Pai de menina assassinada ao ser jogada de pedreira é achado morto no mesmo lugar

Alonso Cabreira, de 89 anos, encontrado morto na pedreira desativada na Aldeia Bororó, Reserva Indígena de Dourados, na tarde desta quarta-feira (30), era pai de Raíssa da Silva Cabreira, assassinada no mesmo local, em 2021.

De acordo com informações policiais, o homem estava desaparecido e foi encontrado morto no meio do paredão de pedra, com um sinal de facada no rosto e com o pescoço decepado.


Local onde Raíssa foi encontrada morta – Crédito: Dourados News/Arquivo

Há a possibilidade de o corpo ter sido jogado do penhasco.

Três filhos da vítima foram encaminhados ao SIG (Setor de Investigações Gerais) para serem ouvidos. O intuito é saber se eles têm alguma ligação com o crime.

Caso Raíssa

Em 10 de agosto de 2021, a menina de apenas 11 anos foi encontrada morta na pedreira, vítima de estupro e homicídio. Na época, cinco pessoas foram detidas pelo envolvimento no crime, apenas um deles era maior de idade.

Conforme informado pelo Dourados News, a investigação apontou que o crime brutal teria sido planejado. Os indivíduos embebedaram a vítima e cometeram o estupro.

Dentre os envolvidos, estava o tio da menina, identificado como Elinho Arelavo, 33, acusado de estuprá-la desde os cinco anos.

No dia 12 de agosto, Elinho foi encontrado morto dentro da Penitenciária Estadual de Dourados (PED), onde estava preso.

 

Explosão em pedreira causa tremor, quebra janelas e assusta moradores

Um estrondo, por volta das 13h40 desta quinta-feira (13), assustou moradores de Três Lagoas, município a 334 quilômetros de Campo Grande. Além do susto causado nos moradores, há relatos de vidraças quebradas na região.

O barulho foi ouvido em toda a cidade e moradores comentaram o caso nas redes sociais

De acordo com o exército, o forte barulho estava ligado a explosão em uma pedreira, que no momento estava em uma atividade de extração com uso de dinamite. O barulho foi ouvido em toda a cidade e moradores comentaram o caso nas redes sociais, com relatos de que tiveram vidros de janelas danificados por conta da ação.

O dono da empresa declarou que a atividade é rotineira. Os bombeiros não receberam nenhum chamado de apoio de moradores. Uma equipe do 3º Batalhão de Infantaria Aérea do Exército, realizou a fiscalização dos produtos utilizados na pedreira e chegou se a explosão foi feita dentro das normas.

A defesa civil orienta que, caso alguém tenho tido algum prejuízo por conta desse abalo poderá entrar em contato via WhatsApp no telefone (67) 92098695.