Candidato ao Senado afirma que a sociedade quer saber de desenvolvimento socioeconômico e segurança.
“O debate deve focar é nos projetos de desenvolvimento, na redução de gastos públicos e no corte do número de ministérios”
Ao lamentar e criticar a excessiva preocupação que vem sendo dada à polarização política e ideológica, o ex-governador e candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja (PL), disse que faz sua campanha fiel aos sentimentos presentes da sociedade: “O debate que precisa ser feito com prioridade, e é o compromisso que assumo nesta campanha, é buscar soluções para os problemas que afligem o povo brasileiro, entre os quais a segurança e o desenvolvimento social e econômico”.
Estas declarações ele fez numa entrevista ao site Midiamax e vem reiterando sistematicamente em sua caminhada eleitoral. Azambuja disse que a polarização distancia as lideranças das prioridades da população. “O debate público deve focar é nos projetos de desenvolvimento, na redução de gastos públicos e no corte do número de ministérios federais para preservar o poder de compra dos cidadãos, entre outras questões”, insistiu.
Sobre as prerrogativas do Senado, Azambuja argumentou que a análise de pedidos de impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) é uma atribuição constitucional legal e deve ocorrer com base em critérios técnicos e provas.
Ele criticou ingerências entre os poderes e salientou que cabe ao Legislativo exercer a fiscalização e a harmonia institucional.
Sobre o orçamento, ele defendeu critérios de transparência para a destinação de emendas parlamentares.
Uma das principais bandeiras de Azambuja está nas regiões de fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Citou como prioridades absolutas mais investimentos na infraestrutura de transporte e em segurança na faixa de 1.400 km de fronteira no Estado.
Destacou também que não pode tardar o licenciamento ambiental para dragagens no Rio Paraguai. “O Estado precisa oferecer opções logísticas com os modais de transporte hidroviário e ferroviário para o escoamento da produção e ampliar a cooperação de inteligência para combate ao crime organizado”.






