• Campo Grande MS, 25 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 25 de outubro de 2026

Nova CPMF: reações obrigam governo a recuar

  • 24 de julho, 2020
  • Coluna 2, Destaque, Economia e Agronegócio, Geral, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Em vez de submeter à apreciação congressual a mensagem que institui a “nova CPMF” para substituir as contribuições das empresas sobre a folha de pagamentos, o governo decidiu fatiar seu “pacote” econômico e entregou ao Congresso Nacional a proposta de reforma tributária. A impactante reação política e parlamentar deixou os governistas acuados e a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro, sem saída, teve que adiar a polêmica criação da nova CPMF.

Contou para essa mudança a gritaria ensurdecedora de deputados e senadores, inclusive da bancada palaciana. O barulho assustou Bolsonaro e o fez recuar. De Mato Groso do Sul, as vozes congressuais ecoaram vigorosamente contra a possibilidade de criação de um novo item de tributação compulsória, como era ao CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações de Natureza Financeira).

Para a maioria dos 11 congressistas guaicurus (três deputados federais e oito senadores), não há como a economia popular assimilar agora a criação de um novo imposto, ainda que com alíquota entre 0,2% e 0,4% como defende o governo federal, nos moldes da extinta CPMF, que vai incidir sobre todas as transações digitais.

ECONOMIA COMBALIDA

“Não se trata simplesmente de ser contra ou a favor da criação de um novo mecanismo de arrecadação do governo. Trata-se, isto sim, de preservar a já combalida economia popular, que nesta crise da pandemia ficou ainda mais precária”, opinou a deputada federal Rose Modesto (PSDB). “Sou contra a criação da nova CPMF e qualquer outro imposto novo que onere ainda mais o cidadão”, disse.

Para Rose Modesto, é preciso aproveitar a proposta de reforma tributária que o governo está apresentando, para debate-la e aperfeiçoá-la. “Podemos melhorar, com o diálogo, com o foco nos interesses comuns da sociedade, do País e do governo. Creio ser possível criar agora um modelo de arrecadação muito mais justo, que possibilite uma melhor distribuição entre a União, os estados e os municípios”, idealiza.

MAQUIAGEM

Por sua vez, incluído na seleção dos 100 parlamentares mais influentes do País, o deputado Fábio Trad (PSD) afirma ser contra as intenções do governo com esse tipo de proposta, porque a considera uma CPMF maquiada. “Eu voto contra a tentativa de recriação da nova CPMF, ainda que com roupagem disfarçada. O governo deveria rever as despesas públicas, ao invés de penalizar os trabalhadores e as empresas”, sugere.

Fábio Trad entende que o governo deveria combater exorbitâncias nas despesas públicas e rever a política de desoneração e incentivo fiscal que privilegia certos setores econômicos que poderiam incrementar a receita tributária. “Nossa carga tributária é elevada, absurda, incompatível com um País de renda média”, ataca. “Há condição das mais claras e objetivas, basta ter vontade, para construir uma fórmula de desoneração tributária e conservar a perspectiva legítima e realista de receita”, acrescenta.

O deputado tucano Beto Pereira (PSDB) não agasalha qualquer argumento que seja favorável à criação do novo imposto. E dispara: “Precisamos simplificar o processo tributário do País para aumentar a base, fortalecer as cadeias produtivas e assim reduzir gradativamente a carga tributária”, advoga. “O Brasil não suportaria um novo tributo. E quanto à possível nova CPMF, a sociedade brasileira não admite nenhum novo imposto. Nossa carga tributária é altíssima, o sistema é muito complicado, complexo”, emenda.

OUTRA PRIORIDADE

O deputado federal pedetista Dagoberto Nogueira prefere enfatizar que, em vez de discutir e rodear argumentos em torno de uma nova CPMF, o governo deveria estar prestando atenção no País e nas reclamações da sociedade, observando que há outra grande prioridade: “Sou favorável à aceleração das providências para concretizar a reforma tributária que estava em discussão na Câmara no ano passado”, afirma. E diz que a proposta conduz à simplificação dos impostos e, com o tempo, a uma diminuição gradual deles. “Agora, criar impostos como a CPMF, logicamente que sou contra, não só eu, mas o PDT vota contra”, avisa.

Porém, há quem acate a tentativa do Planalto de emplacar a medida. É o caso do deputado federal Luiz Ovando (PSL). Ovando defende a criação da nova CPMF e está convicto que assim pensa a base governamental, mas tem suas ressalvas. “Se essa nova contribuição for para as transações comerciais que nada recolhem, sou a favor. Caso contrário, será fundamental reconsiderar”, recomenda. “A reforma tributária busca a redução da carga tributária. Não há método arrecadatório perfeito para promover a justiça social. Precisamos discutir e aprimorar”, salienta.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorThe Old Guard: a imortalidade em discussão
PróximoPressão política pode acelerar esperadas mudanças tributáriasNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Dólar oscila e Bolsa recua na véspera do segundo turno

23 de outubro de 2026

Semana fecha com mercado pecuário em alta no MS

23 de outubro de 2026

Marcos Mion grava quadro do Caldeirão em distrito de Dourados 

23 de outubro de 2026

MS investiga caso suspeito de sarampo e alerta para baixa cobertura vacinal

23 de outubro de 2026

Salário dos servidores estaduais de MS será depositado nesta sexta, antes do Dia do Servidor

23 de outubro de 2026

Mega-Sena acumula em R$ 230 milhões e sorteia prêmio neste sábado

23 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com