Na saída para Rochedo, moradores sofrem com precariedade de vicinal e mais promessas que a prefeita não cumpriu.

De tão decepcionados que estão com o abandono que sofrem por parte do poder público municipal, os moradores da região na saída para Rochedo fazem uma crítica espirituosa, mas questionadora: afirmam não saber qual é o pior atoleiro, se a estrada vicinal CG-222 ou a gestão da prefeita Adriane Lopes (PP).

Esta é a via de acesso a diversas propriedades rurais e serve como principal meio de escoamento de pequenos produtores e trânsito de estudantes e trabalhadores do campo e da cidade.
Quem mora ali ou frequenta sítios e até fazendas, voltou a enfrentar sérios transtornos com as chuvas. Na quarta-feira, 16, as águas deixaram trechos cobertos de barro e cheios de buracos. Além de veículos atolados, houve congestionamento de caminhões.
“Aqui, quando chove fica intransitável, é muito barro e buraco. Se houvesse manutenção, mas não tem, deixam que chegue nesta situação”, queixa-se o produtor rural Sandro Ramires. Ele diz que o problema atinge moradores e proprietários que precisam escoar gado e transportar materiais. É visível o cenário de abandono e falta de manutenção, mesmo quando não chove, contam usuários da vicinal.
O que intriga quem mora na região é o continuo descaso da prefeita. No ano passado, quando estava em campanha pela reeleição, ela prometeu fazer a manutenção permanente da estrada.
Na época, a prefeitura reformou a ponte de madeira sobre o Córrego Ceroula, que chegou a ser interditada posteriormente para reparos em danos causados pelo tráfego de veículos. No entanto, manutenção regular continua inexistindo e até mesmo soluções pontuais ou paliativas escassearam.






