falta de ar, mal-estar e taquicardia. Durante o deslocamento de volta à clínica, perdeu a consciência dentro de um carro de aplicativo. Imagens de câmeras de segurança mostram a paciente chegando desacordada ao edifício do consultório e falecendo no hall do prédio, mesmo com tentativas de reanimação na manhã de terça-feira (26/05).

O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo, que aguarda laudos do IML para determinar a causa da morte e verificar a relação com o procedimento. Um dia após o óbito, o filho da vítima, Emerson Vieira Júnior, cobrou justiça em vídeo à imprensa: Espero esclarecimentos sobre o caso e pedimos responsabilização dos envolvidos caso sejam constatadas irregularidades.

Em 2024, a influenciadora digital Aline Ferreira morreu após preenchimento nos glúteos com PMMA  e de ter ficado 9 dias internada.

Mais mortes associadas ao PMMA antes de 2026
Roseli não foi a única vítima. Casos fatais recentes confirmam o padrão de risco. Em 2024, a influenciadora digital Aline Ferreira morreu após preenchimento nos glúteos com PMMA. Aline permaneceu internada por 9 dias e não resistiu. Em janeiro de 2025, Adriana Barros Lima Laurentino, de 46 anos, morreu horas após procedimento semelhante em clínica do Recife; o médico foi preso preventivamente. Em 2025, a empresária Grazielly da Silva Barbosa tornou-se ré por provocar a morte de Aline Ferreira — ela se passava por biomédica e a clínica não tinha alvará.

Posicionamento da Anvisa e da Sociedade Brasileira de Dermatologia
A Anvisa ainda não proibiu a comercialização do PMMA, mas mantém restrições rigorosas. Em informe de segurança publicado em 2026, a agência reforçou que o PMMA não possui indicação para aumento de volume corporal exclusivamente por motivos estéticos e alertou sobre riscos de uso off label (fora das indicações aprovadas em bula).

A agência também proibiu manipulação em farmácias de quaisquer produtos à base de PMMA, incluindo preenchedores e bioestimuladores para uso estético.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) manifestou apoio à proibição do CFM e voltou a defender o fim do uso da substância em procedimentos estéticos devido ao potencial de causar complicações graves.

O que muda para pacientes e profissionais
A partir de 2 de junho de 2026, médicos não poderão mais utilizar PMMA em procedimentos estéticos ou reparadores no Brasil. A decisão vale apenas para médicos; a regulamentação da Anvisa sobre a comercialização segue separada.

Para pacientes, o alerta é claro:

Não faça procedimentos com PMMA em glúteos, coxas, pernas, rosto ou qualquer outra região. Exija conhecer o nome e os componentes do produto antes de qualquer aplicação.

Prefira preenchedores reabsorvíveis, como ácido hialurônico, com registro na Anvisa e indicação aprovada para a região. Desconfie de preços muito baixos ou de clínicas que não oferecem informações claras sobre o material usado.

Se sentir dor intensa, falta de ar, febre, inchaço desproporcional ou manchas após procedimento, procure atendimento médico imediatamente.

Por que essa decisão pode salvar vidas
A proibição do CFM responde a anos de alertas de especialistas e a uma série de mortes evitáveis. O uso de PMMA para estética representa risco desnecessário quando há alternativas mais seguras disponíveis. Ao vetar o procedimento, o conselho protege pacientes de complicações graves e de um material que, uma vez injetado, não pode ser totalmente removido.

A decisão do CFM é um marco importante para a segurança da paciente brasileira. Agora, a expectativa é que a Anvisa acompanhe a medida com restrições definitivas à comercialização e uso do PMMA fora das exceções terapêuticas aprovadas.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorAdriane pressiona sua base tentando escapar da CPI da Saúde 
PróximoCorreção das falhas: Anvisa libera produtos da Ypê fabricados a partir de 1º de abril Next
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Após 5 anos: Aviões roubados em MS, incluindo o de Almir Sater são localizados na Bolívia 

29 de agosto de 2026

Clássico no Maracanã: Flamengo x Botafogo jogam domingo 15h pelo Brasileirão

29 de agosto de 2026

Tamires entra no top-10 de maiores artilheiras da história do Corinthians

29 de agosto de 2026

Porte de arma tramita para 10 novas profissões no Brasil e pedido vai ficar mais fácil

29 de agosto de 2026

Servidora municipal é presa por furto de joias e semijoias em Campo Grande

29 de agosto de 2026

Conta de luz terá bandeira amarela em setembro e acréscimo pelo 5º mês seguido

29 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com