Pastores e familiares formaram confraria política paga pela gestão de Adriane com dinheiro público.

Mesmo denunciada repetidas vezes – como ocorreu nas eleições de 2024 – a prefeita Adriane Lopes (PP) não abriu mão de uma prática que é um dos carimbos de sua gestão: o empreguismo.
Além de vereadores que não conseguiram se reeleger e estão agasalhados pelo Paço Municipal, a prefeita agrada também um privilegiado rol de amigos e aliados políticos, com destaque para pastores e seus familiares, todos pagos com o suado dinheiro do contribuinte.
Há alguns dias, o ex-vereador Sandro Benites, diretor-presidente da Funesp (Fundação Municipal de Esportes), teve que pedir demissão do cargo após ser denunciado por agressão à sua amante.
A Justiça o obrigou a cumprir medidas protetivas. Ao mesmo tempo, a imprensa informou que a esposa e um filho de Benites também foram abrigados em cargos públicos na gestão de Adriane.
No final da semana o influenciador Bruno Ortiz divulgou mais um caso ‘Adrianista’ de compadrio.
Ele contou que Graziele da Silva Marques Farias, esposa do pastor evangélico Thiago Farias, foi nomeada pra um cargo na Secretaria de Assistência Social e Cidadania (SAS), com um salário de R$ 4,4 mil.
O pastor é amigo do deputado estadual Lídio Lopes, marido da prefeita. Sua esposa, Graziela Farias, tinha um cargo em comissão, era a coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), no Bairro Tiradentes. Foi exonerada no dia 12 de maio de 2025 e nomeada no mesmo dia coordenadora do Cras Jardim Noroeste, Tipologia “C”.
Os atos de nomeação foram assinados por Adriane Lopes e pela secretária de Administração e Inovação, Andréa Alves Ferreira Rocha.
O decreto de nomeação, assinado por Adriane Lopes em maio de 2025.
Confira no vídeo abaixo:






