Morta a facadas já tinha registrado boletim de ameaça contra marido

Ainda, segundo a polícia, havia vários boletins contra o suspeito registrados por outras mulheres

Janete Batista Malheiro Lelis de 44 anos, foi morta a facadas. O companheiro dela, Fabrício de Oliveira Segantini, 32, é o principal suspeito pelo crime. O caso ocorreu na casa onde a vítima morava, na Linha da Amizade, zona rural de Novo Horizonte do Sul, a 337 km de Campo Grande.

De acordo com o Jornal da Nova, informações preliminares apontam que houve um desentendimento entre o casal que gerou as agressões e as facadas, que a levaram a morte.

Caso é investigado pela polícia – Crédito: Jornal da Nova

Janete foi encontrada sem vida no quarto, sobre a cama, na manhã deste sábado (8).

A Polícia Militar foi acionada, isolou o local até a chegada da Polícia Civil de Ivinhema e da Perícia Criminal de Nova Andradina.

Segundo o delegado Gustavo Oliveira, que está à frente da investigação, não foram encontradas testemunhas do crime.

“Os familiares foram ao local após o suspeito não comparecer ao trabalho, como fazia diariamente, momento em que encontraram a mulher”, explica o titular.

Além do boletim de ameaça feito por Janete, em 2020, Fabrício Segantini já tinha histórico criminal envolvendo outras mulheres, que também registraram B.O. contra o suspeito, conforme o delegado. As diligências prosseguem para encontrar o suspeito.

 

Vereador é ameaçado de ter intimidade exposta e registra B.O na Capital

Vereador em exercício e pré-candidato ao cargo de Deputado Estadual, João César Mattogrosso procurou a Polícia Civil na última sexta-feira (22), o motivo, registrar boletim de ocorrência de uma ameaça anônima, que recebeu em seu whatsapp de um número Paulista.

Conforme boletim de ocorrência, ao qual a FOLHA DE CAMPO GRANDE teve acesso, ainda na manhã de sexta-feira (22) o vereador recebeu uma mensagem no celular, sendo ameaçado de ter sua “intimidade exposta”.

João César durante reunião na Sejusp

“Recebi uma ameaça e, abri inclusive um boletim de ocorrência, pois estariam me ameaçando de algumas situações que, da minha parte, não vejo problema nenhum”, disse João César na manhã de hoje (25) durante reunião na Sejusp (Secretaria de Justiça e de Segurança Pública do Estado), onde vereadores da Capital foram convidados pelo secretário Antônio Carlos Videira, para informar sobre as investigação de assédio sexual que recaem sobre o ex-prefeito Marquinhos Trad (PSD).

Conforme o documento registrado, as forças policiais devem investigar agora a autoria do crime que, para o vereador campo-grandense, – que assume não fazer ideia de quem tenha lhe enviado a mensagem – tem raiz e motivação política.

“Sofri uma ameaça e tem um boletim de ocorrência aberto. Foi a partir daí que falei “agora eu vou para cima”, comentou o vereador, envolvido no desdobramento do mais recente escândalo política regional.