Investimentos, leis e parcerias fortalecidas com os municípios e produtores melhoram proteção dos biomas.

Com três dos biomas brasileiros em seu território (Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica), Mato Grosso do Sul tem hoje um dos sistemas de maior eficácia institucional e operacional para fazer a prevenção contra incêndios florestais.
Além dos investimentos nas estruturas de transporte, logística e reforço de pessoal especializado para atuar nas áreas técnicas e de campo, o governador Eduardo Riedel (PP) dispõe de instrumentos vigorosos, como a Lei do Pantanal e as parcerias com as prefeituras, produtores e ribeirinhos para garantir a preservação dos ecossistemas.

O sistema governamental tornou mais forte e mais ágil a capacidade de mobilização preventiva e de ações emergenciais de combate, cuidando de operações sistemáticas de controle e realizando ações educativas. Uma dessas operações está em curso, por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBM). A corporação acaba de realizar no Parque Estadual Nascentes do Taquari, a queima prescrita, uma técnica de manejo do fogo, planejada, controlada e autorizada. A finalidade é reduzir riscos de grandes incêndios, diminuindo a biomassa do ambiente.
O CBM empregou nesta atividade cinco viaturas, 20 bombeiros, duas aeronaves Air Tractor para combate aos incêndios, abafadores, sopradores e drones. Uma estação meteorológica portátil também foi utilizada. A ação contou com o Instituto Estadual do Meio Ambiente (Imasul), Prefeitura de Costa Rica, Brigada de Incêndio de Alcinópolis e representantes do Núcleo de Estudos do Fogo em Áreas Úmidas, da Fundação Universidade Federal (UFMS).

O êxito da operação demonstrou o preparo da força-tarefa que vai atuar na próxima temporada de estiagem.
A rapidez no atendimento às emergências é um dos itens decisivos da estratégia adotada pelo governo estadual, testada nos grandes incêndios que ocorreram no Pantanal nos últimos anos. Em geral, Riedel idealizou e vem executando procedimentos preventivos, antecipando-se às ocorrências. As operações começam desde o primeiro trimestre.
O PrevFogo/Ibama, o governo federal, as prefeituras, sindicatos rurais e as ONGs (Organizações Não Governamentais) dão musculatura à força-tarefa, nos trabalhos de campo e nas bases de planejamento, inteligência e cobertura científica.








