Por volta das 11h30 desta segunda-feira (28), uma mulher identificada como Carmen Eloah Pastorello Alcocer, de 65 anos, morreu após um acidente no cruzamento das ruas Benjamin Constant com a Monte Alegre, em Dourados.
De acordo com informações policiais, a vítima estava com o marido, Marcos Julio Caruzo Alcocer, de 62 anos. Ambos são de São Paulo, mas residiam na Inglaterra e vieram para Mato Grosso do Sul visitar Bonito.
Acidente ocorreu entre as ruas Benjamin Constant e a Monte Alegre – Crédito: Dourados News
As vítimas estavam em um veículo locado e retornavam de Bonito, quando decidiram dormir em um hotel de Dourados, antes de seguir viagem para São Paulo.
Eles seguiam em um veículo Fiat Argo pela Rua Benjamin Constant, quando não observaram a placa de sinalização “Pare” e atravessaram a Rua Monte Alegre, via preferencial.
O veículo foi colhido por uma Mitsubishi Pajero, conduzida por um médico, de 42 anos. O impacto maior ocorreu no lado em que Carmen estava.
A idosa foi socorrida por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhada para o Hospital da Vida, em estado gravíssimo, mas não resistiu e morreu em seguida.
O turista que morreu após sofrer acidente em uma tirolesa em Canoa Quebrada, no Ceará, filmou o momento do acidente fatal sofrido no último dia 10.
Sergio Murilo Lima de Santana tinha 39 anos e não resistiu à queda na cidade de Aracati. A esposa dele, que havia realizado a travessia momentos antes, também registrou em vídeo o instante em que o rapaz despenca.
No vídeo que gravou, Sergio aparece animado e dando gritos de empolgação durante o percurso. Em certo momento, porém, ele perde altura repentinamente e choca-se contra o chão.
Na gravação feita por sua companheira, é possível ver que o acidente acontece depois que uma viga de sustentação tombou.
Sergio chegou a ser socorrido e levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, mas chegou ao local já sem vida.
Um turista canadense morreu nesta terça-feira após cair nas Cataratas do Iguaçu. O acidente aconteceu quando a vítima tentava tirar uma selfie, no lado argentino.
O corpo foi encontrado perto da cidade paranaense de Foz do Iguaçu após mais de 24 horas de buscas.
Corpo encontrado no lado brasileiro é do turista canadense. Na foto, ele é visto pouco antes de desaparecer nas águas das Cataratas do Iguaçu. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
De acordo com a imprensa argentina, o canadense tinha 60 anos e estava hospedado em um hotel em Puerto Iguazú. O corpo dele foi localizado perto da ponte Tancredo Neves, que liga as cidades de Puerto Iguazú e Foz do Iguaçu.
A vítima foi encontrada funcionários de uma empresa que realiza passeios náuticos na região. Eles notificaram a Marinha.
O acidente aconteceu por volta das 11h deste segunda-feira. O canadense estava na passarela das Cataratas de Bosetti. Testemunhas relataram que ele teria subido no corrimão de proteção para tirar uma selfie, mas perdeu o equilíbrio e caiu.
Equipes argentinas de resgate iniciaram as buscas imediatamente, mas os trabalhos foram dificultados pelo grande fluxo de água nas Cataratas nos últimos dias. Chuvas intensas ocorrem na região desde a semana passada.
Na semana passada, a passarela das Cataratas do Iguaçu, no Paraná, chegou a ficar três dias interditada.
Na última quinta-feira foi registrado o segundo maior volume de água nas Cataratas em toda a história. Nesta data, a vazão chegou 16,5 milhões de litros de água por segundo, 11 vezes mais que a média anual, de 1,5 milhão.
Hóspedes do Catussaba Resort Hotel, situado entre as praias de Itapuã e Stella Maris, em Salvador, afirmam estar assustados com a morte do turista cearense Victor Gutemberg Bezerra Ramos, 29, assassinado com quatro tiros na manhã de ontem enquanto tomava sol em uma área verde próximo à piscina. O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
Victor Gutemberg Bezerra Ramos, 29, foi baleado enquanto tomava sol em um hotel de luxo Imagem: Facebook/Reprodução
A reportagem do UOL esteve hoje na praia por onde o homem que matou Gutemberg acessou o resort de luxo. No local, entre os cerca de 30 hóspedes que tomavam sol e banho de mar, alguns visitantes da capital baiana relataram que não pretendiam mais retornar para estadias no Catussaba.
Foi o que disse um casal de turistas pernambucanos que desembarcou na cidade no domingo (20) para passar uma semana. Sem se identificar, o homem e a mulher contaram ter presenciado a cena do homicídio momentos após tomarem café.
“Foi uma coisa horrível. Primeiro ouvimos os tiros, todo mundo começou a correr. Depois, quando o cara [o autor dos disparos] saiu pela praia, a gente viu o rapaz todo ensanguentado no chão. O Samu veio, mas infelizmente não o salvou. Foi uma coisa assustadora, muito chocante”, narrou o hóspede. Apesar do susto, os dois não pretendem voltar para casa antes do planejado, como chegaram a cogitar. “Já estamos aqui mesmo. Vamos ficar”.
Sob um sombreiro do resort, uma aposentada de Curitiba (PR) afirmou que só tomou coragem para descer do quarto após cogitar que, pelas circunstâncias do crime, provavelmente se trate de um “fato isolado”. “É difícil acreditar que o assassino tenha escolhido o rapaz de forma aleatória e atirado quatro vezes. Mas é a polícia quem vai confirmar isso”.
A reportagem observou que ao menos três funcionários em uma guarita faziam o controle de quem entrava e saía do hotel em direção à faixa de areia. Para esse deslocamento é preciso usar uma pulseira, segundo uma turista que disse ter percebido uma cobrança mais rígida do acessório depois do episódio. “Cheguei aqui na terça-feira, mas só hoje está tendo essa cobrança”.
Ele estava no lugar certo, na hora certa. Ou nem tanto…
O turista britânico Harry Shimmin conseguiu a façanha de filmar a avalanche que, segundos depois de começar, iria atingi-lo em cheio. Apesar de coberto pela neve, ele saiu ileso e com a gravação intacta, que ele logo postou nas redes sociais com um longo depoimento do que havia passado (veja o post no fim da matéria).
https://youtu.be/ZEbR99_t5mE
Shimmin fazia parte de um grupo formado por nove britânicos e um americano, que faziam uma visita guiada à cordilheira de Tian Shan, no Quisguistão, na Ásia Central.
Segundo ele, estava tirando fotos num ponto alto da trilha quando ouviu estalos de gelo se quebrando atrás dele. Foi quando começou a filmar, até que a avalanche chegou perto o suficiente, apenas dando tempo de ele se abrigar numa fenda.
Os outros participantes do grupo também conseguiram se proteger, sem ferimentos graves.
Em seu depoimento, ele afirma que teve consciência do risco que correu, inclusive de morte, sobretudo quando a neve o encobriu, tornando difícil até respirar. “Se tivéssemos caminhado por mais cinco minutos à frente, certamente estaríamos todos mortos”, calculou.