Reeleito com votação recorde, governador reafirma mote da gestão: “Avançar, sem deixar ninguém para trás”.

É uma reeleição que entrou para a história política de Mato Grosso do Sul: com 914.323 votos, o governador Eduardo Riedel (PP) ganhou o direito de continuar como principal e legítimo inquilino do Parque dos Poderes.
Ele simplesmente teve 67,07% dos votos válidos, superando com folga os demais concorrentes e dispensando a necessidade de um segundo turno.

Em seu primeiro discurso após a vitória, depois de agradecer a população pela confiança, afirmou que pretende dar continuidade às políticas públicas e aos investimentos que realizou, aprimorando e lançando programas.
Entre as prioridades, o governador mencionou a saúde, a educação e a qualificação profissional, infraestrutura, saneamento e diretrizes estratégicas para desenvolver um Estado verde, com modernos princípios de crescimento sustentável, e dar sequência à atração de investidores incentivo, programas de fortalecimento das vocações regionais e integração.
Riedel destaca a posição do Estado como o mais novo e competitivo polo nacional, pelas condições geoeconômicas em competitividade, logística e localização privilegiada nos eixos do Mercosul, da Rota Bioceânica e das bases exportadoras no âmbito do tratado de livre comércio do continente com a União Europeia.
Entregas
Riedel ressaltou que a estratégia da campanha foi mostrar as entregas de sua primeira gestão e focar no futuro. “O que a gente fez foi mostrar o resultado e olhar para a frente, sem deixar ninguém para trás”, frisou.
O governador enfatizou o reconhecimento da população ao seu modelo de governança, afirmando que a votação expressiva eleva o compromisso de sua equipe. “Fico muito feliz por ter um time inteiro que se dedicou e pela população que acredita na nossa reeleição para continuar à frente do Estado”.
Ao enumerar conquistas importantes, como a continuidade de ações e programas vitoriosos, entre os quais o municipalismo, associou o progresso do Estado à manutenção do equilíbrio financeiro e à atração de investimentos privados. Garantiu dar sequência à governança “com muita responsabilidade fiscal e investimento alto para poder dar competitividade a quem empreende, incluindo as pessoas cada vez mais neste processo”.

Riedel alcançou 914.323 votos, contra 322.80 de Fábio Trad (PT), 98.677 de João Henrique Catan (Novo), 14.431 de Delcídio Amaral (PRD), 5.589 de Renato Gomes (DC), 4.444 de Lucien Rezende (Psol), 2.115 de Daniel Lemes (PCO) e 912 de Jeferson Bezerra (Agir).
Os votos nulos foram 175.711. A taxa de abstenção em Mato Grosso do Sul foi a mais elevada do País: 23,88%, equivalente a 482.860 eleitores que não foram às urnas, de um total de 2.021.869 aptos a votar.
Em todos os 79 municípios Riedel bateu seus adversários. A maior votação proporcional foi em Paraíso das Águas, onde alcançou 82,38% dos votos válidos. A menor (49,64%), em Novo Horizonte do Sul.
Já nos cinco maiores municípios as diferenças foram gritantes. Em Campo Grande, Riedel obteve 62,30% dos votos; em Ponta Porã (73,44%), em Dourados (69,47%), em Corumbá (65,95%) e em Três Lagoas (65,10%),






