Presidente estadual do PL, ex-governador aposta no potencial político e representativo dos partidos do bloco.

Por enquanto consolidado entre partidos como o PL, o PP e União Brasil, o bloco que abriga a direita e a centro-direita em Mato Grosso do Sul cultiva a ambição de unificar todas as suas forças para fazer em 2026 o enfrentamento dos adversários, que mais uma vez deverá ser a frente de centro-esquerda liderada pelo PT. O ex-governador e presidente regional do PL, Reinaldo Azambuja, não hesita em demonstrar total confiança no poderio do bloco que lidera.
Para corroborar sua certeza, ele enfatiza: “O PL é uma das forças políticas mais expressivas no estado. São dois deputados federais, três estaduais, 24 prefeitos, 10 vices e mais de 65 vereadores alinhados pelos mesmos valores”. E emenda: “Começamos um movimento de expansão, que consolidará o fortalecimento da direita e da centro-direita no Estado. A construção da unidade amplia as nossas bases e prepara o partido para as eleições locais e nacionais”.
A definição completa das chapas majoritária e proporcional só será conhecida após um processo democrático e participativo, com presença ativa das bases nos debates sobre nomes e programas de governo, diz o dirigente. “É rumo a um Brasil com maior liberdade, desenvolvimento e respeito à vontade do povo”, sublinha Azambuja. Por enquanto, estão definidas sua candidatura a senador e a do governador Eduardo Riedel (PP) à reeleição. O senador Nelsinho Trad (PSD) também faz parte do bloco e vai disputar mais um mandato.






