Edson Ramos Lulzi, 52 anos, foi preso no começo da noite dessa quinta-feira (30), em Dourados, por invadir a residência da ex-Esposa, na rua Pedro Marques Gonçalves, no Altos do Alvorada. Os dois estão separados há oito anos.
A faca usada no crime foi apreendida e levada para delegacia de Polícia Civil – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News
Ele é acusado de esfaquear mulher, 46 anos e o filho, 24 anos, segundo ocorrência policial registrada na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário).
Por volta das 18 horas, Edson entrou na residência e ao ser mandado embora da casa, partiu para cima da vítima que acabou com diversas lesões nas mãos ao tentar se defender do ataque.
O acusado estava em visível estado de embriaguez.
Tentando defender a mãe, o filho de 24 anos também teve ferimentos superficiais no tórax.
O homem fugiu, mas acabou localizado por equipe da Polícia Militar em rua próxima à casa.
Ele foi detido e levado para delegacia.
Edson é acusado de lesão corporal no âmbito do crime de violência doméstica, além de resistência e desobediência.
A vítima levou duas facadas nas costas, duas na barriga e uma no braço. Albynna foi socorrida e levada para Santa Casa de Campo Grande, mas morreu horas depois
O mecânico Jair Paulino da Silva, de 52 anos, que matou brutalmente a facadas a ex- esposa Albynna Freitas Ribas, de 49 anos, na tarde de terça-feira (28), disse a polícia que cometeu o crime por “ciúmes”. Todo o crime foi filmado por câmeras de segurança de uma galeria de lojas no Bairro Nova Lima, onde a vítima estava. O autor foi preso logo após o crime.
De acordo com a delegada Karen Viana de Queiroz, o casal estava separado há cerca de um mês, mas o criminoso insistia em perseguir a vítima. “Ele alega uma traição, motivo pelo qual foi tirar satisfação com a vítima, que não quis conversar, ele ficou nervoso e desferiu os golpes de faca”.
Jair Paulino foi preso em flagrante, minutos depois do crime, em Campo Grande. — Foto: Reprodução
De acordo com a delegada, o crime foi planejado. “Ele premeditou o crime, estava munido com faca e tentando conversar com a vítima a algumas quadras, agindo de forma grosseira e a agredindo no meio da via pública”, comenta Karen.
A vítima levou duas facadas nas costas, duas na barriga e uma no braço. A mulher foi socorrida e levada para Santa Casa de Campo Grande e morreu horas depois.
Entenda o caso
O vídeo mostra ainda Jair abordando a ex-mulher com socos e tapas no rosto. Depois de uma discussão, ele tira uma faca da cintura e começa a desferir vários golpes contra a professora.
Em seguida, as imagens mostram a vítima tentando se defender com as próprias mãos. A professora tenta se esquivar das facadas, mas o homem continua com os golpes. Jair a acerta várias vezes, enquanto a segura por uma bolsa. A mulher cai no chão, e o suspeito foge com a faca empunhada.
Albynna morreu na véspera do aniversário. — Foto: Redes Sociais/Reprodução
Após o crime, Jair tentou fugir, mas foi perseguido por moradores da região e parado por uma equipe da Polícia Militar, que viu a confusão e interveio.
Segundo o boletim de ocorrência, no hospital, a vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Albynna morreu na véspera de completar 50 anos.
Albynna é a segunda vítima de feminicídio em Campo Grande neste ano e a quinta em Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Polícia Civil, o homem cortou a mangueira do botijão de gás e ateou fogo na casa com os filhos. A filha mais velha do casal deu uma facada nas costas do pai para salvar a vida da mãe
Um homem, de 37 anos, foi preso tentando fugir de táxi após colocar fogo na casa com a ex-esposa, três filhos e ex-sogra que estavam dentro do local, em Água Clara (MS), na noite dessa quinta-feira (2). As vítimas foram levadas com queimaduras para um hospital na cidade.
Vítimas foram levadas para hospital de Água Clara. — Foto: Portal Água Clara/Reprodução
Conforme apurado pela Polícia Civil, o suspeito entrou na casa enquanto a ex, filhos e mãe da mulher estavam dormindo. Antes de invadir a casa, cortou a mangueira do botijão de gás que ficava do lado de fora da casa e começou a ameaçar a ex-esposa.
