Presidente da Alems destaca a aprovação do Plano de Aplicação do Fundersul por unanimidade.

Para a execução de sua variada planilha de obras e serviços em 2027, o Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul) vai dispor de R$ 1 bilhão 40 milhões.
O Plano de Aplicação desses recursos foi aprovado pela Assembleia Legislativa (Alems), por unanimidade. Segundo o presidente da Alems, o deputado estadual Gerson Claro (PP), este é um expressivo reforço para as obras de ampliação e manutenção da malha viária projetadas pelo governador Eduardo Riedel (PP).
“Os investimentos em infraestrutura são vitais para que os avanços sociais e econômicos não sofram interrupção. Temos hoje um contexto positivo de desenvolvimento, porém é preciso que este processo tenha fôlego para o Estado investir em infraestrutura, conservação, até porque são obras que também atendem demandas dos municípios”, comemorou Gerson. “Temos divisas com cinco estados e dois países. Estado produtor e com vários corredores de escoamento necessita então de boas estradas”, acrescentou.
Distribuição
Do orçamento aprovado pela Alems, o Fundo destinou R$ 378,81 milhões (36,39%) para obras rodoviárias de construção e pavimentação).
Com manutenção e conservação os gastos serão de R$ 373,11 milhões. As demais parcelas estabeleceram R$ 260,23 milhões para transferência aos municípios; R$ 22,73 milhões vão para manutenção da frota da Agência Estadual de Empreendimentos (Agesul); R$ 5,00 milhões para as obras urbanas nas cidades:5,00 milhões (0,48%); R$ 5,00 milhões a convênios, repasses e cooperação: R$ 3,13 milhões para pontes (projetos e obras); R$ 1,71 milhão para projetos e serviços: e R$ 1,17 milhão para compra, locação e manutenção de equipamentos.

Execução correta
“Como se pode constatar, a planilha do Fundo é bastante ampla, prevê até obras nos entornos e acessos urbanos das cidades. Só precisa ser bem executada, o que o governo Riedel vem realizando com extrema competência”, comentou.
O Fundersul foi criado no governo de Zeca do PT pela Lei Estadual nº 1.963/1999. Seu caixa é abastecido basicamente por contribuições vinculadas ao ICMS da agropecuária e dos segmentos extrativos (com regras de diferimentos).
A lei proíbe expressamente o uso dos recursos do fundo para o pagamento de despesas com pessoal e encargos de salários. Sua gestão é exercida por um Conselho de Administração e Diretoria Executiva, com a fiscalização e aprovação dos planos pela Alems.
Em 2025, o governo estadual investiu R$ 792 milhões com empenhos diretos pelo Fundersul, além de repassar R$ 261 milhões às prefeituras municipais, totalizando despesas de R$ 1,054 bilhão no ano.









