A arroba do boi gordo manteve o preço em Três Lagoas, Dourados e Campo Grande. Já a arroba da vaca gorda teve aumento em Campo Grande e Dourados e manteve o valor em três Lagoas. Nos estados de SP, MG, MT, MS, PR e GO a arroba do Boi China manteve o mesmo preço de sexta-feira (10/04).

Em Campo Grande, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 350,50 à vista e R$ 355,00 com prazo de 30 dias (manteve o valor).A vaca gorda está com a arroba cotada em R$ 321,00 à vista e a prazo, R$ 325,00 (aumento de R$3,00).
Em Dourados, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 348,50 à vista e R$ 353,00 com prazo de 30 dias (manteve o valor). Já a vaca gorda está com a arroba cotada em R$ 326,00 à vista e a prazo R$ 330,00 (aumento de R$5,00).
Em Três Lagoas, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 347,50 à vista e R$ 352,00 com prazo de 30 dias (manteve o valor). Já a arroba da vaca gorda em Três Lagoas está cotada em R$ 316,00 à vista e a prazo, R$ 320,00 (manteve o valor).
Boi China @ – Nos estados de SP, MG, MT, MS, PR e GO a arroba do Boi China manteve o mesmo preço de sexta-feira (10/04).
São Paulo – R$367,00 (manteve o valor)
Minas Gerais – R$350,00 (manteve o valor)
Mato Grosso – R$365,00 (manteve o valor)
Mato Grosso do Sul – R$360,00 (manteve o valor)
Goiás – R$355,00 (manteve o valor)
Paraná – R$360,00 (manteve o valor)
Com informações da Scot Consultoria

Carta Grãos e Agricultura – Oferta global pressionada e expansão da produção brasileira de amendoim
Produção de amendoim tem aumento na safra 2025/26, impulsionada por maior produtividade e área, com destaque para o crescimento no Centro-Oeste, enquanto cai a oferta mundial.
Por: Marcelo Roschel
O mercado mundial de amendoim está pressionado pela oferta. O USDA, em seu relatório World Agricultural Production de abril de 2026, projeta a produção global em 51,5 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação a 2025.
Na China, maior produtora mundial com 18,4 milhões de toneladas, registra queda de 3,2% na projeção recente, enquanto na Índia, segunda produtora, com 7,5 milhões de toneladas, mantém crescimento.
Nesse contexto, o Brasil ocupa posição de destaque com a projeção de 1,15 milhão de toneladas (USDA), alinhado com os 1,2 milhão de toneladas estimados pela Conab. O Brasil responde por 2,2% da produção mundial.
Com um cenário de retração da oferta global, o Brasil vem ganhando espaço, em 13 de março, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o sexto levantamento da safra 2025/26. A produção estimada subiu para 1,2 milhão de toneladas, variação de 3,9% em relação à safra anterior e de 0,1% ante a estimativa de fevereiro.
A produtividade projetada é de acréscimo de 144,1 kg por hectare em relação à safra anterior, um aumento de produtividade de 3,5%. A área semeada aumentou 0,4%.
Mato Grosso do Sul
O Sudeste concentra 84,0% da produção nacional, mas o Centro-Oeste tem ampliado a participação, com destaque para o Mato Grosso do Sul. Na safra 2016/17, o estado plantava 2,5 mil hectares, na safra 2024/25, semeou 43,5 mil hectares e para 2025/26, a projeção é de 45,8 mil hectares — expansão de 18 vezes em menos de uma década.
A produção acompanhou essa trajetória, das 4,5 mil toneladas colhidas em 2017/18, o Mato Grosso do Sul responde por 181,8 mil toneladas em 2025/26, consolidando-se como o principal vetor de crescimento da cultura no país.
Nas últimas safras, o rendimento médio no estado variou entre 3.186 kg/ha e 4.269 kg/ha, com projeção de 3.969 kg/ha para 2025/26, patamar próximo ao teto histórico.
O Centro-Oeste responde por cerca de 15,1% da produção nacional. A expansão decorre do encaixe da cultura como segunda safra (safrinha) no sistema produtivo sul-mato-grossense, aproveitando a janela agrícola após a soja e compartilhando a estrutura logística já consolidada.






