• Campo Grande MS, 15 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 15 de setembro de 2026

“Mais Brasil e menos Brasília”: lema de Azambuja tem ampla adesão

  • Geraldo Silva
  • 15 de setembro, 2026
  • Eleições 2026, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
A expressão é utilizada pelo ex-governador sul-mato-grossense em sua campanha para o Senado.
Reinaldo Azambuja recebendo carinho e a gratidão da população sul-mato-grossense por onde anda no Estado. (Foto: Redes Sociais).
Em sua campanha para o Senado, a três semanas da eleição e na liderança das intenções de votos, o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) comemora a grande repercussão popular de um dos motes de sua caminhada: a expressão “Mais Brasil e menos Brasília”. Trata-se de uma expressão que traduz, ao mesmo tempo, o protesto contra a concentração de recursos pelo governo federal e os compromissos do mandato com a revisão do princípio federativo para fortalecer estados e municípios.
“O Brasil está muito caro para as pessoas e para as empresas. Todo mundo acaba pagando a conta de um governo gastador e que não devolve em serviços de qualidade o que arrecada”, dispara. “Isso precisa mudar para melhorar a vida de todos”, defende. Azambuja reporta-se aos dados oficiais registrando que em 2025 a arrecadação do governo federal foi de quase R$ 2,89 trilhões.
“A lógica é simples: descentralizar recursos, fortalecer os municípios e criar oportunidades para que todos cresçam”.
“Este é o maior valor nominal da série histórica da Receita Federal, iniciada em 1995”, comenta. O montante supera a arrecadação de 2024, em 8,83% (ou 3,65% de ganho real, descontada a inflação pelo IPCA). “A arrecadação federal bateu recorde e o governo nunca arrecadou tanto como agora, na gestão do presidente Lula. Assim, viver no Brasil hoje está muito caro”. Segundo o candidato, o maior custo é aquele que não se vê e só acontece quando chega a conta.
Ele questiona: “Quando demora tantos anos para se aprovar uma reforma, quem paga? Quando um empresário desiste de investir, quem perde”? E dá a resposta: “É sempre o povo brasileiro quem paga a conta de Brasília”. Azambuja frisa que o problema não é só o preço das coisas, pois começa muito antes, com decisões erradas, leis ruins, excesso de burocracia, máquina inchada e governos que gastam o que não tem.
Reinaldo Azambuja: “Viver no Brasil hoje está muito caro para as pessoas e para as empresas.”. (Foto: Redes Sociais).
Modelo
Conforme Azambuja, a descentralização de recursos que defende para o Brasil já foi posta em prática em Mato Grosso do Sul, com ótimos resultados.
“A lógica é bem simples: descentralizar recursos, fortalecer os municípios e criar oportunidades para que todos cresçam, sem deixar ninguém para trás. Deu certo no Estado, pode dar certo no Brasil”, conjectura.
Para construir estas soluções, ele diz ser essencial que o Senado se fortaleça como guardião do interesse nacional no que toca à higidez e ao fortalecimento do princípio federativo.
“Um governo com 38 ministérios, gasta mal, permite que as demandas se acumulem e derrama impostos sobre quem trabalha e produz não pode abocanhar a parte do leão. A arrecadação precisa ser melhor distribuída, sobretudo em favor dos municípios, que é onde tudo acontece”, conclui.
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorPesquisa Ipems jogou um balde de água gelada nas previsões de 2º turno
PróximoCine Câmara: uma solução que democratizou o acesso ao cinema em MSNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Brasil pode ter 7 dos 8 semifinalistas da Libertadores e Sul-Americana

15 de setembro de 2026

Dólar e Bolsa oscilam com petróleo, juros e crise no STF 

15 de setembro de 2026

Mercado pecuário mantém estabilidade em MS

15 de setembro de 2026

STF realiza sessão extraordinária sobre petição ligada a Moraes e Vorcaro

15 de setembro de 2026

Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 95 milhões

15 de setembro de 2026

A crise institucional do STF e o futuro do Judiciário brasileiro

15 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com