No mercado pecuário em MS a arroba do boi gordo manteve o preço em Três Lagoas e teve queda em Campo Grande e em Dourados. Já a arroba da vaca gorda teve queda no preço em Dourados, Três Lagoas e Campo Grande. Os estados de SP,MG,GO e PR mantiveram a cotação dos preços da arroba do Boi China. Já em MT e MS a cotação teve queda de R$3,00 no preço da arroba do Boi China nos dois estados.

Em Campo Grande a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$302,50 à vista e R$306,00 com prazo de 30 dias (queda de R$2,00). Já a vaca gorda está com a arroba cotada em R$279,50 a vista e a prazo R$283,00 (queda de R$2,00).
Em Dourados a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$302,50 à vista e R$306,00 com prazo de 30 dias (queda de R$2,00). A vaca gorda está com a arroba cotada em R$282,50 a vista e a prazo R$286,00 (queda de R$2,00).
Em Três Lagoas a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$301,50 à vista e R$305,00 com prazo de 30 dias (manteve valor). Já a arroba da vaca gorda em Três Lagoas está cotada em R$278,50 a vista e a prazo R$282,00 (queda de R$1,00).
Boi China @ – Os estados de SP,MG,GO e PR mantiveram a cotação dos preços da arroba do Boi China. Já em MT e MS a cotação teve queda de R$3,00 no preço da arroba do Boi China nos dois estados.
São Paulo – R$322,00 (manteve o valor)
Minas Gerais – R$315,00 (manteve o valor)
Mato Grosso – R$302,00 (queda de R$3,00)
Mato Grosso do Sul – R$307,00 (queda de R$3,00)
Goiás – R$310,00 (manteve o valor)
Paraná – R$332,00 (manteve o valor)
Mercado da pecuária inicia 2026 com equilíbrio e perspectiva de alta nos preços
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
O mercado pecuário brasileiro iniciou 2026 em equilíbrio entre oferta e demanda, segundo Alcides Torres, analista de mercado e fundador da Scot Consultoria.
Mesmo com a retração sazonal do consumo em janeiro, os preços do boi gordo seguem firmes, sustentados pela oferta ajustada e por um setor mais profissionalizado, com decisões cada vez mais baseadas em dados e gestão de risco.
Para Torres, 2026 tende a ser “o ano da cria”, com valorização de bezerros, garrotes e boi magro. Enquanto os custos com nutrição animal devem permanecer mais estáveis diante da boa safra de grãos, a reposição deve encarecer, pressionando as margens de recriadores e invernistas. “É um ambiente para profissionais, não há mais espaço para amadores”, afirmou.
Nas exportações, o Brasil mantém bom desempenho, mesmo após o aumento tarifário imposto pela China. O país busca diversificar mercados, com avanços em acordos com Japão, Coreia do Sul e México. “Substituir a China não é fácil, mas o Brasil tem qualidade e competitividade”, observou o analista.
Segundo ele, o setor entra agora em um novo ciclo de alta, impulsionado pela menor produção e pela expectativa de aumento no consumo interno, favorecido pela baixa taxa de desemprego e por eventos como eleições e Copa do Mundo.
Com informações da Scot Consultoria.






