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Campo Grande, 31 de agosto de 2026

“Estamos vivendo uma epidemia de violência contra mulher no Brasil”, diz Ministra

  • 11 de julho, 2024
  • Cidades, Geral
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Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves participa de evento em Campo Grande nesta quinta-feira (11)

A frase da ministra das Mulheres Cida Gonçalves  que ecoa a triste realidade do Brasil, é um chamado urgente para ação. A violência contra a mulher não é apenas um problema social, é uma crise de direitos humanos que demanda respostas firmes e eficazes.

Os números comprovam a urgência da situação. A cada 6 horas, uma mulher é morta no Brasil. Em 2023, o número de feminicídios no país aumentou 6,5% em relação a 2022. Mais de 70% das vítimas de feminicídio são negras. Apenas 13,6% dos casos de feminicídio são solucionados.

Se você presenciar ou sofrer algum tipo de violência contra a mulher, denuncie (Foto: Alicce Rodrigues, Midiamax)

A violência contra a mulher se manifesta de diversas formas, física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Ela acontece em todos os lugares: nas casas, nas ruas, nos trabalhos, nas escolas e até mesmo na internet.

Quando uma mulher denuncia a violência que sofre, ela precisa ser acolhida e ter sua história acreditada.

Se você presenciar ou sofrer algum tipo de violência contra a mulher, denuncie. Ligue para o 180 ou acesse o site da Ouvidoria da Mulher.

Existem diversas instituições que oferecem apoio a mulheres vítimas de violência. Você pode doar, se voluntariar ou simplesmente oferecer um ombro amigo para quem precisa.

É necessário que o governo implemente políticas públicas efetivas para prevenir e punir a violência contra a mulher.

A educação é fundamental para prevenir a violência contra a mulher. É preciso promover a igualdade de gênero e o respeito às mulheres desde a infância.

As mulheres mais vulneráveis à violência são:

  • Mulheres negras: Elas são as maiores vítimas de feminicídio no Brasil.
  • Mulheres indígenas: Elas sofrem altos índices de violência física, sexual e psicológica.
  • Mulheres LGBTQIA+: Elas são vítimas de violência por conta de sua orientação sexual e identidade de gênero.
  • Mulheres em situação de pobreza: Elas têm menos acesso a mecanismos de proteção e justiça.
  • Mulheres com deficiência: Elas enfrentam barreiras adicionais para denunciar a violência e acessar serviços de apoio.

Aqui estão alguns recursos que podem ser úteis:

  • Central de Atendimento à Mulher: 180
  • Ouvidoria da Mulher: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/canais_atendimento/ouvidoria
  • Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos: https://www.gov.br/mulheres/pt-br
  • Instituto Patrícia Galvão: https://agenciapatriciagalvao.org.br/

Lembre-se, você não está sozinha! A luta contra a violência contra a mulher é de todos nós.

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