A adolescente indígena Ariane Oliveira Canteiro, 13 anos, que estava desaparecida desde o dia 2 de setembro, quando saiu de casa na Aldeia Bororó, na Reserva Indígena de Dourados, foi encontrada morta na tarde deste domingo (11), em avançado estado de decomposição, no interior de uma mata às margens da rodovia que liga Dourados a Itaporã.
Corpo de adolescente indígena sendo retirado da mata onde foi localizado. – Crédito: Osvaldo Duarte / Dourados News
A garota que é neta do cacique da aldeia, Getúlio de Oliveira, foi encontrada graças a um mutirão realizado neste domingo por familiares da adolescente, lideranças indígenas e integrantes da Polícia Militar.
No dia em que desapareceu, Ariane usava esse mesmo casado amarelo da foto — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução
As causas da morte ainda não podem ser definidas, em função do avançado estado de decomposição do corpo.
Lideranças detiveram na manhã de hoje, um homem suspeito do crime, que foi encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde deverá prestar depoimento.
Rebeca França Antônio, de 20 anos, foi morta, no final da manhã desta quarta-feira (7), em São Gabriel do Oeste (MS), região norte do Estado. O principal suspeito é o ex-marido dela, segundo o delegado que acompanha o caso, Fábio Magalhães. Conforme a Polícia Civil, a jovem foi morta com pelo menos dois golpes de faca.
O autor foi identificado inicialmente como ‘Mascote’, de 20 anos, e seria o ex-marido da vítima.
Rebeca foi assassinada com golpes da faca pelo ex-marido (Reprodução/Redes Sociais)
Ainda não há informações sobre o que teria motivado o mais novo feminicídio em Mato Grosso do Sul, mas a vítima havia sido resgatada em estado gravíssimo por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Porém, no final da manhã de hoje, Rebeca não teria suportado os ferimentos e vindo a óbito no Hospital Municipal. Ela estaria sendo estabilizada para ser transferida para a Santa Casa de Campo Grande.
O autor teria fugido logo após cometer o crime em uma motocicleta Honda Titan, de cor cinza.
A Polícia Militar e a Polícia Civil estão cientes do caso e fazem diligências na tentativa de encontrar o autor.
O caso está sendo registrado como feminicídio na Delegacia de Polícia Civil de São Gabriel do Oeste.
Segundo o delegado, a vítima deixou um casal de filhos pequenos. “Estamos fazendo oitivas para elucidar o caso”, informou.
De acordo com os registros da Polícia Civil, este é o 29º caso de feminicídio em Mato Grosso do Sul.
Um acidente envolvendo um caminhão de combustíveis e um carro HB20 no distrito Indubrasil e Terenos, na BR-262, terminou com três mortos, a mãe, Paula Alessandra Moresco Vargas, 40 anos, o pai, José Cespedes Vargas, de 44 anos, e o filho José Bento Vargas, de 3 anos. As vítimas estavam em veículo de passeio e ficaram presas às ferragens.
Família que morreu em acidente na BR-262 – Crédito: Reprodução/Facebook
O veículo bateu de frente em caminhão tanque, na BR-262, por volta das 14h30 desta segunda-feira. A equipe de resgate chegou em seguida, mas os três já estavam mortos. Os bombeiros tiraram malas e mochilas do interior do veículo, o que indica que a família estava voltando de viagem.
O velório da família será no Jardim das Palmeiras, na Avenida Tamandaré, a partir das 10 horas da manhã desta terça-feira (30). Os três devem ser sepultados na quarta-feira.
Nas redes sociais, parentes trocaram as fotos do perfil por luto, ou até mesmo uma foto para homenagear a família.
Com a frase “descanse em paz”, fotos do casal e do filho estão sendo compartilhadas pelo Facebook.
Inúmeros comentários estão sendo publicados por outros amigos, ou até mesmo por quem não conhecia o casal, mas ficou sensibilizado com a fatalidade.
“Deus tenha misericórdia e conforte os corações dos familiares, nossos sentidos pêsames”, comentou uma amiga.
Outro amigo da família lamentou a perda e falou da saudade. “Nossos mais sinceros sentimentos, fez parte de nossa casa por algum tempo, deixa muitas saudades meu amigo, a nos resta a dor de pessoas queridas que se vão, aos céus a alegria de recebê-los, um dia estaremos todos juntos e é a nossa maior esperança”.
