Porto Murtinho se prepara para os últimos três metros da obra. Ponte Heitor Miranda vai reduzir tempo e custo do transporte agropecuário até o Pacífico e fortalecer exportações de carne para a China.

A ponte que conecta Mato Grosso do Sul ao Paraguai, parte fundamental da Rota Bioceânica, está em sua fase final de construção. Restam apenas três metros para o encontro — o chamado “beijo” — entre as duas partes construídas ao longo de quatro anos.
Após os ajustes necessários nos cabos tirantes, a obra deve ser oficialmente entregue em julho deste ano, com previsão mais específica para o dia 8 de julho, segundo o prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra (PSDB). “Faltam três metros, estão nos ajustes dos cabos tirantes. Deve estar pronta no próximo dia 8”, afirmou Cintra.
A pedra fundamental da Ponte Bioceânica foi lançada em dezembro de 2021, e as obras começaram em janeiro de 2022.
O trecho brasileiro da ponte, que atravessa o Rio Paraguai entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta (Paraguai), foi oficialmente nomeado Ponte Heitor Miranda dos Santos, após aprovação do Projeto de Lei nº 780/23 pela Câmara dos Deputados.
Como a ponte vai mudar o transporte em Mato Grosso do Sul
A ponte Heitor Miranda é um dos principais elos da Rota Bioceânica (também chamada de Bioceânica de Capricórnio), corredor logístico que vai ligar o Brasil ao litoral do Pacífico, passando por Paraguai, Argentina e Chile. Para Mato Grosso do Sul, a obra representa uma transformação estrutural na logística e no comércio internacional.
Redução de tempo e custo
A rota reduzirá em até 17 dias o transporte entre Brasil e Ásia, especialmente em direção à China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil e grande importadora de carne produzida em Mato Grosso do Sul.Haverá redução de tempo e custo do transporte até os portos do Pacífico, beneficiando diretamente o agronegócio e o setor exportador.
Competitividade para produtos de MS
MS ganha competitividade para seus produtos, sobretudo carnes e commodities agropecuárias. A rota oferece corredores rodoviários aprimorados, acesso facilitado à logística internacional e um novo canal para exportações.

Transformação estrutural para o Estado
Para Mato Grosso do Sul, a Rota Bioceânica não é apenas uma ponte: é um novo eixo logístico que integra o Estado ao comércio global de forma mais rápida, eficiente e com menores custos. A ponte Heitor Miranda será o ponto de saída internacional de MS para o Paraguai e, por consequência, para toda a rota que chega ao Pacífico.
Últimos três metros: ponte Heitor Miranda que liga MS ao Paraguai pela Rota Bioceânica fica pronta em julho e vai revolucionar o transporte em Mato Grosso do Sul. Porto Murtinho se prepara para acabamento dos cabos tirantes; obra iniciada em 2022 promete reduzir tempo e custo do escoamento agropecuário até o Pacífico e fortalecer exportações de carne para a China.
A ponte que conecta Mato Grosso do Sul ao Paraguai, parte fundamental da Rota Bioceânica, está em sua fase final de construção. Restam apenas três metros para o encontro — o chamado “beijo” — entre as duas partes construídas ao longo de quatro anos. Após os ajustes necessários nos cabos tirantes, a obra deve ser oficialmente entregue em julho deste ano, com previsão mais específica para o dia 8 de julho, segundo o prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra (PSDB).“Faltam três metros, estão nos ajustes dos cabos tirantes”, complementou Cintra.
A pedra fundamental da Ponte Bioceânica foi lançada em dezembro de 2021, e as obras começaram em janeiro de 2022. O trecho brasileiro da ponte, que atravessa o Rio Paraguai entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta (Paraguai), foi oficialmente nomeado Ponte Heitor Miranda dos Santos, após aprovação do Projeto de Lei nº 780/23 pela Câmara dos Deputados.

Como a ponte vai mudar o transporte em Mato Grosso do Sul
A ponte Heitor Miranda é um dos principais elos da Rota Bioceânica (também chamada de Bioceânica de Capricórnio), corredor logístico que vai ligar o Brasil ao litoral do Pacífico, passando por Paraguai, Argentina e Chile. Para Mato Grosso do Sul, a obra representa uma transformação estrutural na logística e no comércio internacional.








