• Campo Grande MS, 29 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 29 de agosto de 2026

Tarifaço confirmado: EUA devem aplicar 25% sobre exportações do Brasil

  • 14 de julho, 2026
  • Economia, Internacional
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Brasília tenta estender prazo de vigência e negociar exclusões para mitigar danos econômicos.

O cenário considerado mais provável pelo governo é que a Casa Branca aceite a recomendação do USTR, anuncie a tarifa de 25%, mas estabeleça sua entrada em vigor aproximadamente 30 dias depois.

O governo brasileiro entra nas próximas horas na rodada mais delicada da guerra comercial com os Estados Unidos sem alimentar ilusões sobre um acordo de última hora. A avaliação predominante em em Brasília é que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, recomendará à Casa Branca a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre uma parcela relevante dos produtos brasileiros.

A conversa que ainda se tenta realizar entre esta segunda-feira, 13, e terça, 14, segundo apurou o Radar Econômico, já não é tratada como uma negociação capaz de impedir a punição. O objetivo é outro: evitar que a decisão americana feche imediatamente todos os canais diplomáticos e comerciais entre os dois países.

Suprema Corte dos EUA pode decidir hoje legalidade do tarifaço de Trump: veja o que está em jogo

Em outras palavras, a disputa deixou de ser apenas sobre a alíquota e passou a ser sobre o prazo de aplicação dela.

O cenário considerado mais provável pelo governo é que a Casa Branca aceite a recomendação do USTR, anuncie a tarifa de 25%, mas estabeleça sua entrada em vigor aproximadamente 30 dias depois. Esse intervalo permitiria a Donald Trump apresentar a medida como uma vitória política, sem abrir mão de uma última janela para que o Brasil ofereça concessões ou negocie novas exceções para seus produtos.

A legislação comercial americana favorece esse desenho. Pela regra ordinária da Seção 301, a ação deve ser implementada em até 30 dias depois de determinada. O USTR, no entanto, pode adiar a cobrança por até 180 dias caso considere que a espera é necessária ou desejável para alcançar uma solução satisfatória.

Apesar dessa margem legal, fontes ouvidas pelo Radar avaliam que uma suspensão imediata por seis meses ainda seria politicamente difícil para Trump. O prazo de 180 dias poderia transmitir a impressão
de que Washington recuou antes mesmo de obter qualquer concessão concreta do Brasil. Por isso, a janela de 30 dias é vista como a solução mais provável: curta o suficiente para preservar a pressão e longa o bastante para impedir uma ruptura imediata.

O que ainda está em jogo é por quanto tempo Trump aceitará manter o dedo fora do gatilho e quanto o Brasil terá de entregar para impedir que ele seja finalmente acionado.

Lula e Trump: Os altos e baixos entre as relações dos presidentes
Foi justamente esse equilíbrio que passou a dominar as conversas internas do governo brasileiro. Brasília já não aposta na retirada da recomendação de tarifa. A expectativa é conseguir que o texto americano preserve consultas bilaterais, permita mudanças futuras na lista de produtos atingidos e deixe claro que a decisão poderá ser revista caso haja avanço nas negociações.

Também haverá uma batalha silenciosa em torno das exceções. O USTR propôs a tarifa de 25%, mas abriu espaço para retirar da medida produtos cuja taxação prejudicaria empresas e consumidores americanos. A lista inicial já protege itens importantes, como café, carne bovina, determinados metais, produtos energéticos e componentes aeronáuticos.

É nesse anexo, mais do que no número estampado no anúncio, que poderá estar o tamanho real do prejuízo para o Brasil. Uma tarifa de 25% com uma relação ampla de exceções e vigência futura produziria um impacto muito diferente de uma cobrança imediata sobre praticamente toda a pauta exportadora.

A última rodada, portanto, não deve decidir se o Brasil será punido. A recomendação da tarifa é hoje o cenário-base dentro do governo. O que ainda está em jogo é por quanto tempo Trump aceitará manter o dedo fora do gatilho e quanto o Brasil terá de entregar para impedir que ele seja finalmente acionado.

Com informações do Portal Veja Negócios

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorGoverno de MS já deu início ao controle na emissão de gases
PróximoCopa do Mundo: França e Espanha abrem hoje a SemifinalNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Tamires entra no top-10 de maiores artilheiras da história do Corinthians

29 de agosto de 2026

Porte de arma tramita para 10 novas profissões no Brasil e pedido vai ficar mais fácil

29 de agosto de 2026

Servidora municipal é presa por furto de joias e semijoias em Campo Grande

29 de agosto de 2026

Conta de luz terá bandeira amarela em setembro e acréscimo pelo 5º mês seguido

29 de agosto de 2026

Presidente da CBF visita o Morenão e entrega Centro de Futebol

29 de agosto de 2026

UEMS amplia oferta de cursos no interior com foco em tecnologia, floresta e áreas rurais

29 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com