Homem de 57 anos, com mandado de prisão por estupro de vulnerável, avançou contra policial armado no Assentamento Vitória em Pedro Gomes (MS) e morreu no hospital após ser baleado.

Um suspeito de estupro de vulnerável morreu após entrar em confronto com a Polícia Militar na noite desta sexta-feira (29/05), no Assentamento Vitória, em Pedro Gomes(MS), cidade a 326 quilômetros de Campo Grande.
O homem, identificado como Adailton Rosa da Silva, de 57 anos, foi baleado por um policial durante tentativa de abordagem e não resistiu aos ferimentos. Ele tinha mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 9 anos, registrado no estado de Mato Grosso, e também era investigado por tentativa de estupro contra uma jovem de 19 anos.
Segundo a Polícia Militar, equipes da 4ª CIPM (Força Tática da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar) de Chapadão do Sul estavam em operação na cidade quando foram acionadas pela Polícia Civil para apoiar o cumprimento da ordem judicial. Os policiais seguiram até o Assentamento Vitória, onde localizaram o suspeito.
Ao ser informado sobre o mandado de prisão e de que seria conduzido à delegacia, Adailton passou a questionar a abordagem e não obedeceu às ordens da equipe. Ele pegou um facão que estava próximo e avançou contra um dos militares. Diante da agressão, um dos policiais efetuou disparo de arma de fogo para conter o ataque.
Os policiais socorreram o suspeito e o levaram ao hospital de Pedro Gomes, mas ele não resistiu e morreu após dar entrada na unidade de saúde. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Pedro Gomes e será investigado.
A Polícia Militar informou que a operação foi realizada com segurança e que não houve outros feridos.
A Polícia Militar reforça que o uso da força é necessário apenas quando há risco de vida para os policiais ou para terceiros. Em comunicado, a corporação destacou que “o policial age dentro dos protocolos de segurança e sempre busca evitar fatalidades”.
Se você tiver informações sobre crimes contra crianças e adolescentes, procure a Delegacia de Polícia Civil ou ligue para o Disque 100, serviço nacional de denúncias de violações de direitos humanos.






