Medida foi viabilizada e concretizada com atuação decisiva de Marcelo Miranda na Setesc.

No dia 17 de abril de 2022 o Operário FC venceu o Dourados por 1 a 0 no Estádio Pedro Pedrossian, pelo Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol.
Aquele foi o
último jogo antes de o bom e querido Morenão ser interditado. Quatro anos depois a Universidade Federal (UFMS) passou a gestão do estádio ao governo estadual, que assumiu a realização de obras reestruturantes para requalificar o espaço, desde a troca total do gramado a outra série de intervenções.
Esta solução teve um operador decisivo: o secretário estadual de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda. Ele desafiou o ceticismo de quem via o abandono do Morenão um fato consumado ou mais um caso na prateleira do esquecimento.
Arregaçou as mangas e começou a fazer a sua parte, com o apoio do governador Eduardo Riedel (PP), uma confiança demonstrada quando o Estado disponibilizou R$ 16,7 milhões para a tarefa.
Precisou, por lei, afastar-se da Setesc porque é pré-candidato a deputado estadual. E confere passo a passo as obras de resgate do maior espaço esportivo sul-mato-grossense, já iniciadas. “Ver esta nova fase começar é a certeza de que grandes transformações acontecem quando existe visão de longo prazo, diálogo e compromisso para tirar os projetos do papel. O Morenão carrega a história do nosso esporte. Agora, também volta a fazer parte do seu futuro”, define.
“Temos identidades a preservar, a cuidar, a proteger e a restaurar, quando necessário”.
Não há dúvidas. O futuro do Morenão começou a ser construído a partir de um planejamento maior para o futebol sul-mato-grossense, feito com um olhar que vai além do espaço físico de um estádio e alcança a compreensão do esporte como ferramenta de desenvolvimento, formação e oportunidades. “Temos identidades a preservar, a cuidar, a proteger e a restaurar, quando necessário. O Morenão é uma delas”, enfatiza Marcelo.
Referências
Seu carinho pelo esporte é indiscutível e, no caso do Morenão, tem referências simbólicas. Entre elas estão as competições de atletismo e as campanhas consagradoras nos tempos áureos do futebol regional, como as conquistas nacionais do Operário, 3º lugar no Brasileiro da Séria A, em 1977, e Comercial, 4º lugar na Taça de Prata (Série B) em 1981 e 7º lugar na Copa do Brasil de 1994.
Os trabalhos de revitalização incluem a retirada do antigo gramado para a instalação de um novo sistema de drenagem e irrigação e diversas melhorias estruturais, como segurança e acessibilidade. A expectativa do é que o estádio seja reaberto para jogos em janeiro de 2027, a tempo do Campeonato Sul-Mato-Grossense.
As boas expectativas e repercussões são das mais vibrantes e não se resumem ao mundo do futebol, como bem salientou a maratonista Evelin Halmenschlager: “É o resgate de um dos maiores símbolos do esporte sul-mato-grossense, com gramado irrigado, iluminação moderna, acessibilidade, maior segurança e estrutura preparada para receber atletas, torcedores e grandes eventos. O Morenão renasce, preservando seu legado e olhando para o futuro. Que venham novos jogos, novas conquistas e muitas histórias para contar. Parabéns professor Marcelo”.






