Conclusão de obra inacabada garantiu ao Estado uma de suas principais bases de conhecimento.
Visitar a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), conversar com professores, estudantes, dirigentes e servidores é uma das atividades que o ex-governador Reinaldo Azambuja inclui entre as mais prazerosas. Apesar da agenda congestionada, ele não perde a chance de conferir a movimentação da comunidade acadêmica no prédio que estava abandonado quando assumiu o primeiro mandato no governo, em 2015.
Azambuja inaugurando a obra e visitando a UEMS com o reitor, Laércio de Carvalho. (Foto: Redes Sociais).
Azambuja tomou posse tendo entre os desafios de sua herança um total de 215 obras inconclusas ou apenas no papel, “herança” do governo anterior. Não hesitou. Lançou o Programa “Obras Inacabadas Zero” e deu cabo de todas em seus oito anos de gestão.
A da UEMS, com um carinho especial, ressalta, frisando que a educação pública é uma das prioridades que diferencia qualquer governo.
Reinaldo Azambuja entrega UEMS em 2015 e reafirma compromisso do Estado em concluir obras. (Foto: Sejusp/Arquivo).
No dia 03 de agosto de 2015, sete meses após sua posse, Azambuja inaugurava o campus da universidade, em Campo Grande, na MS-080, na saída para Rochedo, então com sete blocos e capacidade para 800 alunos.
A moderna e ampla estrutura colocava um fim em 15 anos de atividades educativas em lugares improvisados. Hoje, o espaço universitário próprio abriga cerca de 1.800 estudantes, com mobilidade e conforto.
Para concluir a obra Azambuja investiu R$ 47 milhões. E entregou à população uma instituição de ensino superior dotada de sete blocos e salas de aula, administração, laboratórios, biblioteca, bicicletário, teatro, passarelas, subestação, guaritas, lago artificial e colunas inspiradas em pinturas indígenas.
Inicialmente, a UEMS tinha um quadro de servidores públicos com 150 pessoas.
A universidade iniciou as suas atividades no campus da Capital com os cursos de Medicina e da graduação em Artes Cênicas e Dança; Bacharelado em Letras; Bacharelado em Geografia; Licenciatura em Geografia; Letras (Português-Espanhol e suas Literaturas); Letras (Português-Inglês e suas Literaturas); Pedagogia; Turismo; e Medicina. Os mestrados em Letras, em Educação e de Profissional em Letras também constam da grade de cursos.
Março de 2015, o então Governado REinaldo Azambuja visitando as obras da UEMS, que seriam entregues em agosto daquele ano. (Foto: Arquivo/Marcos Ermínio).
Presença no Estado
“Concluir o prédio da Uems foi uma das primeiras grandes obras paralisadas que retomamos e entregamos”, diz. “Mas o compromisso foi além da estrutura física, porque fortalecemos a universidade, ampliando significativamente a oferta de cursos e consolidando sua presença em todas as regiões de Mato Grosso do Sul”, completa.
“Concluir o prédio da Uems foi uma das primeiras grandes obras paralisadas que retomamos e entregamos”(Reinaldo Azambuja).
Na semana passada, durante visita ao Programa MS Cidadão, em Nova Alvorada do Sul, ele conta ter visto mais uma vez “a UEMS ativa, presente e cumprindo o seu papel de transformar vidas, por meio da educação”. E acrescenta, em vídeo divulgado nas redes sociais: “As universidades públicas sempre poderão contar comigo nesta missão de formar pessoas, gerar conhecimento e criar oportunidades para o futuro”.