Uma colega de escola também ficou sabendo do acidente pela rede social e comentou sobre a perda. “Estudei com ela numa escola na Mata do Jacinto. Excelente pessoa. Que tristeza, que Deus possa trazer consolo necessário a família e amigos”.
Uma mulher de 38 anos foi morta na tarde desta quinta-feira (28), em um condomínio de luxo localizado no bairro Chácara Cachoeira, em Campo Grande.
De acordo com as informações iniciais é de que ela teria reagido a um assalto após sua funcionária ser sequestrada no Fort Atacadista da Rua Marquês de Lavradio, em Campo Grande e levada até a casa da vítima Andréia Aquino Flores.
Há a suspeita de que tenha havido um latrocínio dentro do condomínio, uma vez que estão presentes viaturas da Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), além da Polícia Civil, Militar e do Corpo de Bombeiros.
Somente equipes policiais estão autorizadas a entrarem no condomínio. A movimentação em frente ao local está grande. Informações passadas por pessoas que estão dentro do residencial, dão conta de que a vítima tenha sido morta por asfixia.
Vizinhos da residência onde aconteceu a tragédia foram avisados para ficar em casa e trancar as portas no fim da manhã. “Você está em casa? Tranca a porta porque mataram uma mulher aqui no condomínio”, foi a mensagem enviada de morado do Parque Cachoeira, onde foi registrada a ocorrência, para uma amiga que mora no residencial ao lado.
Posteriormente, a mulher saiu para verificar o que estava acontecendo e foi para frente do residencial.
Uma mulher ainda sem identificação foi encontrada morta na zona rural de Ponta Porã na manhã desta sexta-feira (8/7).
Segundo as primeiras informações sobre o caso, o corpo da vítima foi achado nas proximidades da fazenda “3 Coxilhas” em Ponta Porã, cidade localizada na região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai.
O corpo da vítima foi levada para o IML – Crédito: Divulgação
Os peritos que recolheram o corpo observaram várias perfurações que aparentemente teriam sido causadas por disparos de arma de fogo.
A mulher aparenta ter aproximadamente 40 anos de idade e estava vestindo uma calça jeans e uma blusa.
A vítima foi levada para o IML (Instituto Médico Legal) e o caso é investigado.
Corpo de onça morta com tiro na cabeça é encontrado boiando no Rio Paraguai
De acordo com o médico veterinário do Instituto do Homem Pantaneiro (IHP) essa é a segunda onça encontrada morta em três semanas. Polícia Militar Ambiental investiga o caso.
A Polícia Militar Ambiental (PMA) e o Instituto do Homem Pantaneiro (IHP) acompanham o caso e investigam a causa da morte. — Foto: Redes sociais
Uma onça-pintada foi encontrada morta nesta segunda-feira (4), boiando às margens do Rio Paraguai, em Ladário, a 421 km de Campo Grande. A fêmea adulta estava já estava em estado de decomposição há dias e apresentava escoriações.
A Polícia Militar Ambiental (PMA) que preliminarmente, identificou um buraco na cabeça da fêmea, que pode ter sido provocado por arma de fogo, indicando caça ilegal.
O capitão Kelvin Augusto Rodrigues Valente, comandante da PMA na região, explica que apenas uma perícia poderá confirmar se a morte decorreu de tiro, mas de qualquer forma havia uma perfuração no crânio. “Estamos aguardando perícia para afirmar a causa da morte”, disse, enfatizando que a morte, pela análise preliminar, teria ocorrido há uma semana.
Nas redes sociais o médico veterinário Diego Viana lamentou o ocorrido. “Nós estamos monitorando essas onças próximas ao perímetro urbano de Corumbá, mas em três semanas nós temos duas onças, uma morta por atropelamento e essa morta ainda por uma causa não identificada, apesar de apresentar algumas escoriações”, informou Diego Viana, médico veterinário do IHP.
Familiares relataram à polícia que o suspeito estava separado há três meses da vítima e seria uma pessoa bastante agressiva e ciumenta. De acordo com a polícia, o homem fugiu em uma moto de luxo após o crime.
Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28 anos, foi encontrada morta na madrugada desta quarta-feira (22) com diversas perfurações pelo corpo e parte do cabelo cortado dentro de sua casa, em Corumbá, a 420 km de Campo Grande.
Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28 anos, foi encontrada morta na madrugada desta quarta-feira (22) com diversas perfurações pelo corpo e parte do cabelo cortado — Foto: Redes sociais/Reprodução
Segundo a polícia, o principal suspeito de ter cometido o crime é o ex-marido da vítima, de 34 anos. De acordo com uma testemunha, o homem teria ligado para um de seus funcionários e dito ter feito uma besteira e matado a própria esposa. Ainda conforme a testemunha, o suspeito chegou a passar o endereço do local do crime.
