Prefeita corta gastos e toma outras medidas que garantem novo oxigênio à gestão da Capital.

Para potencializar a capacidade de investimentos da sua gestão e ampliar a cobertura de atendimentos às principais prioridades, a prefeita Adriane Lopes (PP) decidiu criar mecanismos mais rígidos para controle do custeio. O choque de eficácia se inicia com um conjunto de medidas de racionalização de despesas, que resultarão em novo ajuste financeiro e operacional.
Corte de gastos e reforma administrativa constituem o binômio das mudanças com s quais Adriane pretende imprimir para levar adiante o seu programa de governo. Já de início, ela avisa que um dos primeiros resultados será a garantia de novos créditos, que reforçarão o alcance dos cofres municipais para as obras de pavimentação e a melhoria de serviços essenciais.
Nova fase
“Estamos iniciando uma nova fase da reforma administrativa, com medidas que vão dar a Campo Grande maior capacidade para investir em obras, projetos e melhorias em todas as regiões urbanas e na zona rural da cidade”, explicou Adriane.
Na última terça-feira, 08, ela enviou para a a apreciação da Câmara Municipal os projetos que, entre outras medidas, fixam teto de gastos indexado à inflação, dispõe sobre a centralização financeira e adota o leilão de pagamentos como estratégia para obter descontos com fornecedores.
Estas providências passaram por cortes de aproximadamente R$ 20 milhões em despesas operacionais e com pessoal desde o início da gestão. As iniciativas projetam uma capacidade de pagamento avaliada por indicadores federais, que é uma condição fundamental para a adesão a programas como PAF (Programa de Acompanhamento Fiscal) e PEF (Plano de Equilíbrio Fiscal).
O presidente do Legislativo Municipal, vereador Epaminondas Papy (PSDB), ressaltou o alcance de intervenções legais, amparadas por projetos, e comparou a Prefeitura a uma “casa em crise” que precisa priorizar gastos e cortar excessos. Com o aval dos ajustes fiscais, entre outros ganhos o Executivo poderá buscar financiamentos federais para pavimentação e recuperação das ruas, investir em recapeamento e mobilidade urbana, melhorar a infraestrutura social com hospitais, creches e escolas.






