Festival de desgoverno e irresponsabilidades colocam a gestão de vez sobre a corda bamba.

Para contrariar os bajuladores – alguns muito bem remunerados, outros só por serem praticantes – e pessoas que duvidavam da situação politicamente periclitante da prefeita Adriane Lopes (PP), a petição pela abertura de um processo de impeachment (afastamento) em menos de três dias obteve 10.440 assinaturas de eleitores e eleitoras campo-grandenses.
“Agora vai”, vibravam as pessoas que foram à “Caminhada da Bota” no domingo (25/01), para reforçar a mobilização contra o desgoverno municipal.
Se for mantido este ritmo, a meta de alcançar um mínimo de 100 mil assinaturas será alcançado em menos de cinco dias.
É bem numerosa a quantidade de cidadãos e cidadãs que, indignados, decidiram sair de casa para cobrar das autoridades e políticos responsáveis o impeachment de uma gestora reeleita que castiga a cidade com tantos desmandos e omissões.
Da folha secreta e do empreguismo para sortudos apaniguados a arbitrariedades como o abusivo “IPTU de ouro” e os caóticos serviços de saúde, transporte e urbanização, todos os atos de Adriane revelam dia a dia seu descompromisso com a própria palavra.
Com o abaixo-assinado, acredita-se que a Câmara de Vereadores adote medidas mais incisivas e enquadre a prefeita, para responsabilizá-la por improbidade.
“Conjunto da obra”
O desastroso e destrutivo “conjunto da obra” desta gestão fornece elementos jurídicos, administrativos e éticos suficientes para que Adriane Lopes seja enquadrada.
Há denúncias, inclusive, de corrupção (desvio de dinheiro público) nos orçamentos da saúde e dos serviços de manutenção da iluminação pública.
A Câmara Municipal será acionada pelos organizadores do abaixo-assinado para protocolar o recebimento e inscrever seu conteúdo na pauta regimental.
Se a tramitação for aprovada, a Mesa Diretora instalará uma Comissão Processante destinada a analisar, dar o parecer e submeter o pedido à votação dos 29 vereadores.






