Reestruturado, programa governamental potencializa eficiência operacional no funcionamento do setor.

Após o período de interrupção necessário à reorganização e ajustes internos, o Programa MS Saúde começa a ser retomado em Mato Grosso do Sul. Segundo explicou a secretária de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, a suspensão temporária atendeu ao objetivo de reestruturação planejada pelo governador Eduardo Riedel (PP) e conduzida pela Pasta, “com foco em assegurar a eficiência operacional e o equilíbrio na aplicação dos recursos públicos”.
A reorganização foi necessária para fortalecer a gestão e garantir a sustentabilidade do programa, reforçou Maymone. “O MS Saúde é um instrumento importante para ampliar o acesso da população aos serviços especializados”, assinalou. “E esta providência foi essencial para garantir que os recursos públicos sejam aplicados sempre de forma responsável e eficiente”, completou a secretária.
Com 68 estabelecimentos habilitados e R$ 32 milhões disponíveis para sua execução, o programa tem ampla abrangência. Já retomaram os atendimentos 61 unidades da rede. Outras sete concluíram integralmente as metas previstas e permanecem temporariamente fora da retomada, por já terem executado todos os procedimentos pactuados. Entre os hospitais que voltaram a atender estão o São Julião e o Adventista do Pênfigo, em Campo Grande.
Ações Complementares
A suspensão temporária do MS Saúde não afetou outros convênios e contratos, executados normalmente durante o período de ajustes. Além da retomada do programa, o Estado emprega ações complementares para ampliar o acesso a atendimentos especializados, com destaque para a área de oftalmologia. Foram destinados R$ 6 milhões ao Hospital São Julião, Hospital Municipal de Costa Rica e Hospital SIAS, de Fátima do Sul. Os recursos serviram para ampliar a oferta de procedimentos oftalmológicos, incluindo atendimentos de retina e outras demandas de rotina.
O Hospital SIAS também recebeu um aporte adicional de R$ 1,4 milhão, destinado às cirurgias de catarata, pterígio e Yag Laser. Outra iniciativa de destaque é o Cinturão de Ortopedia, criado para enfrentar os gargalos da especialidade. Desde julho, um aditivo contratual de R$ 9,6 milhões foi celebrado com seis hospitais (em Aquidauana, Bataguassu, Coxim, Maracaju, Ribas do Rio Pardo e Sidrolândia) para a realização de procedimentos de média complexidade em ortopedia.






