Município comemora seu 72º aniversário prestando homenagem para agradecer apoio do ex-governador.

Pré-candidato ao Senado, o ex-governador e presidente do Diretório Estadual do PL, Reinaldo Azambuja, recebe manifestações de carinho, apoio e agradecimento por onde passa. Na quarta-feira (29/07), ele viajou a Cassilândia para participar, com o governador Eduardo Riedel, de eventos alusivos aos 72 anos da cidade.
Organizadores da Festa do Peão, dirigentes do Sindicato Rural e o prefeito Rodrigo Freitas (PP) prestaram a ele uma significativa homenagem.
A fivela dourada que recebeu das mãos do prefeito tem um elevado valor simbólico para os cassilandenses. Representa compromisso com as causas locais, trabalho, cooperação e gratidão. A fivela remete à cultura e costumes locais, que na data de aniversário do município tem programas e eventos típicos do ambiente simples do campo, como as tradicionais Festa do Peão de Boiadeiro e a Cavalgada.

Segundo o prefeito, esta homenagem simboliza o reconhecimento e a gratidão ao valor e à importância das iniciativas de Azambuja para atender às reivindicações locais, além de reverenciar sua trajetória na vida pública como prefeito, deputado estadual, deputado federal e governador.
Azambuja disse que a homenagem o deixa ainda mais motivado, porém ressalva que apenas cumpriu seu papel e honrou os compromissos assumidos. Ele vê Cassilândia como exemplo concreto do que acontece quando os recursos chegam onde realmente importam.
“Precisamos de um parlamento forte, especialmente no Senado, que cuida dos estados, para que os recursos sejam melhor distribuídos”.(Reinaldo Azambuja)
Referência
Para Azambuja, Cassilândia é uma referência de desenvolvimento. Creditou a diversificação e os avanços da economia local aos investimentos feitos durante sua gestão à frente do Estado, de 2015 a 2022.
“Hoje, Cassilândia mostra seu potencial na diversidade, explorando a pecuária, a laranja, a cana-de-açúcar, a madeira, entre outros produtos. Tudo isto resulta de investimentos em infraestrutura, moradias, saúde e educação que fizemos em oito anos de governo”, salientou.
Ele não deixou de cobrar a responsabilidade do governo federal na destinação dos recursos, opinando ser necessário mudar este processo e aproximar as verbas de onde a população vive e trabalha, deduzindo que seria direto o impacto na geração de emprego e renda. Azambuja também conversou com produtores rurais e reforçou a importância de um Congresso atuante na distribuição das verbas públicas.
O papel do Senado é dos mais relevantes, avaliou. “Precisamos de um parlamento forte, especialmente no Senado, que cuida dos estados, para que os recursos sejam melhor distribuídos e cheguem em obras e serviços em benefício do povo, em todos os mais de 5 mil municípios”, advogou.
Ao propor novo pacto federativo, cuja vigência projeta a partir de 2027, criticou a concentração dos recursos arrecadados nas mãos do Governo Federal, enquanto as cidades sofrem para equilibrar as contas. “Não podemos aceitar que a União concentre a maior parte dos recursos, e as cidades, na linha de frente do atendimento à população, enfrentam dificuldades para fechar as contas e investir”, acrescentou.






