• Campo Grande MS, 30 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 30 de outubro de 2026

Vereadores vão barrar “cortesias” com verba pública

  • PRODES
  • 30 de abril, 2019
  • Destaque, Economia e Agronegócio, Geral, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

 

A suspeita de que empresas beneficiadas com a renúncia fiscal da Prefeitura de Campo Grande não estão cumprindo com o Município a contrapartida que assumiram de gerar empregos em quantidades pré-definidas nos contratos, é uma das razões que motivaram a Câmara Municipal a realizar uma audiência pública para debater e propor soluções ao problema. A audiência, no último dia 12, deixou evidente que tanto as empresas como o prefeito Marquinhos Trad (PSD), as duas partes do contrato, são os responsáveis por mais esta sangria nas economias locais.

 

Foi um homem da mais elevada confiança do prefeito – Herbert Assunção, titular da Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Agronegócio) – quem confirmou os comentários e admitiu, durante a audiência sobre o Programa para Incentivos ao Desenvolvimento Econômico e Social (Prodes), que as cotas de empregabilidade não estão sendo oferecidas e, assim, não atendidas por essas empresas. Segundo Assunção, a contrapartida com a qual se comprometeram as empresas beneficiadas por incentivos fiscais do Prodes era gerar 3.131 empregos, mas não foram além dos 1,5 mil, cerca de 50% abaixo da meta.

 

Pouco mais de 220 investimentos contemplados com esses benefícios estão operando na capital. O secretário pondera que a crise econômica é forte justificativa que as empresas têm para o desempenho abaixo das cotas pré-estabelecidas. “Então, elas pedem aumento do prazo para que possam, gradualmente, gerar as vagas prometidas”, acentuou. “Recentemente, a Câmara aprovou um dispositivo com prazo maior, ampliado de quatro para seis anos”, disse. De acordo com ele, Marquinhos montou uma comissão para estudar a alteração do Prodes, com análises a cargo da Procuradoria-Geral do Município. “Parar de votar o programa talvez não seja a solução, porque afetaria muito o desenvolvimento da cidade”, conjectura.

 

 

POSICIONAMENTO

 

As argumentações do representante do prefeito foram ouvidas com atenção e interesse, mas não ficaram livres da contestação dos vereadores, que consideram irreversível a necessidade de promover mudanças no Prodes. Uma das atitudes cogitadas é a Câmara Municipal não votar qualquer projeto do Executivo sem que estejam redefinidos os dispositivos e a legislação que dispõem sobre a concessão de incentivos fiscais e intervenções semelhantes ao Prodes. O programa tem suas regras apreciadas e votadas pelo Legislativo.

 

Presidente da Comissão Permanente de Indústria, Comércio, Agricultura e Turismo, a vereadora Dharleng Campos (PP) é taxativa: os benefícios concedidos pelo Município têm sido maiores do que as contrapartidas apresentadas pelas empresas. Ela pontua essa desproporção: “Há empresas que geram três ou quatro empregos e ganham doação do terreno, desconto no IPTU, isenção do ISS e outros benefícios. Então, que as comissões de Constituição, Justiça e Redação e a de Finanças, além da nossa, avaliem esses projetos e decidam não mais conceder qualquer parecer enquanto essas regras não mudarem”, defendeu.

 

 

Ao endossar a manifestação da colega, o vereador Eduardo Romero (Rede) afirmou que este é um sentimento compartilhado por todos os integrantes da Casa. “Todos querem mudança nas regras. Só vamos considerar novos projetos a partir de uma nova legislação”, avisou. Outros vereadores salientaram que medidas de revisão já são frequentes nos debates e expedientes regimentais quando são votados projetos de autoria do Executivo para doação de imóveis públicos, redução ou isenção de tributos.

 

O debate, no Plenarinho da Câmara, já deixou marcada sua influência no círculo de relações entre os poderes por causa da excelência com que o Prodes é tratado pelas autoridades do Executivo e segmentos empresariais, a ponto de o prefeito Marquinhos Trad demonstrar parcimônia com a quebra de uma cláusula contratual importantíssima. Afinal, o quantitativo de vagas de trabalho prometidas pelos beneficiários do Prodes está – ou deveria estar – proporcionalmente associado ao custo-benefício do Município na pauta de renúncia fiscal.

 

Isso justifica o interesse dos núcleos mais influentes da economia e da política locais nesse debate. A audiência no Legislativo deu um demonstrativo disso, reunindo representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Campo Grande (Codecon), Conselho Regional de Economia, Conselho Regional de Administração, Sedesc e Conselho de Reitores de Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul. A audiência atraiu lideranças comunitárias, classistas e vários vereadores, entre os quais Dharleng Campos, Odilon de Oliveira (PDT), Vinicius Siqueira (DEM), Eduardo Romero (Rede), Chiquinho Telles (DEM) e Dr. Loester de Oliveira (MDB).

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorPonta Porã e Maracaju estreitam proximidade institucional
PróximoSociedade apoia decisão da Câmara sobre incentivosNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Lula pediu que Trump não tomasse partido nas eleições do Brasil

30 de outubro de 2026

Orçamento de 2027 : Gerson defende corte de gastos antes de aumento de tributos

30 de outubro de 2026

Imasul padroniza comunicação visual para aproximar instituição do cidadão

30 de outubro de 2026

MS sob alerta para chuvas intensas, ventos fortes e possível granizo

30 de outubro de 2026

Ibovespa tem nova queda abaixo de 170 mil pontos

29 de outubro de 2026

Arroba do boi e da vaca gorda aumenta na Capital

29 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com