Lacrado pela Polícia Militar, cassino funcionava na Avenida Marechal Rondon
Cassino é fechado no centro de Campo Grande (Foto: Reprodução)
A Polícia Militar fechou, na tarde de quinta-feira (16), um cassino que funcionava no centro de Campo Grande. Cerca de 20 máquinas caça-níqueis foram apreendidas no local.
Duas pessoas que estavam no cassino foram encaminhadas para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro para prestar depoimento.
O cassino funcionava na Avenida Marechal Rondon. O local deve ser interditado. A Polícia Civil vai investigar o caso.
A definição do apoio de Jair Bolsonaro (PL) ao pré-candidato do PSDB ao governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), foi destaque na imprensa nacional neste último fim de semana.
Conforme levantamento feito pelo jornal O Globo, divulgado neste domingo (19), com a dobradinha com Riedel o presidenciável tem apoio de 23 estados. O ex-presidente Lula, seu principal adversário na disputa eleitoral, conta com apoio de 15 estados.
Tereza Cristina, (ao centro) foi apontada como fundamental para selar a dobradinha Riedel e Bolsonaro
No cenário nacional, o PSDB se aliou ao MDB, apoiando a pré-candidatura de Simone Tebet. No entanto, segundo dados do jornal Estado de São Paulo, veiculado no sábado (18) esta aliança não deve se repetir em 15 estados, inclusive na terra da candidata, Mato Grosso do Sul.
A aproximação de Riedel com a ex-ministra e pré-candidata ao Senado pelo PP, a deputada federal Tereza Cristina, foi apontada como fundamental para selar a dobradinha Riedel e Bolsonaro.
“Fechado com Bolsonaro”
Eduardo Riedel, ex-secretário estadual e candidato governista a sucessão de Reinaldo Azambuja (PSDB) vai apoiar, e receber o apoio, do presidente Jair Bolsonaro (PL). A “dobradinha” Riedel/Bolsonaro foi confirmado pelo próprio pré-candidato ao Executivo sul-mato-grossense.
“Estou fechado com o Bolsonaro”, disparou o ex-secretário de Infraestruta e, antes desse cargo, secretário de Governo. “Estou em um partido que até hoje não decidiu se tem [candidato à] presidente ou não tem. O centro [no caso, a terceira via] tem dificuldade em discutir um projeto para o país”, completou Riedel.
Conhecido por posições brandas, Riedel fugiu à regra e foi mais incisivo das declarações – talvez por não ser mais integrante do governo, e sim um pré-candidato mais “solto” e precisando “pisar mais firme” para mostrar a que veio. “Entre os projetos que aí estão eu coloco claramente minha posição pelo presidente Bolsonaro. Não tenho nenhum problema em colocar isso de maneira clara”, frisa Eduardo Riedel.