Site fraudulento usa dados reais e domínio falso para enganar motoristas em busca da 1ª habilitação.

Golpistas criaram um site falso que imita o Gov.br para fraudar o processo da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) em Mato Grosso do Sul, cobrando taxas inexistentes de quem busca a primeira carteira.
O Detran-MS identificou o esquema que usa dados pessoais reais das vítimas, como nome e CPF, para gerar guias falsas de pagamento via Pix.
O site fraudulento notifica que o Renach (Registro Nacional de Carteira de Habilitação) foi gerado, mas exige o pagamento imediato de “Taxa de Expedição de Documento”, “Taxa de Serviços Administrativos” e “Taxa de Processamento Eletrônico”, onde nenhuma dessas taxas existe no processo oficial.
Após inserir os dados, o sistema emite um boleto com valores exorbitantes para transferência bancária.
Sinais de alerta
Domínio suspeito: Sites oficiais usam .gov.br.
Fuja de .com, .net ou similares.
Mensagens não solicitadas: Detran nunca cobra por e-mail, SMS ou WhatsApp antes das etapas presenciais.
Processo oficial: Cadastro via app oficial Gov.br, com taxas só após aulas, exames médicos/psicológicos e biometria em centros credenciados.
Denuncie e proteja-se
O golpe causa prejuízo financeiro e roubo de dados pessoais. Não transfira dinheiro e registre BO na Polícia Civil ou Procon-MS.
Consulte o processo da CNH exclusivamente nos canais oficiais do Detran-MS ou app Carteira Digital de Trânsito.
O Detran-MS também alerta que não há cobrança por links externos, mensagens não solicitadas ou dentro do aplicativo antes das etapas presenciais.
No processo regular do documento, o candidato inicia o cadastro pelo aplicativo oficial, com login no Gov.br.
As taxas só são cobradas após a conclusão das etapas iniciais, como aulas teóricas, exames médicos e psicológicos e a captura de imagem, realizados em locais credenciados.
O Detran volta a alertar que não solicita pagamentos por e-mail, SMS ou WhatsApp.
Em caso de suspeita, a orientação é não realizar transferências e registrar denúncia na Polícia Civil ou no Procon (Secretaria-Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor).






