Chiquinho apresentava problemas psiquiátricos e era muito conhecido no distrito de Culturama, em Fátima do Sul – (Crédito: Reprodução/MS News)
Na madrugada desta quinta-feira (19), Francisco Marques da Silva morreu no Hospital do Sias, em Fátima do Sul, um dia após ser baleado no distrito de Culturama.
Francisco que tinha problemas psiquiátricos, desferiu um golpe de facão em um policial militar, acionado para atender ocorrência na Avenida 13 de Junho, segundo informações do MS News.
O servidor público foi atingido por um golpe de facão no rosto antes mesmo de sair da viatura e revidou com dois tiros que acertaram o braço e o abdômen de Francisco, conhecido em Culturama como Chiquinho Amado Batista.
Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu nesta madrugada.
Suspeito pelo crime é marido de uma das mulheres. O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (14), em Porto Murtinho
Um homem de 39 anos, suspeito de assassinar a vizinha após uma discussão por ciúmes, foi preso em flagrante, logo após o crime, na tarde desta quarta-feira (14), na Vila Célia, em Porto Murtinho, a 439 quilômetros de Campo Grande.
Segundo o delegado do caso, Eudenir Soares, o crime teria ocorrido após discussão que evoluiu para agressões verbais e físicas entre a vítima a esposa do suspeito.
Polícia Civil de Porto Murtinho. — Foto: Reprodução
Após a briga entre as mulheres, o suspeito, armado com um facão, perseguiu a vítima até sua casa e a golpeou no peito.
A Polícia Militar foi acionada por uma testemunha. Ao chegar no local, os policiais encontraram a vítima no quarto, sentada com os braços cruzados e inconsciente.
A mulher foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada para o hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos.
O autor foi preso em flagrante e responderá por homicídio.
Uma guerra está prestes a acontecer no Paço Municipal. A prefeita sofre pressão de Marquinhos Trad e seu grupo, que quer continuar controlando o município
Mais um homem de confiança do ex-prefeito Marquinhos Trad deixa a prefeitura de Campo Grande após o primeiro turno das eleições, o vice-presidente do PSD, Robson Gatti Vargas, que exercia o cargo de secretário adjunto na Segov (Secretaria de Governo e Relações Institucionais).
Adriane terá que decidir entre controlar a prefeitura ou seguir como um “puxadinho” de um projeto que naufragou
O acordo da prefeita Adriane Lopes e o candidato derrotado nas eleições era claro: manter os apaniguados de Marquinhos até o dia 2. Portanto, a debandada já era esperada e novas demissões devem acontecer nesses dias.
“Me desligo hoje da prefeitura, foi uma decisão pessoal”, resumiu Gatti.
Na segunda-feira (3) o titular da pasta de articulação da prefeitura, Antônio César Lacerda, braço direito de Marquinhos, comunicou a saída do cargo de secretário, onde estava desde janeiro de 2017, também alegando motivos pessoais em sua decisão.
Talvez por não conseguir emplacar a candidatura de Marquinhos Trad ao Governo, que conquistou apenas 124.795 votos e amargou a 6ª colocação na disputa, Lacerda, que é presidente do diretório municipal do PSD na Capital, também passou longe de eleger o filho, André Lacerda, que teve 2.598 para deputado estadual.
Óbvio que os mandatários não vão externar esse acordo, cujo o ‘deadline’ foi o dia 2 de outubro, e ontem a prefeita Adriane Lopes (Patriota) garantiu que não irá prover uma “dança das cadeiras” no primeiro escalão da prefeitura, mas que as trocas serão atendidas em caso de decisão pessoal dos titulares.
Para o público, esse será o discurso oficial, mas todos que vivem às margens do poder sabem que o buraco é mais embaixo. E, apesar de Adriane Lopes ter sido uma cabo eleitoral fervorosa de Marquinhos nessa eleição, a administração exige parcimônia e controle das ações. Se ela quer tirar Campo Grande do caos tem que agir o mais rápido possível.
Contudo, uma guerra está prestes a acontecer no Paço Municipal. A prefeita sofre pressão de Marquinhos Trad e seu grupo, que quer continuar controlando o município.
Nas secretarias de Finanças, Saúde, Obras e Educação, o prefeito quer blindar os atuais titulares e evitar mudanças. Conforme fontes próximas do ex-gestor, a conversa, se não aconteceu ontem, deve ser hoje, e o argumento da gratidão e que “tudo” que a atual mandatária do município se tornou se deve a Trad, será o mantra da “conversa”.
Diante disso, Adriane terá que tomar a decisão mais importante do seu mandato: a de tomar as rédeas da cidade e ter vida própria ou seguir como uma ‘marionete’ de um projeto político que o eleitor acabou de expurgar das urnas.