O acidente ocorreu em um trecho de Pare e Siga das obras da rodovia
Um trágico acidente na tarde de sexta-feira (8) tirou a vida do gerente de fazenda Jorge Lima Bermann, de 58 anos, conhecido como “Lotário”. Em um trecho de obras na MS-306, próximo a Chapadão do Sul, a caminhonete S-10 de Jorge colidiu violentamente com a traseira de um caminhão, causando sua morte no local.
Um caminhão Mercedes-Benz L1513, carregado com madeira, estava parado veículos à frente (Foto: Jovem Sul News)
Conforme o site Jovem Sul News, o acidente ocorreu em um trecho de Pare e Siga das obras da rodovia. Um caminhão Mercedes-Benz L1513, carregado com madeira, estava parado na pista com outros veículos à frente. A caminhonete S-10 de Jorge, com placas de Chapadão do Sul, colidiu violentamente na traseira do caminhão, sem marcas de frenagem no asfalto.
O impacto fez com que a frente e parte da cabine da caminhonete ficassem sob a carroceria do caminhão, prendendo o corpo do motorista nas ferragens. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e da concessionária Way-306 foram acionadas e confirmaram o óbito de Jorge, que estava sozinho no veículo.
‘Fiz uma besteira. Tirei a vida de uma pessoa. Matei ela com uma faca’, declarou autor do crime
Feminicida foi preso enquanto lavava as roupas do crimeGecildo Acilo Gomes durante a prisão e a vítima Vanessa de Souza Amâncio (Fotos: Jornal da Nova e Divulgação)
Gecildo Acilo Gomes durante a prisão e a vítima Vanessa de Souza Amâncio (Fotos: Jornal da Nova e Divulgação)
Gecildo Acilo Gomes, de 50 anos, está preso pelo assassinato a facadas a ex-mulher Vanessa de Souza Amâncio, de 43 anos. Ele confessou o crime praticado no domingo (10), na casa onde a vítima morava no Bairro Santa Terezinha, em Três Lagoas (MS).
O suspeito foi encontrado horas depois. A Polícia Militar recebeu informações de que o homem estaria em sua casa na cidade vizinha de Selvíria. Os policiais então foram ao local e encontraram Gecildo lavando as roupas que usava na hora do crime.
A motocicleta usada por ele também foi apreendida. Questionado, ele afirmou ter feito uma besteira e confessou ter matado a mulher com golpes de faca. Gecildo estava com o celular de Vanessa no momento em que foi encontrado.
“Fiz uma besteira. Tirei a vida de uma pessoa. Matei ela com uma faca”, declarou Gecildo. Com informações do Jornal da Nova
Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Três Lagoas. Em fevereiro deste ano ele já havia sido preso por tentativa de feminicídio em Selvíria.
Gritos de socorro – Vanessa foi encontrada morta no corredor do quintal da casa onde morava por volta das 2h. Vizinhos acionaram a polícia logo após escutarem os gritos de socorro da mulher. Gecildo foi visto entrando no local usando um capacete.
A vítima tinha diversos ferimentos de faca no corpo. Testemunhas disseram que ela morava sozinha e não sabiam a relação do suspeito com a vítima. Ele foi preso por volta das 4h30 de hoje.
O total de pescado apreendido somou 22 kg. Além disso, foram encontrados quatro anzóis de galho, materiais proibidos e comumente utilizados para pesca predatória
Na sexta-feira (8), a Polícia Militar Ambiental (2° BPMA) de Três Lagoas, realizou patrulhamento fluvial no Rio Verde, entre os trechos da Cachoeira Branca e o município de Água Clara.
A ação fez parte da “Operação Piracema 2024/2025,” que visa intensificar a fiscalização e combater a pesca irregular durante o período de defeso, quando a pesca é proibida para garantir a reprodução das espécies.
O total de pescado apreendido somou 22 kg (Foto: Divulgação)
Durante o patrulhamento, a equipe avistou um pescador recolhendo sua embarcação ao notar a aproximação dos policiais. Em seguida, os agentes acompanharam o homem até um rancho de pesca.
No local, em um freezer, foram encontrados sete peixes congelados, entre eles dois exemplares da espécie pintado, dos quais um apresentava tamanho inferior ao permitido pela legislação ambiental, medindo 66 cm. Além dos pintados, foram localizadas cinco piaparas dentro da medida legal.
O total de pescado apreendido somou 22 kg. Além disso, foram encontrados quatro anzóis de galho, materiais proibidos e comumente utilizados para pesca predatória.
Diante das infrações constatadas, a PMA lavrou os autos de infração correspondentes, com um valor de multa de R$3.140,00. O pescado e o material de pesca foram devidamente apreendidos.
