Secretários Rodrigo Perez (Segov) e Guilherme Alcântara (Seilog) acompanharam o governador.

Acompanhado pelos secretários Rodrigo Perez, de Governo e Gestão Estratégica (Segov), e Guilherme Alcântara, de Infraestrutrura e Logística (Seilog), o governador Eduardo Riedel (PP) procurou buscar informações sobre os serviços em regime de concessão para cuidar da malha viária que compõe a chamada Rota da Celulose.
O governador visitou a concessionária “Caminhos da Celulose”, em Campo Grande, e foi recebido por diretores e equipe técnica na terça-feira (17/03).
Além das informações prestadas pelos diretores e técnicos, Riedel, Perez e Alcântatara conferiram detalhes sobre as atividades já iniciadas e o e o planejamento para os primeiros 100 dias de trabalho nos 870 km de extensão das rodovias MS-040, MS-338, MS-395, BR-262 e BR-267.
“O desenvolvimento é um processo que impõe extremos cuidados, que vão do planejamento à execução, com monitoramento técnico. E este é um dos principais corredores da economia agroindustrial do país”, afirmou Riedel.

Diretor-presidente da concessionária, Luiz Fernando De Donno enfatizou que foi um momento honroso receber o governador e seus secretários. “Uma oportunidade de atualizá-los sobre o andamento dos trabalhos e até fazer uma prestação de conta destes primeiros dias, já pontuando o que fizemos e o planejamento dos 100 dias, compromissos que apresentamos na assinatura do contrato”, ressaltou.
Impacto positivo
Na recuperação do pavimento das rodovias, na implantação da sinalização e outras atividades serão mais de 30 empresas para fazer a roçada e a defensa metálica.
O diretor explicou que o foco é causar um “impacto positivo” nas pessoas que moram ou trafegam pelas rodovias, para que vejam e experimentem os benefícios.
“A Rota da Celulose é uma nova modelagem rodoviária. Dispõe de tecnologia, modernidade e flexibilidade, sendo possíveis novos investimentos caso haja aumento no fluxo do tráfego”, acentuou Perez.
“Foi definido o início do recapeamento nas rodovias durante o primeiro ano, dos 870 km de extensão, que serão recuperados, dando condição de segurança para população nas rodovias que fazem parte da concessão”, completou Alcântara.

O objetivo da parceria público-privada é impulsionar o desenvolvimento garantindo segurança ao usuário. A concessão prevê investimentos de R$ 10,1 bilhões, sendo R$ 6,9 bilhões destinados a despesas de capital e R$ 3,2 bilhões a custos operacionais.
O contrato prevê diversas obras de melhorias, entre elas 115 km de duplicações, 457 km de acostamentos, 245 km de terceiras faixas, 12 km de marginais, 38 km de contornos urbanos, 62 dispositivos em nível, 4 em desnível, 25 acessos, 22 passagens de fauna, 20 alargamentos de pontes e 3.780 m² de novas obras de artes especiais de engenharia.

A Rota da Celulose contará com 100% de acostamento em todo o sistema rodoviário.
Uma das inovações é o sistema em “free flow”, um pedágio sem barreira que vai propiciar maior fluidez, menos emissão de CO2 (fluxo contínuo) e segurança viária.
Haverá comunicação contínua, com 484 câmeras – uma a cada 1.8 km -, rodovias 100% monitoradas, sensores para avaliação de tráfego e controle de velocidade.
Nos primeiros 100 dias a prioridade é a segurança viária, com a recuperação de 1,6 km de proteção contínua (defensa metálica), mais 22,5 km de revitalização da sinalização, 5 mil tachas refletivas e reposição de 490 placas.








