• Campo Grande MS, 20 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 20 de agosto de 2026

Dólar sobe e Bolsa abre estável com guerra tarifária e IOF incerto

  • 16 de julho, 2025
  • Cotação do Dólar, Economia
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

No dia anterior, o dólar registrou queda de 0,46%, cotado a R$ 5,558. Ibovespa recuou 0,04%, aos 135,2 mil pontos, praticamente estável.

Às 10h50 (Brasília) o Dólar comercial estava em alta de 0,55% cotado em R$5,589 e o Ibovespa em queda de 0,16% com 135.031,94 pontos.

O dólar operava em alta nesta quarta-feira (16/7), dia em que os investidores continuam com as atenções voltadas para os impactos do tarifaço comercial imposto pelo governo dos Estados Unidos sobre o Brasil.

No cenário doméstico, o mercado financeiro repercute a falta de acordo entre o governo federal e o Congresso Nacional em torno do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o que aumenta a incerteza fiscal.

Dólar
Às 10h24 (Brasília), o dólar subia 0,34%, a R$ 5,577.
Mais cedo, às 9h17, a moeda norte-americana avançava 0,17% e era negociada a R$ 5,568. Na cotação máxima do dia até aqui, o dólar bateu R$ 5,585. A mínima é de R$ 5,558.

No dia anterior, o dólar fechou em queda de 0,46%, cotado a R$ 5,558. Com o resultado, a moeda dos EUA acumula ganhos de 2,3% em julho e perdas de 10,1% em 2025 frente ao real.

Ibovespa
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), operava estável no início do pregão. Às 10h29, o Ibovespa recuava 0,09%, aos 135,1 mil pontos.
Na véspera, o indicador fechou o pregão em baixa de 0,04%, aos 135,2 mil pontos, praticamente estável.
Com o resultado, a Bolsa brasileira acumula baixa de 2,57% no mês e alta de 12,48% no ano.

EUA investiga o Brasil
O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) iniciou uma investigação comercial contra o Brasil, com base na Seção 301. A medida foi anunciada nessa terça-feira (15/7), menos de uma semana após o presidente norte-americano, Donald Trump, taxar os produtos brasileiros em 50%.

Em um comunicado, o USTR afirmou que a análise visa a investigar práticas comerciais desleais do Brasil em relação aos EUA, e citou como exemplo as recentes disputas judiciais entre Brasil e plataformas digitais norte-americanas.

A Seção 301 faz parte da Lei Comercial dos EUA, criada em 1974, e é usada para responder ao que o governo norte-americano classifica como “práticas injustificáveis, irracionais ou discriminatórias de governo estrangeiros”.
“Sob a orientação do Presidente Trump, estou iniciando uma investigação nos termos da Seção 301 sobre os ataques do Brasil às empresas americanas de mídia social, bem como outras práticas comerciais desleais que prejudicam empresas, trabalhadores, agricultores e inovadores tecnológicos americanos”, disse o representante comercial dos EUA, embaixador Jamieson Greer.

Além disso, o governo norte-americano citou a fiscalização anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, a isenção de impostos para o etanol vindo dos EUA e o desmatamento ilegal no Brasil como supostas práticas comerciais prejudiciais ao país.

Apesar disso, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA não apresentou provas das supostas práticas comerciais desleais do Brasil. A aplicação da Seção 301 contra o Brasil foi um pedido de Trump, ao anunciar a tarifa de 50% contra as exportações do Brasil. Além de citar as acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como uma das motivações para a taxa, o presidente norte-americano alegou, na época, um déficit comercial inexistente para os EUA na balança entre os dois países.

Impasse sobre o IOF
No cenário doméstico, os investidores repercutem a audiência de conciliação entre Executivo e Legislativo proposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no âmbito do impasse envolvendo o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A reunião a portas fechadas terminou sem acordo. “Após as manifestações, o ministro relator indagou se seriam possíveis concessões recíprocas que pudessem resultar na conciliação. Os presentes disseram que, apesar da importância do diálogo e da iniciativa desta audiência, preferiam aguardar a decisão judicial”, informa a ata da reunião.

O encontro não teve a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), nem do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também não compareceu. Representantes do Congresso e do governo, no entanto, foram enviados.

Participaram também o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, e advogados do PSOL e do PL. De acordo com a ata, a representante do Senado requereu a possibilidade de maior prazo para a continuidade das negociações, mantida a decisão liminar já proferida.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nessa terça que tem expectativas de que o impasse sobre o IOF seja resolvido ainda nesta semana. Ele disse que acredita que a solução será rápida e que o único detalhe impeditivo foram as operações de risco sacado.

Haddad avaliou que o ministro Alexandre de Moraes está bem informado sobre a situação e tirou todas as dúvidas que tinha. “Eu acredito que ele vai chegar a uma conclusão na sua decisão que vai convergir com as necessidades do país”, afirmou o ministro.

Haddad ressaltou, ainda, que as operações de risco sacado representam cerca de 10% do decreto, aproximadamente R$ 1,2 bilhão. Questionado se o resultado deve impactar no Relatório de Despesas e Receitas, o ministro afirmou que vai depender da decisão de Moraes. “Mas eu entendo que pelas discussões que nós fizemos sobre o que é incontroverso, nós vamos chegar a uma boa solução”, concluiu.

Com informações Metrópoles Economia

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorLEGADO EXEMPLAR
PróximoO estreito corredor da disputa sucessóriaNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Corinthians x Rosario Central: Memphis entra em campo hoje

20 de agosto de 2026

Nem acendendo a luz vai clarear

20 de agosto de 2026

Verruck indica como a pequena Vicentiva definiu a marcha para o desenvolvimento

20 de agosto de 2026

Governo trabalha para ampliar número de famílias fora da extrema pobreza 

20 de agosto de 2026

Feminicídio: Perícia aponta agressões antes de tiro que matou fisioterapeuta

19 de agosto de 2026

Tremores de baixa magnitude são registrados na Paraíba e na Margem Equatorial

19 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com