A operação destacou a importância do respeito às regras ambientais durante o período de defeso, reforçando o compromisso da PMA em proteger os recursos pesqueiros e garantir a sustentabilidade das espécies no Mato Grosso do Sul.
Os dois abordados foram encaminhados à Polícia Civil em Nova Andradina
Na manhã desta segunda-feira (11), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carreta com placas adulteradas, em Nova Andradina (MS).
Carreta abordada na ação (Foto: Divulgação PRF)
Os policiais fiscalizavam na BR-267, quando abordaram um caminhão M.benz acoplado a um semirreboque. Durante vistoria, a equipe descobriu que as placas dos veículos estavam adulteradas.
O motorista e o passageiro disseram que trabalhavam para outro homem que era proprietário da carreta.
Os dois abordados foram encaminhados à Polícia Civil em Nova Andradina (MS) com o caminhão.
O genro, 41, golpeou a vítima na região do rosto, amputando o nariz e causando um ferimento profundo no lábio superior
Uma mulher, de 53 anos, foi atacada pelo genro com um facão e teve o nariz amputado. O fato ocorreu no domingo (10), na alameda Simão Bolivar, no Bairro Cristo Redentor, em Corumbá, cidade que fica 451 Km de Campo Grande.
Polícia Civil instaurou inquérito e procura por autor (Foto: Anderson Gallo/Diário Corumbaense)
De acordo com o Diário Corumbaense, o genro, 41, golpeou a vítima na região do rosto, amputando o nariz e causando um ferimento profundo no lábio superior.
Informações apontam que mulher estava no quintal da casa conversando com uma cunhada, quando o autor chegou embriagado, e ao ser interpelado para não entrar no imóvel sem autorização, partiu para cima da sogra e a golpeou com o facão.
O autor foi contido por vizinhos, mas fugiu do local, enquanto a vítima era socorrida. A Polícia Militar foi acionada, fez buscas, mas não localizou o indivíduo.
A vítima inalou muito sangue e está entubada no Centro de Tratamento Intensivo da Santa Casa de Corumbá.
O caso foi registrado como tentativa de feminicídio, violência doméstica e familiar.
Desse total, a maior contrapartida foi de recursos estaduais, com 86,49% investidos
No esforço contínuo para melhorar a qualidade da saúde pública, o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), investiu mais de R$ 850 milhões em ações e serviços de saúde nos últimos quatro meses. Desse total, a maior contrapartida foi de recursos estaduais com 86,49% investidos.
Conforme o balanço da prestação de contas do 2º quadrimestre (maio a agosto) de 2024, os investimentos abrangem diversas áreas, incluindo a construção e reforma de hospitais, aquisição de equipamentos e insumos médicos, além da contratação de novos profissionais de saúde. Com essas medidas, o governo busca garantir acesso a tratamentos de qualidade e melhoria das estruturas de atendimento à população.
“Temos investido nas diversas áreas carentes da nossa saúde estadual”, destaca o secretário de Saúde, Maurício Simões (Foto-Wagner Guimarães)
Durante a Audiência Pública de Prestação de Contas da Saúde, na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), na tarde de quinta-feira (7), o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa, destacou ações diversas, como a finalização do Hospital Regional de Dourados e reformas de unidade de Saúde.
“Temos investido nas diversas áreas carentes da nossa saúde estadual. Gostaria de destacar as resoluções que fizemos no intuito de atender os municípios com relação à atenção primária, em um programa que chamamos de Resolve APS, investimentos para a reforma do ambiente interno das unidades básicas de saúde e, fundamentalmente, os investimentos para o término do Hospital Regional de Dourados, que nós pretendemos inaugurar agora no primeiro trimestre de 2025”, enfatizou o secretário.
De acordo com o gerente de Planejamento da SES, Waldeir Sanches, uma das metas da pasta é reduzir a mortalidade infantil. “Apresentamos uma redução de 0.5% nas taxas de mortalidade materna-infantil, comparado ao mesmo período de 2023. Para ampliar cada vez os serviços, trabalhamos projetos relacionados como o Bem Nascer, o projeto Elas – de acolhimento às mães adolescentes -, além de estar em trabalho conjunto com os municípios para melhorarmos cada vez mais esses índices”, ressaltou.
Na audiência também foi destacado o programa ‘MS Saúde: Mais Saúde, Menos Fila’. A iniciativa visa reduzir as filas de espera e ampliar o acesso a procedimentos cirúrgicos e exames nos municípios.
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“Com esse Programa temos acelerado o processo de atendimento dos nossos pacientes. Foram registradas 68.026 solicitações de consultas avaliativas no sistema de regulação estadual, no período de maio do ano passado a 15 de outubro deste ano. Números bastante positivos neste quadrimestre e vamos para o próximo com expectativa maior para tirar os pacientes da fila, oferecendo tratamento adequado e devolvendo a qualidade de vida para essas pessoas”, afirmou a superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica Benetasso.
