Candidato a deputado federal assume desafio de promover, defender e reforçar o potencial e os avanços do Estado.

O Centro de Liderança Pública (CLP), um dos indicadores mais qualificados do Brasil para aferir avanços e dificuldades dos estados e municípios, elencou em seu último relatório as posições de Mato Grosso do Sul no gráfico de desenvolvimento. E os resultados, segundo Jaime Verruck, ex-secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação e candidato a deputado federal, foram dos mais promissores.
De acordo com o Ranking de Competitividade 2026, elaborado pelo CLP, Mato Grosso do Sul é o 2º do País em capital humano, 5º em eficiência da máquina pública, 8º em sustentabilidade social e é o 9º em sustentabilidade ambiental.
Com desempenho destacado nesses itens, o Estado firmou-se como o 10º mais competitivo do Brasil nesses pilares, que envolvem decisões complexas e rigoroso planejamento estratégico.
Precisão
“O CLP é um indicador de precisão para avaliar os estados e municípios. É ferramenta importante para se compreender os cenários e contribuir com a melhoria da competitividade e da gestão”, opinou Verruck.
Sua análise considera o critério do CLP, que estuda 10 pilares: capital humano, sustentabilidade ambiental, sustentabilidade social, segurança pública, solidez fiscal, potencial de mercado, inovação, infraestrutura, eficiência da máquina pública e educação.
Foram avaliados os municípios de Campo Grande, Três Lagoas, Dourados, Ponta Porã e Corumbá. O município três-lagoense foi o que mais avançou – 67 posições no total.
Verruck considera importante medir estes pilares porque, a seu ver, são desempenhos de valores, conceitos e execução de metas planejadas. Por isto, ele salientou que pretende fazer de seu mandato, se eleito, um indutor de ideias e soluções para capacitar e qualificar cada vez mais o desenvolvimento regional.
No capital humano o CLP avalia o nível educacional da mão-de- obra, aspectos ligados à inserção no mercado de trabalho e os impactos sobre a produtividade.
A eficiência da máquina pública é avaliada pela criação de incentivos para a boa governança. A sustentabilidade social mede a eficácia do governo para minimizar a vulnerabilidade das pessoas em diferentes estágios da vida.
Já a sustentabilidade ambiental avalia o papel do Estado como indutor de um padrão ambientalmente sustentável de desenvolvimento econômico nas esferas rural e urbana.