Com a residência em chamas, o suspeito foi até ao quarto da ex-sogra e tentou esfaqueá-la. Depois, o homem entrou no quarto da ex-companheira e a esfaqueou. Segundo a polícia, a filha do casal, de 12 anos, que impediu o pai de matar a mãe a facadas. A mulher teve queimaduras no rosto, tórax, braços e pernas.
Conforme o depoimento das vítimas, o agressor segurou a ex pelos cabelos e a colocou diretamente no rumo das chamas. Ao ver a violência, a filha mais velha do casal deu uma facada nas costas do pai, momento em que todas as vítimas conseguiram escapar da sequência de agressões e saíram da casa.
As Polícia Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência. Com queimaduras pelo corpo, as vítimas foram levadas para um hospital na cidade.
Preso na BR-262
Com filhos, ex-esposa e ex-sogra fora da casa, o suspeito jogou combustível pela residência e fugiu. Na BR-262, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu o homem que tentava fugir em um táxi para Três Lagoas (MS).
A PRF levou o homem para a delegacia de Polícia Civil em Água Clara, onde foi preso em flagrante. O suspeito deve responder por duas tentativas de femincídio e três tentativas de homicídio. O caso segue em investigação.
Carlos Alberto Gomes Bezerra é filho do deputado federal e ex-governador de Mato Grosso Carlos Bezerra (MDB); ele confessou o crime
O empresário Carlos Alberto Gomes Bezerra, de 57 anos, foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira, 18, em uma fazenda em Campo Verde, em Mato Grosso, suspeito de ter assassinado sua ex-mulher, Thays Machado, de 44 anos, e o namorada dela, Willian César Moreno, de 30. O investigado é filho do ex-governador e deputado federal Carlos Bezerra (MDB-MT). Segundo a Polícia Civil informou ao Terra, ele confessou o crime.
Thays e namorado foram mortos a tiros Foto: Reprodução/Facebook
De acordo com a polícia, Thays e William foram mortos com disparos de arma de fogo no momento em que saíam de um edifício residencial no bairro Alvorada, em Cuiabá. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada após o crime e iniciou o trabalho investigativo para identificação do autor dos disparos.
As vítimas foram mortas ainda na calçada do prédio. O casal foi até o edifício Solar Monet, onde mora a mãe de Thays, para deixar um carro na garagem. Ao sair na portaria para aguardar a chegada de veículo de transporte por aplicativo, as vítimas foram surpreendidos pelo suspeito, que conduzia um veículo modelo Renault Kwid, e passou a fazer os disparos contra eles. Os dois morreram no local.
Conforme os primeiros levantamentos realizados pela equipe da DHPP, Thays e William estavam em um relacionamento, mas a mulher vinha sofrendo ameaças do ex-companheiro, Carlos. Ela teria comentado com familiares que estava sendo ameaçada de morte e afirmou que iria registrar um boletim de ocorrência contra o agressor.
A perícia preliminar de criminalística constatou que Thays foi atingida por três disparos, sendo dois nas costas e um na altura do quadril. William, mesmo atingido no braço esquerdo e no peito com três disparos, ainda tentou fugir do atirador, mas caiu na calçada, a poucos metros da namorada.
Thays era técnica judiciária e trabalhava na 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande. O Poder Judiciário de Mato Grosso emitiu nota lamentando o falecimento da servidora. “A Comarca de Várzea Grande decretou luto oficial de três dias em sinal de pesar. À família enlutada, as condolências do Poder Judiciário de Mato Grosso”, publicou.
Prisão do suspeito Após cometer o crime, o suspeito fugiu do local. A polícia iniciou as diligências, acionando unidades da capital e do interior para localizá-lo. A equipe do Núcleo de Inteligência da DHPP apurou que o empresário estava escondido em uma fazenda, na região de Campo Verde.
Suspeito foi preso em uma fazenda Foto: Divulgação/Polícia Civil
As informações foram repassadas à delegacia da Polícia Civil no município, que fez as buscas na propriedade com apoio da Polícia Militar local.
Na fazenda, as equipes policiais localizaram o veículo usado pelo homem para cometer os homicídios. O Renault Kwid estava guardado em um galpão de tratores da fazenda. Também foram apreendidos uma pistola, carregadores, celulares e um canivete tático.