Para o presidente da Comissão de Saúde da Alems, deputado estadual Lucas de Lima, os dados apresentados à Comissão foram importantes e esclarecem o que o Estado tem investido na área da saúde. Ele reforçou a relevância da prestação de contas.
“É de suma importância que o Governo do Estado, através da Secretaria de Saúde, venha prestar contas do dinheiro público que foi investido nesse segundo quadrimestre do ano de 2024. E todos os relatórios são detalhados e ficam à disposição das pessoas após terminar a nossa audiência pública. Então, quem quiser conferir ou pedir as cópias desses relatórios que são apresentados hoje, estarão inteiramente à disposição”, disse o parlamentar.
De acordo com o relatório apresentado por gestores e técnicos da SES, o Governo empenhou R$ 853,66 milhões no segundo quadrimestre, dos quais R$ 807,06 milhões foram liquidados e R$ 774,47 milhões já pagos. Esse último valor representa alta de 12,3% sobre os R$ 689,64 milhões, aplicados na saúde comparado ao quadrimestre de 2023. Na comparação com o primeiro quadrimestre deste ano, quando foram pagos R$ 608,65 milhões, a alta é ainda maior, de 27%.
Investimentos em infraestrutura
A política de regionalização da saúde segue firme com a construção do Hospital Regional e dos Centros de Diagnóstico e Especialidades Médicas de Dourados. O complexo hospitalar que será inaugurado no primeiro trimestre de 2025 vai ampliar o atendimento à saúde de uma população estimada de 900 mil pessoas, em uma região que abrange 33 municípios.
Também estão sendo executadas reformas e ampliação no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) e Lacen MS (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, ampliação de enfermarias do Hospital Regional de Ponta Porã e reforma do hemocentro de Dourados.
O inquérito civil visa colher informações, depoimentos e realizar diligências como perícias
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) iniciou uma investigação rigorosa contra o pesqueiro Vovô JP, localizado em Naviraí, suspeito de causar danos ambientais significativos. A promotoria apura denúncias de desvio ilegal de recursos hídricos e supressão de vegetação nativa sem as devidas autorizações, o que configura crime ambiental.
O responsável pela área investigada, João Paulo de Oliveira, foi formalmente notificado e será requisitado a apresentar uma série de documentos e informações relacionadas à propriedade, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o georreferenciamento da área, o Prada (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas) e outros documentos pertinentes. Além disso, ele deverá fornecer comprovantes de endereço e outros documentos pessoais.
O inquérito visa colher informações, depoimentos e realizar diligências como perícias, com o intuito de apurar a extensão do possível dano ambiental e as responsabilidades legais envolvidas.
Caso se confirmem as irregularidades, a Promotoria de Justiça poderá buscar um compromisso de ajustamento de conduta ou ajuizar uma ação civil pública, conforme previsto na Lei nº 7.347/85.
O prazo para que João Paulo de Oliveira apresente a documentação solicitada é de 20 dias. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul continua acompanhando atentamente os desdobramentos dessa investigação, que visa assegurar a proteção do meio ambiente e o cumprimento da legislação ambiental no Estado. A reportagem entrou em contato com o proprietário, que até o momento não respondeu aos questionamentos. O espaço segue aberto.
Apesar da estiagem severa e dos incêndios que assolaram o Pantanal nos últimos anos, as ações de combate e prevenção têm mostrado resultados positivos. Um efetivo de 234 militares, atuando em parceria com diversas instituições, conseguiu reduzir em 21,1% a área queimada em relação ao ano anterior. No entanto, a ameaça ainda persiste, e os desafios para a preservação desse ecossistema único são inúmeros.
Incêndio florestal na Nhecolândia, em Corumbá (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul)
Desde abril, quando iniciou a operação, já foi contabilizado 2.331 o efetivo do Corpo de Bombeiros; 181 viaturas mobilizadas; 943 ações de combate; 614 ações de prevenção.
Pantanal – O Pantanal de Mato Grosso do Sul tem 9 milhões de hectares, correspondendo a 65% do total da região pantaneira que ainda se estende ao Mato Grosso, ao Paraguai e à Bolívia. O bioma passa pela pior estiagem dos últimos 70 anos.
Segundo dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a área queimada em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso chega a 2.756.425 hectares de 1º de janeiro deste ano até 29 de outubro, redução de 21,1% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram queimados 3.493.275 hectares (considerada até então a pior temporada de incêndios no Pantanal de Mato Grosso do Sul).
O boletim mostra também que, conforme os dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), os focos de calor detectados via satélite chegam a 14.251 de 1º de janeiro até 29 de outubro, 32,4% a menos em relação ao mesmo período de 2020, quando foram registrados 21.084.
