O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou a fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo e participou da 65ª Cúpula do Mercosul no Uruguai, onde a Bolívia se tornou membro pleno do bloco. Durante a inauguração, Lula destacou a importância da distribuição de riqueza e mencionou um aumento de 11,9% na massa salarial. O governador Eduardo Riedel ressaltou o potencial econômico da nova indústria de celulose no estado, que visa ser carbono neutro até 2030, promovendo uma indústria limpa e sustentável.

Lula saiu da fábrica por volta do meio-dia, percorreu os 98km de distância de helicóptero e pousou no Aeroporto Internacional de Campo Grande, minutos depois, onde seguiu para Montevidéu no avião presidencial.
O evento marca o encerramento da presidência pro tempore do Uruguai e sua transferência para a Argentina. A Bolívia participa pela primeira vez como membro pleno do bloco, após oficializar a sua adesão em agosto deste ano.
Com a inclusão boliviana, o bloco agora abrange 73% do território da América do Sul e representa cerca de 65% da população da região.
Lula na Suzano – A vinda do presidente, do vice Geraldo Alckmin e vários nomes políticos do Estado, oficializou a inauguração da Suzano, que será capaz de produzir 2,5 milhões de toneladas de celulose.
Presidente aperta a mão de presidente do Conselho de Administração da Suzano, David Feffer; na foto também estão Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), vice-presidente Geraldo Alckmin, governador Eduardo Riedel (PSDB) e deputado federal Geraldo Resende (PSDB) (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Presidente aperta a mão de presidente do Conselho de Administração da Suzano, David Feffer; na foto também estão Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), vice-presidente Geraldo Alckmin, governador Eduardo Riedel (PSDB) e deputado federal Geraldo Resende (PSDB) (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Durante seu discurso, Lula falou sobre economia e a distribuição de riqueza, apontando que a massa salarial subiu 11,9%, sinalizando esse desafio. “Muito dinheiro na mão de poucos significa miséria, pobreza, analfabetismo, desnutrição”, afirmou, sentenciando que “já pouco dinheiro na mão de muitos é distribuição de renda”.






