Riedel assina carta de compromisso com o setor da juventude

Instituições da juventude, atléticas universitários e movimentos partidários se fizeram presentes no evento ao lado do candidato do PSDB ao governo

Diante de centena de jovens presentes em encontro no comitê central de campanha, o candidato a governador Eduardo Riedel (PSDB) recebeu e assinou uma carta de compromisso com o setor da juventude, que deve receber mais atenção durante sua gestão à frente do Governo do Estado. O ato foi realizado ontem (24).

Riedel debate políticas com os jovens e falou da sua experiência Foto Assessoria

“Para falar aqui com vocês não tem que ensaiar nada, falo com o coração. Estamos aqui para discutir política e é importante vocês saberem em quem vocês estão votando”, discursou Riedel ao iniciar a explicação sobre sua trajetória de vida e sobre seus projetos para o Estado de Mato Grosso do Sul.

A frente da Famasul, Riedel foi o criador da Famasul Jovem, iniciativa que levou para a CNA (Confederação Nacional da Agricultura). “Cheguei lá com 45 anos, sendo que na entidade a idade média era superior a 70. O que institui ali hoje forma lideranças no país inteiro, líderes que lideram para todos, e não para si”.

Riedel antecipou aas ferramentais que irá usar para fixar o jovem na escola Foto Assessoria

O candidato a governador ainda falou sobre a necessidade de se apostar mais na educação e qualificação, aliada a tecnologia, para prender os jovens ao ensino regular, além do investimento em empreendedorismo. “Temos que criar um ambiente propício para nossos jovens caminharem nele”.

Riedel completa que só se fomenta empreendimentos assim. “Estamos trabalhando para que isso aconteça, que sejam criadas alternativas para os jovens, que todos tenham expectativas de avanço em várias áreas, preciso de vocês agora, para lá na frente fazermos política pública todos juntos”.

“O jovem tem que deixar de ser coadjuvante e decidir seu futuro”, afirma Eric Fossati

Candidato a deputado estadual do Solidariedade com o número 77678, Eric Fossati lembra do seu slogan, ‘Um de Nós’, e segue sua jornada. Consciente, revela que vai continuar sua luta

Militando há 26 anos e defendendo os jovens menos favorecidos com ações práticas, o economista Eric Fossati, de 40 anos, desde os 14 anos é também skatista. “Quando comecei, cansei de levar esculacho da polícia e as pessoas me chamando de vagabundo e drogado, só porque meu esporte era vinculado à periferia”, lembra.

Economista e skatista, Eric Fossati quer ter mais força para ajudar os jovens. Foto Folha de Campo Grande

Hoje, Eric coloca seu nome para avaliação popular. Ele disputa uma vaga de deputado estadual, mas recorda que o caminho é longo e tortuoso. “Nasci no Caiçara, periferia da Capital. Alguns dos meus amigos, por falta de oportunidades, se perderam na vida, mas o skate me levou a lugares que nunca pensei em ir, tanto aqui na cidade, no Estado, em vários estados do Brasil e alguns lugares do mundo”, disse.

“Por que não levar essa experiência para mais pessoas? Porque não incluir os jovens em uma coisa tão boa? E não é só o skate, tem o hip hop, tem o grafite, que são manifestações populares de gente que procura seu espaço”, reforça.

Eric participou de uma forma ou de outra da construção de todas as pistas de skate de Campo Grande. “Atuei na Secretaria da Juventude Municipal e desenvolvemos grandes ações. Hoje o skate é olímpico, agora é mais fácil arregimentar a juventude e incluí-los de vez nas grandes discussões que vão implicar nosso futuro. Os jovens estão desconectados da política, isso não está certo. Temos que ter voz ativa e deixar de ser coadjuvantes quando a discussão envolve nosso futuro”.

Candidato do Solidariedade com o número 77678, ele lembra do seu slogan, ‘Um de Nós’, e segue sua jornada. Consciente, revela que vai continuar sua luta. “É possível integrar os jovens, tanto no esporte como no lazer e cultura, e assim diminuir os índices de violência e de gastos com a saúde. Quero chegar à Assembleia, pois considero que terei mais voz e instrumentos para incluir essas pessoas, que, sinceramente, estão abandonadas pela classe política”, afirmou.