Arauco (Inocência) e Bracell (Bataguassu) somam-se às seis unidades do setor; quatro já operam em plena capacidade.

Novo capítulo do polo industrial
O Vale da Celulose de Mato Grosso do Sul avança para um novo capítulo de sua trajetória, impulsionado por uma onda de investimentos de grande porte que redesenham o mapa industrial do estado. O polo, que já reúne seis fábricas de papel e celulose — Suzano Unidade 1, Suzano Unidade 2, Eldorado Brasil, Sylvamo, Arauco e Bracell —, posiciona-se entre os mais relevantes complexos produtivos do setor em escala global.
Quatro unidades em plena capacidade, mais duas em expansão
Desse conjunto, quatro unidades operam em plena capacidade, sustentando a robustez econômica da região.
Duas outras, Arauco e Bracell, ainda em fase de implantação, representam uma nova etapa de expansão. Elas não apenas ampliarão a produção, mas também redefinirão o conceito de desenvolvimento regional.

Arauco: cidade industrial em formação em Inocência
No município de Inocência, a chilena Arauco conduz um dos maiores projetos industriais em execução no Brasil.
A planta em construção impressiona pela magnitude e pelo impacto estrutural já provocado.
Trata-se de uma cidade industrial em formação, ancorada em inovação, logística estratégica e na expansão contínua da base florestal. O empreendimento projeta o Vale da Celulose a um novo patamar de competitividade internacional.

Bracell: interiorização industrial em Bataguassu
Mais ao leste, em Bataguassu, a Bracell avança com seu projeto e aguarda ajustes no pedido de licença de instalação de sua futura unidade de celulose. Ainda em estágio inicial, o investimento já se apresenta como vetor de transformação, reforçando o movimento de interiorização industrial e agregação de valor à cadeia produtiva.
Impactos quando as duas fábricas estiverem plenamente instaladas
Juntas, Arauco e Bracell deverão:
-Ampliar as fronteiras econômicas do estado
-Atrair novos aportes de investimento
-Gerar empregos em larga escala
-Consolidar o protagonismo de Mato Grosso do Sul no cenário global da celulose.

Território em permanente construção
O Vale da Celulose deixa de ser apenas uma concentração industrial para se afirmar como um território dinâmico e em permanente construção. Cada nova planta que se ergue não apenas amplia a capacidade produtiva, mas também molda o futuro econômico, social e estratégico de toda uma região que se consolida como referência mundial no setor.








