Mário César deixa a Secretaria de Governo de Campo Grande

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (Patriota), deve fazer uma nova troca no seu primeiro escalão. O ex-vereador Mário César deixará a Secretaria de Governo da Prefeitura de Campo Grande. Ele já entregou o pedido de exoneração para a prefeita e aguarda apenas a oficialização. Mário César é servidor de carreira da prefeitura e estava no cargo desde o dia 7 de outubro.

Mário César estava no cargo desde o dia 7 de outubro de 2022 (Foto Divulgação)

O escolhido para o cargo deve o vereador João Rocha (PP). Ontem, na Câmara, ele disse que ainda não havia sido procurado que se fosse chamado gostaria de saber qual função teria. O nome do vereador seria uma indicação da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que deseja ter alguém do partido dentro da Prefeitura, inclusive já fez o convite para que a prefeita se filie à legenda para tentar a reeleição em 2024.

O chamado segundo escalão é o que tem mais gente do tempo de Marquinhos Trad. Ainda estão na gestão Odilon Junior, na Agência de Regulação; Camila Nascimento, no Instituto Municipal de Previdência; Janine Lima Bruno, na Agetran; Berenice Jacob na Planurb; Chiquinho Telles, na subsecretaria de Assuntos Comunitários; Catiana Sabadin, na Subsecretaria de Gestão e Projetos Estratégicos; Maria Helena, na Agência Municipal de Habitação; Carla Stephanini, na subsecretaria de política para Mulheres; e Thiago Almeida no Procon

WhatsApp deixa de funcionar em modelos antigos de celular dia 31; veja lista

31 de dezembro está aí e alguns celulares de marcas como Huawei, LG e Samsung, deixarão de receber as atualizações do WhatsApp

O WhatsApp deixará de funcionar em mais de 40 modelos de celulares a partir deste sábado (31), segundo o portal GizChina.

Isso ocorre porque os modelos mais antigos param de suportar o WhatsApp por deixarem de receber as atualizações necessárias — e frequentes — para que o aplicativo de mensagens continue funcionando normalmente.

WhatsApp deixa de funcionar em mais de 40 dispositivos Foto: Freepik

O app já havia parado de funcionar em 24 de outubro nos iPhones que executam o iOS 10 e o iOS 11, como o 5 e o 5c. Mas são vários smartphones Android antigos que dominam a lista atual.

São aparelhos já lançados há alguns anos, mas podem ainda estar entre muitos usuários que, infelizmente, se estiverem na lista não poderão mais usar o app.

Existem opções de aplicativos de mensagens no mercado; as mais conhecidas são Telegram e Signal, mas não são tão popularizadas como o WhatsApp. Portanto, se o seu aparelho estiver na lista e não desejar interromper o uso do app, vale começar a pesquisa para a compra de um novo modelo.

A seguir, reproduzimos a lista dos aparelhos que devem parar o WhatsApp.

  • Archos 53 Platinum
  • Grand S Flex ZTE
  • Grand X Quad V987 ZTE
  • HTC Desire 500
  • Huawei Ascend D
  • Huawei Ascend D1
  • Huawei Ascend D2
  • Huawei Ascend G740
  • Huawei Ascend Mate
  • Huawei Ascend P1
  • Quad XL
  • Lenovo A820
  • LG Enact
  • LG Lucid 2
  • LG Optimus 4X HD
  • LG Optimus F3
  • LG Optimus F3Q
  • LG Optimus F5
  • LG Optimus F6
  • LG Optimus F7
  • LG Optimus L2 II
  • LG Optimus L3 II
  • LG Optimus L3 II Dual
  • LG Optimus L4 II
  • LG Optimus L4 II Dual
  • LG Optimus L5
  • LG Optimus L5 Dual
  • LG Optimus L5 II
  • LG Optimus L7
  • LG Optimus L7 II
  • LG Optimus L7 II Dual
  • LG Optimus Nitro HD
  • Memo ZTE V956
  • Samsung Galaxy Ace 2
  • Samsung Galaxy Core
  • Samsung Galaxy S2
  • Samsung Galaxy S3 mini
  • Samsung Galaxy Trend II
  • Samsung Galaxy Trend Lite
  • Samsung Galaxy Xcover 2
  • Sony Xperia Arc S
  • Sony Xperia miro
  • Sony Xperia Neo L
  • Wiko Cink Five
  • Wiko Darknight ZT

