A 10 dias da decisão nas urnas, larga maioria de quem definiu o voto mantém apoio à candidatura do ex-governador

Dentro de 10 dias, no domingo, 4 de outubro, todos os homens e mulheres com direito a voto em Mato Grosso do Sul irão utilizar as urnas eletrônicas para homologar suas preferências nas disputas à Presidência da República, Senado, Câmara dos Deputados, Governo do Estado e Assembleia Legislativa (Alems). Dos 2.024.884 votantes existentes até 31 de agosto passado, a maioria dos que já definiram seus votos para o Senado tem preferência pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PL).
Esta fotografia das intenções de voto vem sendo registrada pelos institutos especializados e teve mais uma confirmação esta semana. O levantamento é do Instituto Pesquisas de Região (IPR) e foi veiculado na segunda-feira (21). Azambuja lidera com 23,8% e o segundo colocado, o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL), aparece com 17,09%. O ex-governador teve alta de 0,96 ponto percentual em relação ao último levantamento e Contar cresceu 20,34%.

No bloco intermediário, a terceira posição é do deputado federal Vander Loubet (PT), com 8,99%; seguido de perto pela senadora Soraya Thronicke (PSB), candidata à reeleição, que registra 8,61%. Mais atrás a sequência é esta: Beto do Movimento (PSOL), 3,32%; Luiz Lemes (DC), 1,85%; Roberto Oshiro (Novo), 1,72%; Daniel Júnior (Agir), 1,15%; Valter da Comagran (PRD), 0,83%; e Valderi Garbia (PCO), 0,64%.

REJEIÇÃO
Ao questionamento sobre “em quem você não votaria de jeito nenhum”, a maioria das respostas indicou a senadora Soraya Thronicke, com 10,97%. Em seguida aparecem: Contar (8,55%), Vander (5,87%) e Azambuja (4,21%). Os outros candidatos somam menos de 1,5%. Os indecisos (21,36%) e os que votam em branco ou pretendem anular o voto (7,21%) totalizam 28,97%.
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-05239/2026 e MS-06794/2026, a pesquisa baseou-se em entrevistas com 784 eleitores de 17 municípios. A margem de erro adotada é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo desconfiança estimado em 95%.








