• Campo Grande MS, 29 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 29 de agosto de 2026

Emedebistas históricos correm de eleições e até trocam de sigla

  • CAINDO FORA
  • 27 de janeiro, 2020
  • Destaque, Geral, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

 

As consequências do desgoverno e dos desmandos de André Puccinelli fizeram do PMDB/MDB um dos partidos mais vulneráveis do Estado e também um dos que mais causam desconforto a seus filiados.

 

Com os carimbos da corrupção e de adjetivos semelhantes, a histórica legenda deixou de ser um estímulo para projetos eleitorais. É o que evidencia a quantidade de lideranças constrangidas pela pecha depreciativa que afeta a legenda. Muitos procuram outras agremiações; outros se recusam a disputar projetos eleitorais nos quais teriam chances de vitória em outros tempos.

 

A senadora Simone Tebet, presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado e uma das vozes mais influentes do Congresso Nacional, se auto-dispensou da condição de candidata ao governo estadual em 2018.

 

Depois de aceitar o convite para substituir Puccinelli, acuado pelas pendências judiciais, Simone Tebet nem completou uma semana de caminhada e mudou de ideia no meio da campanha. Caiu fora. Em seu lugar, o deputado estadual Júnior Mochi, que era presidente da Assembleia Legislativa, foi para o sacrifício, defendeu bravamente o nome e a história do MDB, mas amargou um incômodo quarto lugar, muito distante do segundo turno.

 

Sem garantir nas urnas nenhum deputado federal e nenhum senador em 2018, o MDB guaicuru é representado no Congresso apenas pela senadora Simone Tebet. Na Assembleia Legislativa, sua bancada, que já teve sete cadeiras, agora só tem três. Nas prefeituras, o número de eleitos vem encolhendo: de 23 em 2012 para 17 em 2016. E a revoada continuou. No ano passado outros prefeitos trocaram de casa, como Edinho Takazono, de Anaurilândia, que foi de mala e cuia para o PSDB.

 

 

Apesar da projeção de sofrer acachapante derrota se entrar na corrida pela Prefeitura de Campo Grande, o MDB pode com isso amenizar um pouco os estragos, desde que sua candidatura majoritária empolgue a militância e cative boas frações do eleitorado para aumentar seu número de vereadores nos municípios.

 

Em Campo Grande, a Câmara de Vereadores é outro território no qual o partido de Ulysses Guimarães e Wilson Barbosa Martins sempre alojou expressiva parcela de seus filiados. Hoje, com Loester de Oliveira e Wilson Sami, os emedebistas ocupam apenas duas das 29 cadeiras da Casa.

 

 

Além dos desgastes e da variação de escolhas do eleitorado, o MDB amarga também a desfiliação de muitas lideranças municipais. A ex-vereadora Carla Stephanini, que já presidiu o Diretório Municipal, é uma delas. No ano passado trocou o MDB pelo PSD, atendendo ao aceno do prefeito Marcos Trad.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorShowtec 2020 renova confiança de investidores no Estado
PróximoPuccinelli e sua turma continuam nas barras dos tribunaisNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Após 5 anos: Aviões roubados em MS, incluindo o de Almir Sater são localizados na Bolívia 

29 de agosto de 2026

Clássico no Maracanã: Flamengo x Botafogo jogam domingo 15h pelo Brasileirão

29 de agosto de 2026

Tamires entra no top-10 de maiores artilheiras da história do Corinthians

29 de agosto de 2026

Porte de arma tramita para 10 novas profissões no Brasil e pedido vai ficar mais fácil

29 de agosto de 2026

Servidora municipal é presa por furto de joias e semijoias em Campo Grande

29 de agosto de 2026

Conta de luz terá bandeira amarela em setembro e acréscimo pelo 5º mês seguido

29 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com