Polícia Civil apreende computadores e deixa prédio da prefeitura

As polícias chegaram na sede da Prefeitura às 6h desta terça-feira (9), e foram acompanhadas pelo Procurador do Município, Dr. Marcelino Santos. Os policiais estiveram no primeiro andar onde fica o setor de finanças e no segundo andar onde fica o gabinete que era ocupado por Marquinhos.

Oito policiais da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) e da Polícia Científica deixaram há pouco a sede da Prefeitura Municipal de Campo Grande com alguns materiais apreendidos, após cumprirem mandado judicial de busca e apreensão. As investigações fazem parte do inquérito aberto no início de julho na DEAM para apurar suspeitas de crimes sexuais que teriam sido cometidos pelo ex-prefeito, Marquinhos Trad, quando ainda era chefe do executivo da Capital.

Computadores e documentos foram apreendidos – Foto: Bruno Nascimento

A delegada responsável pelo caso, Maíra Pacheco Machado, afirmou que foram apreendidos documentos e materiais que serão analisados pelos peritos porque podem conter provas importantes à investigação. A Perícia Científica também foi acionada para realizar o reconhecimento dos locais onde teriam acontecido alguns dos casos de assédio e abuso sexuais. “Viemos fazer o reconhecimento dos locais mencionados pelas vítimas e, também, apreendemos computadores do gabinete que podem nos auxiliar na investigação. Em razão do segredo de justiça que foi decretado nos autos, não posso dar mais detalhes”.

As polícias chegaram na sede da Prefeitura às 6h desta terça-feira (9), e foram acompanhadas pelo Procurador do Município, Dr. Marcelino Santos. De acordo com informações repassadas pelo Coordenador de Segurança Especial da Prefeitura, Mário Ângelo Ajala, os policiais estiveram no primeiro andar onde fica o setor de finanças e no segundo andar onde fica o gabinete que era ocupado por Marquinhos.

Ainda segundo Mário, a Prefeitura já estava sabendo que haveria o cumprimento de mandados, mas a ação da polícia era esperada para a próxima sexta-feira quando alguns servidores seriam dispensados. “Fomos pegos de surpresa com eles aqui hoje”, disse.

Nesta manhã, os funcionários que trabalham nos setores investigados não puderam entrar nas repartições enquanto a polícia não concluísse a perícia e aguardaram do lado de fora do prédio. Eles só puderam entrar por volta das 9h30. A delegada, Maíra Pacheco Machado, acompanhada de uma escrivã de polícia seguiram para novas diligências. Os locais não foram informados. Até agora, 15 mulheres já prestaram depoimento no inquérito.

Caso

O ex-prefeito e candidato a governador do Estado, Marquinhos Trad, está sendo investigado pelos crimes de assédio, estupro da forma tentada, estupro consumado e favorecimento à prostituição.

A assessoria de Marquinhos chegou a convocar uma coletiva de imprensa no último dia 27 de julho, mas o político não compareceu. As advogadas de defesa dele, Andréa Flores e Rejane Alves de Arruda, declararam que as denúncias de crimes sexuais envolvendo Marquinhos são falsas e atribuídas à questões políticas, além de desqualificarem os depoimentos das possíveis vítimas. Hoje, uma das advogadas, Andréa Flores disse que a ação policial era para gerar efeito midiático.

A delegada responsável, Maíra Pacheco Machado, afirmou também em coletiva no mesmo dia, que todas as denúncias são verdadeiras.