Na casa da vitima, a polícia encontrou marcas de sangue já na entrada. Conforme a perícia, Grazielly foi encontrada sem vida, sentada em um sofá na sala, com várias perfurações nos braços, tronco, cabeça e perna e partes do cabelo cortado espalhados pelo chão.
Ainda conforme a perícia, o cômodo estava com garrafas de cerveja quebradas, objetos como celular e documento da vítima cortados ao meio e sangue no chão e nas paredes. A arma do crime não foi encontrada.
Familiares relataram à polícia que o suspeito estava separado há três meses da vítima e seria uma pessoa bastante agressiva e ciumenta. De acordo com a polícia, o suspeito fugiu em uma moto de luxo.
O homem possui passagens por violência doméstica, registrado em março de 2022, além de lesão corporal contra a vítima.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil de Corumbá e até a publicação desta matéria o suspeito ainda não havia sido localizado pela Polícia Militar.
De acordo com o boletim médico, o bebê não corre risco de vida
A grávida atropelada em um acidente, na última quinta-feira (16), no Bairro Monte Alegre, em Campo Grande (MS), ficou paraplégica, de acordo com informações da Santa Casa, onde ela permanece internada. Vanessa Brunhera de Oliveira, de 29 anos, estava na garupa de uma motocicleta com Joice da Silva Victor, de 24 anos, que morreu no local após colidir com um caminhão.
De acordo com o boletim médico, exames mostraram que a vítima ficou paraplégica após o acidente. Vanessa segue internada na Unidade de Tratamento Intensiva (UTI), sem previsão de alta. A paciente perdeu os movimentos da cintura para baixo.
Ainda segundo o hospital, o bebê não corre risco de vida e será realizada uma fixação da coluna da paciente ainda nesta segunda-feira (20).
Relembre o acidente
O acidente ocorreu na Rua Eva Perón, no Jardim Monte Alegre, região sul de Campo Grande, quando a gestante estava acompanhando a amiga Joice.
Com o impacto da colisão, as duas mulheres que estavam na motocicleta caíram no chão e um caminhão carregado com materiais de construção passou por cima de ambas. Joice não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Lucilene Nobel da Silva, de 38 anos, foi assassinada com dois tiros nas costas dentro da própria casa, em Dourados (MS), a 200 km de Campo Grande, na madrugada desta quinta-feira (16). Para a polícia, o principal suspeito do crime é o ex-marido da vítima, que está foragido.
Lucilene Nobel da Silva, de 38 anos, é a 22ª vítima de feminicídio em Mato Grosso do Sul neste ano. Foto Rede Social
Lucilene foi atingida por disparos de uma espingarda calibre. 38, enquanto estava na residência com a filha de quatro anos e o atual namorado, de 39 anos. Após chegar na casa, o ex-marido teria ido até à janela do quarto e atirado contra a ex-mulher.
Após o crime ele fugiu do local em um veículo ônix de cor escura. Equipe do Samu (Serviço de atendimento Móvel de Urgência) e também da Polícia Civil e Militar estão no local. O crime é investigado pela Depac (Delegacia de Pronto atendimento Comunitário).
Em depoimento, testemunhas disseram que o suspeito e a vítima estavam separados há alguns meses e o homem não aceitava o término do relacionamento.
Em Mato Grosso do Sul, 22 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2022, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).
Suspeito está foragido — Foto: Reprodução/ Redes sociais
Elita dos Santos, de 55 anos, foi morta a facadas na tarde desta quarta-feira (8) por seu vizinho e sócio, Aparecido dos Santos Alves, de 61 anos, em Sidrolândia (MS) a 57 quilômetros de Campo Grande após um desentendimento.
O crime ocorreu no assentamento Eldorado, e segundo vizinhos, Elita e Aparecido moravam de frente um para o outro e eram sócios na produção de abacaxis.
No entanto, nos últimos tempos, estes estavam tendo problemas na divisão dos lucros, o que teria gerado um desentendimento nesta quarta-feira, ocasionando o crime.
A delegada-adjunta de Sidrolândia, Thais Duarte, informou que Aparecido está foragido. Segundo ela, o caso foi registrado como homicídio simples na Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia e não feminicídio devido à ausência de algumas características.