Para Sérgio Gonçalves, gestões de Azambuja e Riedel abriram um novo caminho para o futuro de MS.

A chave que abre para a humanidade os caminhos da evolução social, cultural e econômica é o conhecimento. É assim que o secretário- adjunto de Educação de Mato Grosso do Sul, Sérgio Luiz Gonçalves, define o olhar de suas responsabilidades no exercício do trabalho que considera uma missão e ao qual empenha o máximo de si.
Na verdade, dedicar-se ao serviço público é uma das características que o recomendam para diversas responsabilidades no âmbito da governança sul-mato-grossense.
Formado em Administração, antes de ser designado para a Pasta pelo governador Eduardo Riedel (PP), ele percorreu uma trajetória de espinhosos desafios na gestão estadual. Com discrição e simplicidade, mas estudioso no tratamento das demandas e fiel às exigências de suas atribuições, Gonçalves começou a servir ao Estado em 2015, convocado pelo governador Reinaldo Azambuja para trabalhar na Caravana da Saúde, um dos primeiros programa de impacto daquele governo.
Gonçalves cuidou da estruturação do projeto ajustando-o ao volume e à complexidade dos problemas que impediam uma assistência mais efetiva e qualificada dos serviços públicos de saúde. O êxito daquela experiência foi um indutor para futuros chamamentos, o que aconteceu logo depois. Com a conclusão do calendário da Caravana, Azambuja o enviou para a assessoria de Riedel, então secretário de Governo e Gestão Estratégica.
“Eu fiquei mais dois anos ajudando dentro do gabinete nas demandas dele”, lembra o secretário, em entrevista para o “Correio do Estado”. Mais uma incumbência executada com sucesso, que provocou, em seguida outro encargo: atuar na base organizacional e financeira da Comunicação oficial, onde passou quatro anos igualmente bem-sucedidos. A ciranda não parou aí. Já na gestão de Riedel, foi escalado para assessorar o titular da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Flávio César.
Mais chamados
Na entrevista, Gonçalves destaca como foi trabalhar na Sefaz: “Já era uma preparação para o mandato atual. Foi um grande desafio entender como funciona a secretaria e também como fazer com que o dinheiro público fosse melhor usado. As demandas sempre são muito grandes”.
Enfim, Riedel o chamou para a Educação, também para estruturar e assegurar a dinâmica dos programas liderados pelo secretário Hélio Daher. Esta missão significa, em síntese, “fortalecer a estrutura da Rede Estadual de Ensino e aprimorar a gestão de recursos num momento de expansão econômica e de aumento da demanda por qualificação”.
Hoje, visitando e conferindo o trabalho na rede escolar, o exercício das metodologias de ensino e aprendizado, a execução financeira e até as relações entre as escolas, residências e familiares dos alunos, Gonçalves acumula conhecimentos e abastece a admiração pela obra governamental.
Cobra eficiência, mas priorizando o diálogo, entendendo que o papel da gestão pública na educação não se resume a fazer escolas ou dotá-las de equipamentos, sendo também essencial oferecer aos mestres e estudantes as condições ideias para ensinar e aprender.
Para ele, que na secretaria executiva da Pasta cuida da administração e do setor financeiro, os resultados da política pública sempre darão frutos. Além dos avanços já concretizados, Gonçalves diz que mais boas notícias estão confirmadas, como a ampliação do número de escolas e de vagas, em especial para cidades que experimentam crescimento acima da média por causa de grandes investimentos industriais, como Ribas do Rio Pardo e Inocência.
Gonçalves destaca também o EJA Mulher (Educação de Jovens e Adultos), um programa criado pelo governo estadual, dizendo ser outra iniciativa de alcance sem precedentes. A seu ver, a atenção às pessoas identifica o elevado grau humanista da gestão para assumir e enfrentar suas responsabilidades, conceituando as políticas públicas.