O objetivo da oficina é dar continuidade aos trabalhos do plano, validando e orientando os próximos passos
Mato Grosso do Sul dá um salto estratégico para o futuro, intensificando sua participação no Corredor Bioceânico. A delegação sul-mato-grossense esteve presente em oficina no Chile, discutindo os próximos passos para a concretização desse megaprojeto que conectará o Brasil ao Pacífico, com impactos diretos na economia estadual. A iniciativa promete revolucionar a logística de transporte, impulsionar as exportações e fortalecer a integração regional. Que ocorrerá nos dias 13 e 14 de novembro em Antofagasta, no Chile.
Pilares da ponte que ligará os dois países já estão prontos em cada lado do Rio Paraguai (Foto: Álvaro Rezende)
A delegação sul-mato-grossense será composta pelo assessor de logística Lucio Lagemann e pela técnica Dannielle Paiva. O evento é promovido pela Comissão Executiva do Fórum dos Territórios Subnacionais do Corredor Bioceânico Capricórnio, com assistência técnica do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), responsável pela execução do PM-CBC.
O objetivo da oficina é dar continuidade aos trabalhos do plano, validando e orientando os próximos passos das ações e estudos em andamento, além de discutir os avanços do projeto.
O Plano Mestre Regional de Integração e Desenvolvimento do Corredor Bioceânico de Capricórnio, também conhecido como Rota Bioceânica, é uma iniciativa estratégica que visa a criação de um corredor rodoviário ligando Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.
O projeto busca aprimorar a logística de transporte, reduzir o tempo de deslocamento de cargas e aumentar a competitividade das exportações, além de promover a integração e o desenvolvimento de áreas economicamente isoladas.
O Governo de Mato Grosso do Sul aderiu ao projeto por meio da Semadesc, reconhecendo o potencial da Rota Bioceânica para fortalecer a economia regional e expandir as oportunidades comerciais para o Estado. A proposta do Corredor Bioceânico, que une diversas nações sul-americanas, é amplamente apoiada por governos, empresas transnacionais e organizações da sociedade civil.
Julgamento aconteceu na última sexta-feira e penas das acusadas ultrapassam os 60 anos
Um caso que chocou o Naviraí (MS) teve seu desfecho na última sexta-feira. Duas mulheres, responsáveis por uma creche clandestina, foram condenadas por crimes de tortura, maus-tratos e exposição à saúde a perigo contra diversas crianças. As acusadas submetiam as vítimas a tratamentos cruéis, incluindo agressões físicas e psicológicas, além de dopá-las para mantê-las quietas.
Mariana quando foi presa após cumprimento de mandado em julho do ano passado (Foto: PCMS)
A creche clandestina “Cantinho da Tia Carol” se tornou palco de um verdadeiro pesadelo para as crianças que ali frequentavam. Testemunhas e ex-funcionárias relataram cenas de horror, como crianças sendo obrigadas a ficar deitadas no chão por longos períodos, sem comida e água, e sendo alvo de gritos e agressões por parte das responsáveis.
A promotora de Justiça Letícia Rossana Pereira de Almada denunciou as acusadas em julho de 2023, após uma investigação que revelou a gravidade dos crimes. Os depoimentos das vítimas e testemunhas foram cruciais para a condenação de Caroline Florenciano dos Reis Rech e Mariana de Araújo Correia.
Diante da gravidade dos crimes, o juiz da 1ª Vara Criminal de Naviraí aplicou penas severas às acusadas. Caroline foi condenada a 42 anos e quatro meses de prisão em regime fechado, enquanto Mariana recebeu uma pena de 21 anos, três meses e sete dias de detenção em regime semiaberto. Além das penas de prisão, as duas foram condenadas a pagar R$ 10 mil para cada uma das vítimas, a título de reparação pelos danos causados.
Caroline foi presa em flagrante no dia 10 de julho por maus-tratos e tortura (Foto: Reprodução | Facebook)
Em juízo, Caroline negou todas as acusações, alegando que o local não era uma creche e que cuidava das crianças com carinho. No entanto, os depoimentos e as provas apresentadas pelo Ministério Público foram suficientes para descredibilizar sua versão.
Os crimes cometidos contra essas crianças deixam sequelas profundas e exigem um acompanhamento psicológico especializado. Além disso, o caso levanta questionamentos sobre a segurança das crianças em instituições de cuidado infantil e a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa por parte dos órgãos competentes.
A condenação das responsáveis pela creche clandestina em Naviraí é um passo importante para fazer justiça às vítimas e enviar um recado claro de que crimes contra crianças não serão tolerados. No entanto, é preciso que a sociedade como um todo se mobilize para prevenir que casos como esse se repitam. A proteção das crianças é dever de todos nós.