Justiça Eleitoral apura possível crime e substitui equipamento. O caso provocou atraso de ao menos 30 minutos na votação.

A Polícia Federal foi acionada neste domingo (25/10) para ir até a casa de uma presidente de mesa que não compareceu com a urna eletrônica ao local de votação em Campo Grande. A situação ocorreu na escola José Paniago, no Jardim Itamaracá, e atrasou o início da votação na seção.
Conforme o TRE-MS, a mulher foi levada à delegacia para apuração de possível crime previsto no artigo 339 do Código Eleitoral, que trata da destruição, supressão ou ocultação de urna com votos ou documentos eleitorais. A pena prevista é de dois a seis anos de reclusão, além de multa.
Urna substituta foi disponibilizada
Para evitar atrasos maiores e a formação de filas, o cartório eleitoral providenciou uma urna eletrônica substituta. A votação pôde começar após a substituição do equipamento.
O TRE-MS confirmou a ocorrência e informou que a apuração segue sob responsabilidade das autoridades competentes.
Outra mesária atrasa em Três Lagoas
Em Três Lagoas, na região da Costa Leste, outra presidente de seção também atrasou o início dos trabalhos. Diferentemente do caso da Capital, a mesária acabou comparecendo ao Cartório Eleitoral para prestar esclarecimentos.
Segundo a Justiça Eleitoral, ela teve problemas com o veículo e com o celular, o que dificultou a comunicação com o TRE. Assim que conseguiu ajuda, dirigiu-se ao cartório para explicar a situação.
Votação foi retomada após atraso
As duas ocorrências provocaram atraso de pelo menos meia hora no começo da votação nas seções envolvidas.
Em ambos os casos, os cartórios eleitorais disponibilizaram urnas substitutas antes que o problema afetasse de forma mais ampla o andamento do pleito.