Quando as equipes policiais se identificaram para entrar na residência da fazenda, o suspeito saiu da casa com uma sacola nas mãos, contendo uma arma, munições, celulares e recebeu voz de prisão. Ele foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil em Campo Verde, onde foi autuado em flagrante por homicídio pelo delegado Philipe de Paula da Silva Pinho.
Pistola e objetos apreendidos pela Polícia Civil Foto: Divulgação/Polícia Civil
Posteriormente, foi conduzido a Cuiabá e ouvido em depoimento na DHPP, pelo delegado Marcel Gomes Oliveira, responsável pela condução do inquérito. Em entrevista à imprensa, a autoridade policial informou que acredita que o crime foi premeditado e que o homem estava acompanhando os passos das vítimas.
Servidor público identificado como Valdenir Feliciano da Silva, é suspeito de ter efetuado vários disparos de arma de fogo na noite de quinta-feira (22/12). O caso ocorreu em um posto de combustíveis naquele município.
De acordo com o Ivinotícias, o rapaz tinha intenção de atingir o namorado da ex.
Ao menos oito cápsulas de calibre 9mm foram encontradas pelo chão do estabelecimento. Os tiros atingiram um VW/Golf de cor preta e uma VW/Saveiro prata.
Logo após cometer o crime, ele fugiu antes da chegada da polícia.
Populares que estavam no local filmaram a ação que se espalhou pelas redes sociais.
As polícias Militar e Civil estiveram no local, bem como a perícia e o caso é investigado. Ainda segundo o Ivinotícias, “Tutinha preto” é chefe de gabinete na prefeitura de Ivinhema
Ezequiel Ramos foi preso em maio deste ano após ter ameaçado a ex-mulher Michelli Nicolich com uma arma. O homem deverá passar por audiência de custódia nesta terça-feira (13) após ter sido preso em flagrente.
Ezequiel Lemos Ramos, de 39 anos, preso em flagrante após matar a tiros a ex-mulher e o filho caçula, em São Paulo, está no quarto ano de Medicina e morou durante 5 anos em Ponta Porã (MS), cidade que faz divisa com Pedro Juan Caballero, no Paraguai. O homem tinha registro de CAC (colecionador de armas, atirador desportivo e caçador).
Ele foi preso após atirar contra o carro onde estavam Michelli Nicolich, de 37 anos, e dois filhos deles, de 2 e 5 anos. O veículo chegou a bater num poste perto da escola infantil onde as crianças estudavam.
O assassino havia sido preso em Ponta Porã em maio deste ano, após ter ameaçado a ex-mulher com uma arma. Conformo registro policial, durante uma discussão por ciúmes o preso teria ameaçado atirar contra a cabeça da vítima.
Michelli contou à polícia que estava desconfiada que o marido pudesse estar traindo ela, além de ser ameaçada de morte, o preso também teria agredido a vítima com um soco no rosto.
Durante a discussão, Michelli contou que o marido teria dito que era mais seguro se distanciar. “Vou ficar longe de você pra não dar um tiro na sua cara, para eu não ser preso; assim é fácil morrer, não preciso pagar pistoleiro, eu mesmo faço”, ameaçou Ezequiel. Desesperada, a vítima acionou a polícia.
Ainda conforme o registro policial, na delegacia ele voltou a ameaçar a vítima dizendo: “Você é louca de fazer BO. Se você abrir a boca e fazer BO, você vai ver”.
Michelli Nicolich foi morta a tiros pelo ex-marido Ezequiel Lemos Ramos, que também matou o filho caçula do ex-casal — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Ezequiel tinha documentos para ter um fuzil, uma pistola e uma espingarda. Já naquela época, a delegada que atendeu o caso, Marianne Cristine de Sousa, alertou a justiça sobre o risco em deixar Ezequiel solto.
“O acusado, com fácil acesso às armas de fogo e um verdadeiro arsenal, poderia a qualquer momento ceifar com a vida de sua companheira e de seus dois filhos menores, de modo que é notório que o mesmo poderá continuar delinquindo no decorrer da persecução penal caso mantido em liberdade, tendo em vista notícias fornecidas pela vítima de que o autor já matou cerca de três pessoas e continuou impune, mudando de cidade”.