Estado tem condução responsável e gasta mais com as pessoas que com a máquina, afirma titular da Sefaz.

“Nosso desafio continua o mesmo: manter o equilíbrio fiscal e qualificar os gastos públicos para que cada decisão tenha impacto real na vida da população!
Com as contas sob controle, a saúde financeira preservada e caixa para conservar o fôlego no cumprimento dos compromissos inadiáveis, como a folha salarial dos servidores, Mato Grosso do Sul chega ao fim de mais um exercício administrativo pronto para planejar e executar novas e vitoriosas intervenções em 2026. Para o titular da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), Flávio César, o êxito de gestão que consagrou o Estado como referência nacional tem uma razão determinante: sua governança.
“Se Mato Grosso do Sul é referência nacional, isto não acontece por acaso. É um fruto da condução responsável do governador Eduardo Riedel e da atuação dedicada de cada secretário, de cada equipe e cada servidor que entende o papel do serviço público como instrumento de transformação”, define.
O secretário passou toda a semana passada em reuniões com os colegas titulares e adjuntos das pastas estaduais, para trocar ideias sobre os cenários de hoje e amanhã.
“Percorri diversas secretarias, reencontrei os colegas, avaliamos resultados e trocamos ideias sobre o que vem pela frente. E em cada diálogo, uma certeza se repetia: Mato Grosso do Sul chegou até aqui porque muita gente séria, competente e comprometida está remando na mesma direção”, relata.
Flávio César ressalva: as visitas não foram uma formalidade apenas, mas uma ocasião de olhar para 2025 “com lucidez, reconhecer o que avançamos e, sobretudo, alinhar os passos para 2026”.
De olho nas diretrizes e metas traçadas por Eduardo Riedel para o melhor desempenho da governança, Flávio César ressalta que os desafios continuam os mesmos: manter o equilíbrio fiscal, qualificando os gastos públicos e garantindo que cada decisão tenha impacto real na melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Seguimos firmes, com a mesma premissa que sempre defendi: gastar menos com a máquina e mais com as pessoas. É assim que o desenvolvimento aparece nos quatro cantos do Estado”.








